quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Estratégia

Estratégia demais termina complicando as atividades mais detalhadas e que envolvem um pouco de operacionalidade, já que a visão real dos fatos reside neste momento de pura exatidão das situações, onde cada processo é avaliado com olhos mais apurados e não somente com visões distantes e muitas vezes sonhadoras dos reais contextos em que estamos inseridos diariamente.
Claro que a estratégia é essencial, afinal se ela não existisse não teríamos o crescimentos de muitas ações e nem sairíamos do lugar comum para buscar outras oportunidades e sensações, mas se esta não estiver apegada aos mais melindrosos efeitos de uma ação, teremos boas chances de só realizar o que não tem muito fruto e termina causando sérios desvios nos resultados esperados.
O olhar preciso para as ações deve misturar um pouco de estratégia com operacionalidade e dessa forma conseguir entender realmente o que se passa na atividade, fazendo com que ela seja melhor entendida e possa gerar os devidos resultados para todas as partes envolvidas. A sabedoria de nunca deixar de lado o que precisa ser observado é a resposta que precisamos para responder todas as perguntas que vão surgindo no desenvolvimento de algo que requer grandes ajustes, dependendo do momento e da ocasião.
Quando não olhamos os detalhes do que precisa ser valorizado, ficamos corrigindo as falhas em momentos futuros e arcando com as consequências nem sempre frutíferas e eficazes. A forma desordenada de realizar algo é o caminho mais fácil para a desgraça humana e também para que ela possa ter os piores resultados nas atividades que escolher para desempenhar, seja sozinha ou em equipe. 
Estratégias precisam ter vida, mas seu amparo está no grande moinho operacional que roda, roda e vai mostrando todas as qualidades e falhas de uma atividade mastigada e nem sempre digerida com muita facilidade.

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