quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Comer até Morrer

Comprei este livro e fiquei impressionado com o que vi, pois as resenhas e imagens das mais variadas comidas espalhadas pelo mundo são uma viagem interessante para quem gosta da gastronomia ou simplesmente admira a arte de comer bem e diferente.
Na verdade o livro não traz comidas muito óbvias e o que encontramos são iguarias exóticas e muitas vezes desconhecidas do grande público que certamente faria bico para provar os pratos sugeridos. 
Eu literalmente viajei nas imagens e isso é mais um detalhe do livro que possui 960 páginas, pois cada nova observação nos traz um alimento novo e uma imagem deslumbrante de tudo que é falado. O foco é perfeito e valorizam muito o que está sendo exposto, pois enriquece os detalhes que ninguém geralmente observa nos alimentos.
Alimentar-se bem é maravilhoso e nos dá sempre uma sensação de felicidade e paz. Basta comer na quantidade certa e o que desejamos que a sensação é essa. Nosso corpo fica relaxado e não há nada que tire da nossa mente a bela sensação de uma refeição bem realizada.
Exageros são comuns, mas neste caso a sensação é outra e compromete o nosso corpo, fazendo com que ele trabalhe demais e nos exponha aos mais variados males, pondo em risco a nossa saúde e comprometendo a nossa vontade de comer mais e mais.
Comer até morrer não vale. Vale comer para não morrer.
Não morrer de desejo, não morrer de vontade...
Quem disser que comer é ruim, ou é doido ou tem problemas intestinais, pois deve ficar inchado e com dificuldades de digerir os alimentos que são consumidos por todos nós diariamente. Pena que esta atitude tão natural do homem, se não for bem moldada, será um prejuízo sem fim para o nosso futuro, pois com a onda de alimentos cada vez menos saudáveis e industrializados, cheios de conservantes, fica muito difícil satisfazer nossa fome sem que uns quilinhos a mais nos acompanhem.
Eu gosto de tudo e quando eu reclamar de uma comida, podem saber que estou doente ou a comida foi mal preparada.
Uma vez o médico me disse que eu podia comer até pedra, mas como isso não é permitido, pois não tenho como mastigar algo tão duro, me contento com os alimentos mais saborosos da nossa culinária e que nos fazem lamber os beiços de tanta satisfação.
Não precisa ser uma iguaria das que vi retratadas no livro, mas algo mais singelo, inigualavelmente gostoso e inesquecível. 
Salve o pacotinho de cuscuz!!!  
Adoro...

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