Mostrando postagens com marcador Telefone Celular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Telefone Celular. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Tem Crédito?

Não adianta ter um celular bombação se faltam créditos para ligar ou acessar a internet. Parece mentira, mas esta é a realidade da maioria das pessoas, pois investem um bom dinheiro num aparelho que termina não cumprindo todas as suas funcionalidades e ficando sempre refém do wi-fi amigo que encontrar pelo caminho.
A síndrome do celular avançado atinge muita gente e basta observar as pessoas nas ruas para perceber que a satisfação não é ter barriga cheia e contas pagas em dia, mas sim um celular ostentação para chamar de seu, ainda que 90% dos aplicativos pareçam um bicho para a maioria das pessoas e terminem somente ocupando espaço na memória que sempre está cheia, já que ter um cartão de memória é outro investimento que muitos não fazem, a não ser que este já venha como brinde na compra do aparelho.
Hoje o celular não é mais como antes e fazer uma ligação é algo que fica cada dia mais extinto, onde as pessoas ficam cada vez mais especializadas em mandar mensagens e usar as redes sociais para se comunicarem, ainda que isso não represente um vínculo afetivo muito forte. Vale mais o destaque e a capacidade de responder rapidamente as mensagens, como os mais variados bonequinhos que os aplicativos disponibilizarem.
Crédito que é bom, ninguém tem.
Alguns estabelecimentos comerciais tem que expor bem nitidamente a disponibilidade de conexão wi-fi para poderem fazer com que os clientes permaneçam no local, especialmente quando for um restaurante ou similar. Sentar numa mesa e conversar não é mais prioridade e esse crédito de amizade vai ficando cada dia mais raro de acontecer, já que a satisfação pessoal da maioria está na tela sensível ao toque, mas imune aos sentimentos mais importantes da vida do homem.
Nos importamos com o crédito do celular, mas esquecemos que perdemos o crédito da vida, da satisfação pessoal e das melhorias que adquirimos quando nos comunicamos verdadeiramente e sem a frieza que hoje foi estabelecida entre as pessoas do mundo inteiro, as quais usam a imensa facilidade de comunicação da internet de forma individualista e nem sempre compartilhada.

Meus créditos expiraram, a paciência também!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Nosso Lindo Selfie... #SQN

É tão engraçado essa nova mania das pessoas de usarem o celular para realizarem os mais variados "selfies" contando com a ajuda de um suporte que recebeu o apelido horroroso de "pau do selfie" e agora se consolidou como item obrigatório para qualquer pessoa que necessite realizar uma foto sua ou de alguém especial que esteja ao seu lado.
Mais ou menos assim...
Essa era a regra romântica, mas na prática o que existe é o aproveitamento e uso das pessoas para que a foto "pareça" feliz e sincera. Basta que o registro seja realizado para que a cara feia seja notada ou quem sabe o namorado e a namorada se afastem e fiquem novamente olhando, cada um, da sua forma, para os seus respectivos celulares, pois hoje em dia a comunicação está mais presente nos aparelhinhos do que na voz das pessoas e isso reflete em muitos aspectos negativos e que só atrapalham a relação.
Um "Bom Dia" é bem menos significativo do que o toque de uma nova mensagem no "whatsapp" e os novos aplicativos são mais importantes que as novidades que poderemos ter vivenciado no nosso cotidiano e que não se tornam importantes devido a sua incapacidade de serem "sincronizadas com as demais redes sociais disponíveis".
Quando registrei a foto desta publicação fiquei pensando justamente nestes aspectos da vida e ao observar o trio por alguns instantes notei claramente a intenção de fazer bonito na foto e não de se relacionarem, pois eu não sabia se o rapaz era namorado da menina ou se recebia para ser modelo na foto, pois ela beijava ele, fazia biquinho, abraçava, mas só na foto...
Após estes instantes mágicos, ela o deixava de lado e só tinha olhares para o celular. Talvez ela namorasse com a máquina e ficasse com o namorado nas horas vagas, especialmente naquelas em que o "selfie" fosse necessário para alimentar as redes sociais.
Essa é a realidade de hoje em dia, onde os celulares tecnológicos se tornaram mais importantes que as pessoas e o vício que causam no ser humano transforma relações em verdadeiras agonias, pois ninguém sabe ao certo o que existe de fato e onde o amor está residindo. Precisamos do calor humano, do sorriso franco, do abraço verdadeiro e do amasso necessário.
Pose por pose, é melhor ficar sem registro...
É por isso que prefiro registrar lugares e momentos, pois para estes a verdade não fica comprometida e os retoques não precisam ser feitos nos diversos filtros que os aplicativos disponibilizarem, aumentando ou diminuindo a intensidade da mentira contida nas imagens que só refletem a beleza de uma vida existente nas redes sociais.
A felicidade é mais que isso e merece ser tratada como tal.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Doença do Celular

Há uma epidemia nas ruas causada pelo uso indevido do celular, indiscriminado, irrestrito e sem limites. É uma doença comum, mas que causa alguns transtornos como: 
Irritação - Quando a internet está lenta.
Tendinite - Os dedos fazem movimentos repetitivos 24 horas por dia.
Olho Seco - As telas estão sempre nos nossos olhos, ressecando a nossa retina.
Afastamento Social - Nada mais importa na vida, só o celular.
Falta de Assunto - Desaprendemos a conversar e vamos ficando sem voz a cada dia
TOC - Sempre queremos ter o modelo mais atual de celular, o que nos possibilite ter mais aplicativos, mais possibilidades de conexão.
Isolamento - As pessoas se afastam cada vez mais das outras e não conseguem valorizar mais nada.
Síndrome do Carregador - Quando não há um por perto, buscamos os piratas para abastecer o nosso aparelhinho que tem de tudo, menos uma bateria infinita.
Contaminação - Como substituímos tudo pelo celular, terminamos usando ele no banheiro, guardando dentro da cueca, na meia, mas isso não tem a menor importância, pois bactérias não são visíveis.
Problemas na Escrita - Na ânsia de responder todas as mensagens ao mesmo tempo, desenvolvemos uma doença que nos faz abreviar tudo e esquecer como realmente as palavras são escritas. O problema é tamanho que chegamos a um ponto de nem lembrar o significado de nada e acreditamos que as palavras que escrevemos fazem parte da gramática. 
Esses são apenas alguns exemplos desta agonia conjunta que a maioria das pessoas adquiriu, pois basta olhar as mais simples ações que perceberemos o celular contribuindo para a nossa desgraça e para a nossa baixa produtividade, seja no trabalho ou na vida pessoal, pois se de um lado perdemos tempo e atenção atendendo o celular ou dando aquela olhadinha no bate papo ou nas redes sociais, do outro esquecemos que somos gente e que os relacionamentos precisam de algo mais e que não tenha uma tela sensível ao toque. Preferimos tocar numa tela dura do que sentir o pulsar da vida ou quem sabe o macio de uma pele que vibra de uma forma mais intensa do que o toque do celular, que nos deixa escravos e com grande dificuldade de melhorar nossas ações, onde a satisfação maior vai ser receber um abraço ao invés de uma mensagem com abreviações que nem sempre são entendidas pelos menos afetados pela doença do celular.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Celular Viciante

Hoje em dia o celular faz de tudo e as funcionalidades que ele apresenta, faz com que as pessoas fiquem viciadas nos seus botões ou tela, digitando o tempo todo e usando os mais variados aplicativos que só possibilitam uma coisa: o distanciamento entre as pessoas e a extinção cada vez maior de uma comunicação mais calorosa.
Ontem estava assistindo aula e percebi que o professor só olhava para mim, falando sobre o assunto. Pensei que era porque estava sentado nas primeiras cadeiras e a maioria das outras pessoas no final da sala, mas quando olhei para trás percebi que os outros colegas de sala não estavam prestando atenção na aula. Ou estavam conversando ou estavam usando as funções do celular. A maioria estava vidrada na tela do celular. Tem gente que nem fala mais com você, não dá boa noite e só consegue usar o celular. O tempo em sala de aula ficou pequeno para as duas atividades.
Isso não acontece somente nas salas de aula e percebemos isso nos restaurantes, quando as pessoas ao invés de conversarem e de aproveitarem o momento, terminam usando o celular para fotografar o prato e divulgar nas redes sociais. Tudo bem que todo mundo já fez isso um dia, mas tornar isso uma prática constante e irritante já é demais.
As pessoas só possuem olhos para as telas sensíveis ao toque e a modernidade das pequenas máquinas eletrônicas, que terminam perdendo o sentido da telefonia e acabam sendo aparelhos multifuncionais, que possuem de tudo um pouco e vão, aos poucos, deixando as pessoas viciadas e sem chances de se libertar daquela agonia sem fim.
Meu celular não acessa internet. Só faz ligações e manda mensagens. Ele é assim por opção e até agora não senti necessidade que isso mude. Estou satisfeito com a minha forma arcaica de falar com as pessoas, de sentir a emoção nas ações que faço e de prestar atenção no que os outros falam sem ter que ficar com tendinite nos dedos devido ao uso incansável dos aparelhinhos cada vez mais ágeis e cheios de coisinhas diferentes.
Não critico quem usa, mas a forma de usar.
Precisamos perceber que temos outras coisas e pessoas para observar e que a vida não se resume numa tela colorida, que parece um caleidoscópio, onde a cada momento novas imagens e situações aparecem para nos fazer perder o sentido da vida e ficar valorizando somente o que não nos proporciona sentimento de verdade, uma vez que a comunicação com o celular é fria, pois geralmente utiliza as infindáveis mensagens dos aplicativos e das redes sociais. Hoje em dia realizar uma ligação para alguém é comum, mas com o passar do tempo se tornará rara, já que a voz está se tornando a segunda opção e dando espaço às frases mal escritas, cheias de erros e que só minam a nossa paciência.
Está comprovado que algumas pessoas passam mais tempo navegando no seu celular do que na sua vida real. Não sei como conseguem, mas é uma realidade...
Será que se transformaram num "Android" e a sua voz agora se chama "WhatsApp"?
Pode ser...
Liga para mim e me fala, por favor. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Vai TIMbora!!!

Antigamente ter um telefone fixo em casa era sinônimo de status social e não era todo mundo que podia ter esse luxo, pois o sistema era caro e restrito aos mais abastados. Na minha casa mesmo quando minha mãe comprou um telefone, após anos e anos de tentativas frustradas através da falecida TELPE, foi uma alegria só e eu me sentia a pessoa mais incrível da face da terra, pois agora tinha um número fixo para compartilhar.
Ligar de um orelhão, abastecido com fichas, era algo incomum, sendo mais costumeiro ir até a sede da TELPE para solicitar uma ligação a uma telefonista, pagando os olhos da cara por poucos minutos de conversa. 
Ainda lembro minha mãe solicitando as ligações e indo falar nas cabines telefônicas... Isso passou e agora até os orelhões estão esquecidos e abandonados, pois além de sujos e cheios de bactérias, só vivem com defeito.
Agora o celular impera no mercado e faz com que as pessoas tenham várias linhas ao mesmo tempo para aproveitar as promoções que as operadoras oferecem e que são apenas um pretexto para que os pais de santo não fiquem só "recebendo" ligações e façam, pelo menos uma vez no mês, um crédito de míseros R$ 5,00.
Mais vale ter um celular top de linha sem créditos do que não ter. O meu tem três chips e só. Ainda tenho esse excesso de linhas devido aos trabalho e as comodidades das operadoras que optei. Não tem câmera, não acessa internet, não, não e não. Gosto do celular só para ligar, até porque as operadoras agora oferecem serviços que não funcionam direito e só fazem os bestas ficarem gastando os créditos diários para acessar um serviço que não existe.
Agora estão anunciando a conexão 4G, mas só queria saber de quê? 4G de mentiras? Só pode, pois o 3G é uma droga e em determinados horários o sinal é péssimo e lembra muito aquelas conexões discadas do início da internet, quando ficávamos horas esperando abrir uma página que sempre estava fora do ar.
Algumas operadoras nem possuem sinal adequado e fazem com que os nossos créditos acabem num piscar de olhos, nos fazendo ter acessos de raiva quando, de repente, no melhor da conversa, escutamos um pequeno "bip" sinalizando que a linha caiu e que teremos que gastar mais alguns centavos para completar a nossa conversa.
Vai TIMbora!  É o que me dá vontade de dizer sempre, pois se não fica Claro para mim enxergar um serviço adequado e Vivo, como poderei dizer Oi para os meus amigos?

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Esquecidos no Presente

O uso do telefone celular nos trouxe muitos benefícios e o maior deles, foi poder ter ao nosso lado um aparelho que nos possibilite falar com o mundo de forma mais rápida e eficiente, embora os preços cobrados para alguns serviços ainda sejam salgados. Ainda bem que existem as promoções das operadoras que facilitam um pouco a nossa vida, quando o sinal permite, claro.
Um aspecto que mudou muito com tudo isso foi o uso dos orelhões públicos, que de tão obsoletos se tornaram nojentos. Sempre encontramos estes aparelhos com duas características: ou sujos ou quebrados. Algumas vezes com as duas combinações juntas. Os mais limpinhos são os que ficam em locais fechados, mas os que ficam nas ruas, geralmente estão imprestáveis para o uso e faz com que muitas pessoas os evitem de todas as formas.
Sem contar que os cartões de crédito usados para as ligações acabam logo e não demoram nem os três minutos que antes eram cumpridos fielmente pelas fichas. Fica mais caro ligar do orelhão do que colocar créditos no celular.
A facilidade de comprar um aparelho de celular é muito grande e isso gera um descrédito terrível aos antigos e esquecidos orelhões que terminam sendo causadores de acidentes nas ruas, pois terminamos esquecendo que eles estão nas esquinas e os tombos são muitas vezes inevitáveis. Eu mesmo já bati em alguns.
Outro dia usei um orelhão, pois o meu celular descarregou e fiquei sem ter como me comunicar com a empresa e a dificuldade para conseguir um telefone em bom estado não foi a minha pior surpresa, mas sim conseguir comprar um cartão com créditos. As barraquinhas não vendiam e parecia que eu estava pedindo algo fora da realidade ou que não existia mais. Os celulares fazem de tudo e a fala terminou ficando em segundo plano. É possível acessar a internet, publicar fotos, jogar, agendar compromissos, calcular, ouvir músicas, pagar contas, acessar a conta bancária e muitas outras opções.
O pobre do orelhão não faz nada disso e por isso está tão esquecido no tempo e ficando cada vez mais difícil o seu renascimento. Ainda existem porque os contratos com a ANATEL exigem e porque ainda são úteis para situações de emergência ou para quando os celulares ficarem sem carga. Somente assim encontram serventia e conseguem cumprir o seu papel na sociedae cada vez mais moderna e exigente.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...