quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Para Quê?

Essa é uma pergunta que nos fazemos diariamente e muitas vezes não encontramos respostas, seja pela nossa falta de conhecimento dos fatos ou pela descrença que assumimos em determinados momentos por encontrarmos situações aberrativas e sem muita lógica.
Nos perguntamos se vale a pena isso ou aquilo ou se é necessário quebrarmos a cabeça por tão pouco, sendo injustos e até inconsequentes nos nossos atos e posicionamentos. Para evitarmos tantos questionamentos inúteis, o ideal é tentarmos entender bem cada situação e como ela pode contribuir para o nosso sucesso intelectual, já que a maioria das perguntas que formulamos está ligada ao modo indisciplinado de não se apegar aos detalhes precisos de cada fato, sendo cada dia mais superficiais no que fazemos e que relacionamos com a nossa vida.
Muitas vezes o excesso de perguntas que formalizamos demonstram curiosidade e desejo de aprendizado, mas podem denotar também falta de interesse, já que a pergunta pode vir após uma grande quantidade de informações prévias e que não foram apreendidas por nós, simplesmente, pela nossa falta de interesse e atenção.
É aquela história: Depois vejo isso com mais calma...
Terminamos deixando para lá e sendo pegos repentinamente pelas cobranças da vida.
Se estivermos mais atentos ao mundo e aos detalhes que ele nos oferece, perceberemos que os porquês que iremos encontrar no caminho serão cada dia menores e muitas vezes já com uma resposta ou imaginação do resultado final. Quando estamos informados ou atentos ao que escutamos e olhamos, temos a capacidade de entender mais a vida e com isso depender menos das dúvidas e das terríveis consequências que elas nos trazem.
Perder tempo, para quê?

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