sábado, 13 de fevereiro de 2016

Ruim de Verdade

Compramos alguns produtos pela qualidade, mas algumas vezes somos fisgados pelas armadilhas dos preços baixos e, como não conhecemos os produtos, temos aquela atitude que todos possuem, que é de "testar para ver se presta".
Em alguns casos a surpresa é boa e termina nos fazendo crer que a qualidade nem sempre está relacionada aos altos preços, embora em alguns momentos o preço seja definitivo para demostrar se algo presta realmente ou não, tamanha é a ótima ou péssima qualidade dos produtos empregados na sua elaboração.
Sabemos que muitas vezes a marca determina o preço, assim como processo de fabricação empregado, que se for muito elaborado poderá ter um maior valor agregado ao produto. O que nos assusta muito é perceber que o preço costuma ter uma jogada de propaganda para ser elevado e faz com que muitos caiam nessas armadilhas na hora da compra, perdendo a noção de quanto realmente as coisas valem.
É certo que o preço é motivado pelo desejo pessoal que cada um tem pelos bens que necessita e valoriza, mas algumas vezes terminamos perdendo a noção do que realmente importa e nos faz pagar um pouco mais em determinados momentos da nossa vida. Um produto de altíssima qualidade nem sempre é duradouro, bonito ou agradável aos olhos e isso vai depender do uso que fazemos, pois uma seda pura poderá se tornar um papel crepon nas mãos de alguém descuidado, assim como um diamante poderá gerar muitos riscos na imagem daqueles que não sabem dosar as suas escolhas.
Ruim de verdade é aquilo que não presta para nada e não cumpre o seu papel quanto ao uso e utilidade, gerando só negatividade e nada que possa ser considerado positivo dentre todas as características que apresenta ao consumidor desatendo e crédulo das inúmeras inverdades que são descritas na embalagem, quando há.
Algumas vezes temos que analisar o produto pelo tato e isso até ajuda para quem conhece das coisas, mas para aqueles que não possuem o mínimo de informação de alguns dados essenciais, fica muito difícil acertar.
Ruim mesmo é perder dinheiro com compras erradas ou pagando mais caro por produtos que não cumprem o seu papel e terminam se tornando aquisições que só nos dão dor de cabeça e nos fazem ficar com o bolso furado. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Aquele 1%

Vivemos no limite da nossa paciência quando o assunto é lidar com pessoas que não evoluem e não criam meios de se mostrarem mais acessíveis e simpáticas, pois sempre geram uma onda de discórdia por onde passam e tentam a todo momento fazer da pirraça o seu melhor instrumento de convivência, nem que isso possa resultar na perda de uma amizade, de um relacionamento ou até de uma paciência para a vida inteira.
O desgaste emocional com gente deste tipo é muito grande e terminamos chegando naquele limite quase impossível, que nos consome e nos faz perceber que as nossas forças não são suficientes para suportar tamanha agonia. Conviver com a negatividade todos nós podemos e isso é completamente normal, mas há um padrão que a nossa mente e corpo suportam, pois se formos muito além, ficaremos sem chances de ter uma vida saudável e de encontrar a felicidade nas nossas ações, tamanha é a perda de energia que temos e que compromete a nossa vitalidade.
Recarregamos nossas energias diariamente, com o sono e descanso, mas quando nos deparamos com situações ruins e conflitantes, temos a sensação de que nada evoluiu e que o repouso foi em vão, nos fazendo ter poucas chances de acordar bem e de enfrentar os nossos desafios diários. Nunca vamos estar totalmente energizados e sempre haverá uma atitude ou acontecimento que colocarão em prova a nossa capacidade de reviver e de abrir os olhos para a vitalidade de cada dia.
Evitar atividades e pessoas desgastantes é o primeiro passo para que o nosso corpo esteja, enfim, mais preparado para tudo que possa acontecer. O sucesso e ajustamento mental dependem de um pouco de paz e se nunca conseguirmos isso com as nossas atitudes, jamais seremos capazes de seguir em frente com eficácia e determinação.
Deixar que o nosso limite chegue a 1% da nossa paciência é ruim e quem sofre somos nós.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Xanhas Carnavalescas

Após o carnaval é sempre a mesma história...
Doenças de todos os tipos aparecem; algumas passageiras, outras mais duradouras. Os excessos dos dias de folia reverberam em muitos outros problemas e fazem com que as pessoas fiquem doentes de tudo: viroses, gripe, conjuntivite, esgotamento físico, insolação, dores no corpo, contusões, diarreia e tantas outras mazelas. É muita Zika junta...
Os alimentos que foram servidos nos pontos de animação nem sempre eram saudáveis e bem preparados e, conjugados com outros fatores, terminam levando o nosso corpo a um colapso de sensações, nos deixando um pouco desaminados e sem muita disposição para aproveitar os dias de trabalho que sucedem o carnaval e que são necessários para a nossa existência e sustento.
Nos dias de festa gastamos tudo que tínhamos: dinheiro, saúde, energia, perdemos o sono e deixamos o pudor de lado usando as mais variadas fantasias e expondo o nosso corpo ao frio, calor e demais agentes contaminadores.
Vi muitas aberrações no carnaval e a maioria delas estava relacionada à alimentação, pois a forma desorganizada como tudo era preparado fazia com que o risco de doenças aumentasse ainda mais e comprometesse a saúde de todos.
A bebida em excesso também era detalhe muito fácil de ser observado e muitos passavam mal pelo simples fato de esquecerem de hidratar o seu corpo, pensando que somente a cerveja era necessária e indispensável para matar a sede. 
Em Olinda e Recife sempre encontrávamos locais mais organizados, lotados, ainda disponíveis. A maioria, infelizmente, ainda eram compostos por barracas improvisadas que vendiam os temíveis "espetinhos de salmoura e sol", o ofensivo "camarão comeu morreu" ou quem sabe o matador "cachorro quente completíssimo". As especiarias do carnaval eram preparadas em locais inadequados, sem limpeza alguma e o que fazia as pessoas passarem da morte era a salvação divina que abençoava os intestinos e aparelhos digestivos menos preparados.
Eu fiquei na água e nos pequenos lanches. Não tive coragem de maiores extravagâncias e ainda consegui chegar bem na quarta-feira de cinzas, quando um terrível esgotamento físico me consumiu e me fez dormir feito um anjo.
Quando acordei, a sensação era de não ter dormido nada e isso era reflexo do cansaço dos dias de folia, embora tenha aproveitado da minha forma básica: mais olhando que pulando.
Imagino quem se jogou com tudo na festa, pois os reflexos devem estar terríveis e as sensações nada boas. As xanhas carnavalescas não param de surgir e cada pessoa que converso me conta um sintoma diferente. 
Reflexos da popularidade...
Muita gente reunida dá nisso. O contato e a troca de informações (literalmente) nos faz acumular mais do que precisávamos. 
E vamos vivendo...
Uns melhores, outros ruins, mas todos vivos. 
No carnaval ninguém reclama de nada, mas quando as obrigações começam a chegar, as queixas são muitas. É muito mais fácil brincar que trabalhar, não é mesmo?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Tra, Tra, Tra, Tra, Tra

"Eu me vingo de tu no carnaval..."
Parecia perseguição, mas por onde eu andava no carnaval me deparava com a rajada de tiros da metralhadora que tocava insistentemente no carnaval e colocava mais uma modinha musical nas ruas e na boca do povo, influenciando os ritmos e vestimentas das pessoas, que neste ano estavam mais camufladas do que nunca.
Todo carnaval é assim e se não tiver algo para pegar moda, não vale a pena. É esse quesito que influencia as fantasias e a motivação das pessoas para saírem dançando por aí, mostrando um pouco das suas fantasias.
"Quem é essa papai?" também foi a frase mais destacada nas camisas que desfilaram no carnaval toda a sua criatividade e interatividade com os assuntos da atualidade, deixando tudo com um toque de brincadeira e fazendo com que determinados assuntos mais pesados fossem vistos de uma forma mais leve e que não nos levasse a ficar tristes.
Tudo se transformava em piada e até os bonecos de Olinda adotaram fisionomias de personagens conhecidos, sejam eles do bem ou do mal. Todos estavam lá reunidos e fazendo a festa da população, gerando uma grande euforia com as suas passagens pelas ruas estreitas e lotadas do centro histórico.
Metralhada mesmo foi de gente...
Por todos os lados e sem fim. Era turista que não acabava mais e parecia que estávamos num mundo paralelo ao que diariamente conhecemos, tamanha era a variedade de línguas e aparências que víamos circulando pelos pontos de animação.
Do Galo da Madrugada até o Arrastão do Frevo, tudo foi animação e pude registrar alguns momentos, dentro das minhas possibilidades de folião amador e pouco interativo com a folia da agonia. Preferia escolher um cantinho para chamar de meu e dele captar os melhores momentos de cada local que passei e das pessoas que vi. Era bem mais divertido e não me cansava tanto. 
Foi tiro para todo lado, mas saí vivo dessa folia. Ainda bem!
Ano que vem tem mais.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Os Gigantes e o Orquestrão

No último dia de carnaval, os Bonecos Gigantes de Olinda tomaram conta da festa. No Recife Antigo uma grande orquestra finalizou o evento com o dia já claro, fazendo um grande arrastão do frevo pelas ruas da cidade.























segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Recife Antigo e Folião

E o Recife Antigo estava lotado este ano... Gente demais para aproveitar o carnaval e para curtir os blocos tradicionais da nossa folia.








domingo, 7 de fevereiro de 2016

Olinda Invadida


O calor e a quantidade de pessoas que circulavam por Olinda hoje estavam exagerados e se tornava difícil circular pelas ruas estreitas da cidade histórica. 
Mesmo assim a animação não parou e houve até reunião dos super heróis no Alto da Sé. O carnaval de Olinda tem fantasias criativas, gente de todas as partes do Brasil e do mundo e muita descontração.
Um pouco desta folia na galeria de fotos de hoje.































Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...