sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Aquele 1%

Vivemos no limite da nossa paciência quando o assunto é lidar com pessoas que não evoluem e não criam meios de se mostrarem mais acessíveis e simpáticas, pois sempre geram uma onda de discórdia por onde passam e tentam a todo momento fazer da pirraça o seu melhor instrumento de convivência, nem que isso possa resultar na perda de uma amizade, de um relacionamento ou até de uma paciência para a vida inteira.
O desgaste emocional com gente deste tipo é muito grande e terminamos chegando naquele limite quase impossível, que nos consome e nos faz perceber que as nossas forças não são suficientes para suportar tamanha agonia. Conviver com a negatividade todos nós podemos e isso é completamente normal, mas há um padrão que a nossa mente e corpo suportam, pois se formos muito além, ficaremos sem chances de ter uma vida saudável e de encontrar a felicidade nas nossas ações, tamanha é a perda de energia que temos e que compromete a nossa vitalidade.
Recarregamos nossas energias diariamente, com o sono e descanso, mas quando nos deparamos com situações ruins e conflitantes, temos a sensação de que nada evoluiu e que o repouso foi em vão, nos fazendo ter poucas chances de acordar bem e de enfrentar os nossos desafios diários. Nunca vamos estar totalmente energizados e sempre haverá uma atitude ou acontecimento que colocarão em prova a nossa capacidade de reviver e de abrir os olhos para a vitalidade de cada dia.
Evitar atividades e pessoas desgastantes é o primeiro passo para que o nosso corpo esteja, enfim, mais preparado para tudo que possa acontecer. O sucesso e ajustamento mental dependem de um pouco de paz e se nunca conseguirmos isso com as nossas atitudes, jamais seremos capazes de seguir em frente com eficácia e determinação.
Deixar que o nosso limite chegue a 1% da nossa paciência é ruim e quem sofre somos nós.

0 comentários:

Postar um comentário