sexta-feira, 25 de setembro de 2015

As Diversidades Fotográficas

Atualmente o fotógrafo tem várias formas de expressar a sua arte e a atividade que antes era praticada e aprendida de forma tácita, agora tem nas universidades o seu amparo maior quando é oferecida nas mais variadas instituições de ensino, capacitando os profissionais para atuarem em várias áreas, como: jornalismo, moda, turismo, documentação, história, geografia, dentre outras. A arte de fotografar deixou de ser uma ação somente ligada ao talento e passou a ter no seu arquivo as mais variadas formas de capacitação de profissionais que atuam de forma diferenciada e com expectativas bem diversas, já que alguns se especializam em áreas que precisam de muitos investimentos e isso é fator de grande importância para avaliarmos o quanto é relevante a preservação dos direitos legais da autoria fotográfica. A sabedoria do fotógrafo na hora de fazer as imagens e com elas se utilizar para garantir a divulgação da sua arte faz com que a fotografia seja vista como algo realmente sério e eficaz, não perdendo sua capacidade de gerar bons frutos e de humanizar os espaços e trabalhos que realiza. Contando com esta capacidade de variação, é que podemos perceber como a fotografia nunca poderá estar afastada das leis, pois será através delas que terá o amparo adequado, para fazer valer as oportunas ferramentas, e dessa maneira se tornar eficaz e útil para a sociedade e nos propósitos que estiverem sendo levados em consideração na hora da garantia dos direitos individuais e gerais.
Cada área da fotografia denota um cuidado especial e dessa maneira faz com que a importância deste tipo de trabalho seja visto não só como uma expressão artística, mas como um aspecto legal cheio de interferências e que necessita das devidas autorizações para existir, pois um fotógrafo que não cuida dos devidos respaldos jurídicos na hora da elaboração da sua arte, termina caindo num risco grandioso e não efetivando com sabedoria os seus desejos e aspirações legais. Como cidadão, o fotógrafo, dentro da sua diversidade de trabalhos, tem o dever legal de zelar pela idoneidade das suas ações e jamais realizar alguma atitude que possa ferir qualquer aspecto jurídico. Sendo um adjuvante, o fotógrafo tem as leis ao seu lado e poderá usar todas as garantias legais existentes ao seu favor, uma vez que não desrespeitou nenhum preceito legal e nem usou indevidamente a sua arte para tirar proveito daquilo que não era seu por direito.
Ser diverso não significa ser arbitrário e o profissional fotográfico deve ter consciência disso para que a sua atuação não deixe máculas e nem contribua negativamente para a efetivação das mais diversas atividades que forem encontradas na área da fotografia, ramo que a cada dia cresce e se torna um diferencial na sociedade que evolui muito e troca informações mais rápidas a cada dia. Estas diversidades fotográficas estão muito presentes também nas redes sociais onde diversas comunidades são criadas para unificar ou agrupar aspectos fotográficos, buscando com isso a sua valorização e divulgação no mundo digital, favorecendo aqueles que buscam estar mais perto daquilo que realmente lhes interessa para que possam utilizar de alguma forma a informação ou ilustração do tema que escolheram para seguir e comentar.

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