terça-feira, 8 de setembro de 2015

Aplicabilidade do Direito de Imagem

Quando o assunto é a aplicabilidade da legislação do direito de imagem, percebemos o quanto é difícil seguir as determinações legais, ainda que poucas dedicadas exclusivamente ao tema. Tal fato se dá pela própria falta de profissionalismo dos fotógrafos, que ainda desconhecem a legislação e as regras básicas de comercialização da sua arte, fazendo com que o controle fique ineficaz e comprometa várias ações que possam tomar, criando para eles próprios armadilhas legais se ficarem diante de clientes astutos e que usem de artifícios inescrupulosos para tirar proveito das situações.
Um fotógrafo pode ser o réu de uma situação que ele mesmo idealizou e projetou como ideal para a sua carreira e isto acontece justamente porque os devidos cuidados legais e contratuais não foram providenciados, criando um processo de entropia desnecessário. O fotógrafo se vale mais dos direitos autorais como um todo do que do direito de imagem propriamente dito, haja vista que muitas interpretações são feitas de forma análoga e não como deveriam ser realmente se tivessem artigos mais específicos e com mais precisão dos fatos oriundos da arte fotográfica. 
Se formos levar esta aplicabilidade para o assunto das redes sociais é que perceberemos como a situação é ainda mais complicada de ser administrada, pois nesta área a maioria dos fatos ainda não foram colocados para debate e consequente julgamento. Existe uma forma paralela de julgar fatos que são mais comuns do que imaginamos e a falta de assistência jurisdicional termina deixando com que isso se torne um fator de grande descaso e tema de estudo para legislações futuras. 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O Carro Quase Quebrado

Na volta para casa, resolvemos conhecer algumas praias do litoral alagoano e as escolhidas foram a Praia da Sereia, Barra de Santo Antônio e Carro Quebrado. Ao sair de Maceió, pegamos um pequeno congestionamento que poderia ser evitado, já que o cruzamento que gerava toda a confusão não tinha um sinal de trânsito para domesticar os furiosos e mal educados motoristas. Sempre que deixam esta espécie sem o mínimo de regras, a confusão é gerada. Vergonhoso.
Depois deste probleminha, fomos até a Praia da Sereia e lá pudemos comprovar a beleza do local, que apesar de ser perto da capital, mantém uma aspecto intocado e pouco explorado nas suas margens, algo que em muitas praias termina sendo uma agonia, já que a invasão dos espaços próximos ao mar termina sendo uma péssima ideia.
Logo adiante, seguimos para a cidade de Barra de Santo Antônio e lá verificarmos que a praia do local é na verdade um grande encontro de mar e rio. Seguimos até um local que divide a Praia de Barra de Santo Antônio e mostra a belíssima Praia de Carro Quebrado, a qual só tem acesso através de uma longa caminhada pela orla ou por um canavial fechado e de difícil mobilidade. Tive medo de realmente quebrar o carro em alguns locais e o pior é que as pequenas estradas que levam até o mirante não possuem nenhuma indicação e isso torna a descoberta uma aventura. 
A praia justifica o nome que recebeu. Um local realmente complicado de chegar, pois o perigo de ficar no meio da estrada é grande e acredito que em dias de chuva, o alerta deve ser ainda maior, já que as estradas são de barro e possuem péssima manutenção.
Fui por conta própria, mas na cidade de Barra de Santo Antônio existe um serviço de transporte disponível com guias de turismo especializados. Recomendo, se o visitante não for destemido ou se não gostar de grandes surpresas.
Fora isso, o passeio foi tranquilo e o susto demorou um pouco a passar, porque fiquei preocupado caso o carro tivesse realmente quebrado naquele lugar tão distante e sem estrutura alguma. A beleza compensa e quem vê a imagem que ilustra este texto pode comprovar o que digo.
Seguindo a estrada de volta para casa, passamos na Praia de Maragogi para comprar umas bolachinhas doces e salgadas, tradição na região. O almoço foi na Praia de São José da Coroa Grande, já no Estado de Pernambuco.
Nas proximidades da Praia de Tamandaré havia um congestionamento terrível e gastamos duas horas a mais num percurso que geralmente é feito em dez minutos. A estrada estava movimentada, o que é normal em períodos de feriadão, quando muitas pessoas procuram o litoral para se divertirem ou quem sabe esquentarem ainda mais a cabeça com as grandes movimentações que ocorrem por todos os lados do nosso belo e procurado litoral.






domingo, 6 de setembro de 2015

Perna Larga e Bunda Seca

Quando eu era criança e estudava sobre a história do Brasil, sempre me referia ao Marechal Deodoro da Fonseca, como "Perna Larga e Bunda Seca", pois era uma forma diferente de rimar o seu nome e assim me divertir um pouco com o que aprendia. Pois bem, hoje fui conhecer a cidade onde ele nasceu e ela fica em Alagoas. Em homenagem ao presidente ilustre, o primeiro do Brasil, a cidade hoje leva o seu nome e tem uma boa história para nos mostrar, pois os seus casarios antigos mostram um estilo colonial bem elaborado e que muito tem a oferecer para a nossa história. 
O centro histórico da cidade de Marechal Deodoro passa por obras de requalificação e sei que em pouco tempo oferecerá um conforto maior aos visitantes que ali vão para passear e conhecer um pouco das regionalidades de cada lugar. A cidade fica bem próxima da capital Maceió e passamos por lá porque era caminho da Praia do Francês, um dos nossos destinos no dia de hoje. 
Como o trânsito estava intenso, deixamos a Praia do Francês para a volta e seguimos para a Praia de Barra de São Miguel, que foi vista só de passagem, já que a movimentação era intensa e afetava um pouco a nossa mobilidade. Não há coisa pior do que ficar parado num congestionamento numa praia, pois a sensação é de que estamos perdendo o dia e deixando de aproveitar o sol e mar.
Seguimos para a Praia do Gunga e do mirante avistamos a imensa plantação de coqueiros, assim como a Praia de Barra de São Miguel e a Lagoa do Roteiro. Uma visão bela e cheia de encantos. Apesar do trânsito intenso para ter acesso ao balneário, resolvemos ficar e como a propriedade é particular, tivemos que pagar uma taxa para ter acesso ao local, que oferece banho de rio, mar e tudo isso misturado.
A Praia do Gunga tem três perfis: um mundiça, um melhorzinho e o sofisticado. Logo no início a farofa impera e isso se dá porque o local tem águas mais calmas e que possibilitam uma maior aglomeração de pessoas, as quais bagunçam tudo e sujam o que podem e não devem. Mais adiante encontramos um espaço melhor para ficar, embora o atendimento das barracas seja sofrível e com preços estratosféricos. Para quem procura um pouco mais de paz, o ideal é seguir um pouco mais adiante e ficar numa área bem deserta e sem muitas interferências dos dois níveis anteriores.
A Praia do Gunga me conquistou pela beleza que tem, mas precisa de um pouco mais de atenção a alguns detalhes simples, como limpeza das areias e serviço das barracas de praia. Quem for com fome, provavelmente deve morrer esperando o atendimento ou a chegada do prato, que quando vem está frio e com cara de passado.
Na volta para Maceió, passamos na Praia do Francês e pude relembrar o passado, quando meu pai nos levava para curtir o verão por ali. A praia mudou demais e hoje está uma mundiça pura, além de agitada e cheia de sujeira na sua areia. A falta de planejamento e de educação das pessoas assusta.
Mesmo assim valeu o passeio, pois pude ver um pouco do artesanato local e como é feita a famosa renda filé, que tanto admiro e tenho em minha casa.
Andei um bocado e quem terminou ficando de perna larga e bunda seca fui eu...




































sábado, 5 de setembro de 2015

Alagoas dos Milagres

O feriadão começou cedinho e partimos com destino a Maceió, só que com algumas paradinhas...
Sabia que queria conhecer São Miguel dos Milagres, mas tinha dúvidas de como chegar e resolvi sair perguntando informações para descobrir o caminho mais breve. Ao entrar no Estado de Alagoas é fácil perceber que o lugar é diferente, pois a imensidão de coqueiros que aparecem são um destaque a mais para a paisagem bela e que contempla águas claras, nos tons azul claro e verde, numa temperatura morna e calmante.
Na Praia de Japaratinga, nossa primeira parada, o visual é lindo e temos belas paisagens para desfrutar, pois em alguns momentos a agitação do vilarejo vai dando espaço a espaços mais calmos, como é o exemplo de uma praia chamada Barreiras do Boqueirão, nome feio, mas que nos oferece uma linda orla, com muita tranquilidade e sombra por todos os lados. 
Entre mirantes e belezas naturais, seguimos de balsa até a Praia de Ponta de Pedras, que na verdade é mais um rio que mar, onde os pescadores aportam as suas jangadas e mostram o resultado de um trabalho exaustivo em busca da pesca que abastece os vários restaurantes da região.
Seguimos em direção a outro vilarejo e lá encontramos as Praias do Toque e São Miguel dos Milagres, locais tranquilos e de rara beleza, propícios para o descanso e contemplação do mar calmo e de águas transparentes.
Ficamos lá aproveitando estas belezas todas e depois, no final de tarde, seguimos para Maceió e após umas duas horas de viagem chegamos à capital do Estado de Alagoas, com todas as suas belezas e orla movimentada, onde podemos encontrar vários restaurantes, lojas de artesanato e vistas de tirar o fôlego.
Foi um dia bem proveitoso e pude conhecer um caminho diferente para chegar até Maceió, onde a maior parte do percurso é feita margeando o mar e contemplando uma paisagem muito atrativa e cheia de belezas. Na minha infância sempre tive boas recordações da cidade e hoje percebo que ela pouco evoluiu em alguns aspectos, mas tem um turismo bem mais explorado que antes, mas ainda conservando os aspectos primordiais para garantir as belezas naturais.
Amanhã tem mais...






















Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...