quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Consumismo em Alta

Por onde andamos, notamos a grande explosão do consumo e principalmente nos shoppings que isto se torna mais real, já que o conforto e as lojas diferenciadas fazem com que o público lote os espaços que temos disponíveis nas cidades, especialmente no Recife, que é a cidade que moro e que sempre acompanho sua evolução e mudanças.
São muitas novidades e promoções e todas elas fazem com que as pessoas gastem constantemente, mesmo com os itens que não precisam muito, mas o preço de ocasião termina fazendo com que as pessoas pensem duas vezes e neste vai e vem de pensamentos, terminam comprando mais um pouco, incluindo os itens que não precisam ou que já possuem no seu estoque caseiro.
Roupas, acessórios, sapatos e utensílios de casa são os mais requisitados no quesito  consumismo, pois sempre há novidades para estes nas viradas de coleções ou nas invenções que são feitas para facilitar a vida de todos nós no ambiente doméstico. Quando vamos notar, a nossa casa e guarda roupas estão entupidos de coisas que usamos pouco ou que poderiam ter sido compradas em outra ocasião, quando realmente existisse a necessidade.
Ir a um shopping é uma tarefa árdua, principalmente se o cartão estiver com a data boa para compra e se as facilidades de crédito estiverem em alta. Conter a voracidade do consumismo dentro de nós é como domar um leão que insiste em nos morder e nos arranhar a cada minuto, nos lembrando dos tão encantadores itens que nos esperam nas vitrines, araras ou prateleiras das lojas.
Em conversa de vendedor alguns caem, mas hoje em dia o que interfere mesmo são as mudanças tecnológicas que fazem com que as pessoas busquem sempre estar em sintonia com o item mais moderno e que tenha os melhores recursos da categoria, nem que isso signifique vários meses de aperto e de dívidas sem fim no cartão de crédito.
A melhor maneira ainda e consumir com cautela e sem excessos, mesmo que isso seja visto como impossível para a maioria das pessoas que só percebe o estrago que fez quando a soma dos rendimentos é insuficiente para saldar o rombo que foi feito e que representa várias preocupações, por vários meses das nossas vidas.

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