sábado, 17 de janeiro de 2015

Par de Ases

Passei o dia tentando agradar
Não sei direito o que aconteceu
Pus meu relógio para despertar
Se não tocou é só problema meu

Nem sempre a gente acerta em tudo
E muitas vezes fala demais
Mesmo assim
Se você me pedir, eu mudo
E ainda prometo um par de ases

Passei o dia tentando agradar
Não sei direito o que aconteceu
Pus meu relógio para despertar
Se não tocou é só problema meu

Nem sempre a gente acerta em tudo
E muitas vezes fala demais
Mesmo assim
Se você me pedir, eu mudo
Se você implorar, eu mudo
Se você insistir, eu mudo
Ainda prometo muito mais


Composição: Tiê

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Comportamentos, Comportamentos....

Hoje cedo quando fui caminhar, vi uma mulher na rua com uma bicicleta e o que mais me chamou a atenção não foi ela estar empurrando a bicicleta ao invés de pedalar, mas a grande diversidade de informações que ela levava consigo, seja na roupa ou na própria bicicleta, que era equipada com porta água, luzes piscantes, buzina, retrovisor, faixas reflexivas e tudo mais que tinha direito e as lojas de equipamentos vendem.
A ciclista de ocasião estava com a indumentária completa e tudo dava a impressão de que ela não estava só pedalando, mas sim participando de uma competição. Usava capacete com luzes, camisa de manga longa, calça contra atrito e sapatos especiais. 
Eu logo me lembrei dos meus tempos de criança quando estava aprendendo a andar de bicicleta e também de alguns anos atrás, quando a febre dos artigos esportivos não era tão forte e as pessoas se preocupavam menos com os detalhes, dando mais ênfase ao exercício de fato.
A roupa que usamos muitas vezes para a prática dos exercícios até ajuda na nossa capacidade e treino, mas também nos deixa pouco à vontade e nos faz perder o contato direto com o que há de mais importante, que é a diversão. 
Voltando à minha fase infantil...
Eu lembrei das quedas que levava e como não tinha proteção alguma, exceto a Divina, para resguardar todos os meus ossos e fazer com que a morte não chegasse mais cedo, devido ao modo totalmente desprovido de praticar esportes e de curtir a vida com muita intensidade.
Se eu fosse ficar com marcas profundas dos tombos que levei, certamente estaria parecendo uma colcha de retalhos, pois se teve alguém que caiu andando de bicicleta fui eu. Lembro do dia que estava ensinando um amigo a andar de bicicleta, inclusive ele já morreu por outro tipo de acidente. Mas isso é outra história... 
Ele nunca tinha andando em uma e eu simplesmente disse a ele no começo da minha rua:
Desça e se equilibre que você aprende. 
Até aí tudo bem, mas o detalhe era que a minha rua era uma ladeira e não tinha calçamento algum naquela época. Eu fiquei esperando ele no final da rua e dei sinal para ele descer. Já sabem o que aconteceu, não foi?
Ele começou a cair no meio do caminho e quando chegou em baixo eu tive que deixar a poeira baixar para poder localizá-lo naquela que parecia ser a triste trajetória de uma criança brincalhona. Quando ele se levantou, todo sujo de terra e com muitos arranhões pelo corpo, simplesmente me disse: 
Breno, é difícil mesmo andar. 
Eu ria de me acabar e ainda mais porque a bicicleta não era nem nossa. Era do vizinho e ele estava aos berros, gritando e dizendo que a bicicleta dele não prestava mais. Deixa de drama que ela presta, eu disse.
E prestou mesmo.
No outro dia estávamos lá, firmes se fortes, inclusive o vizinho chorão, cheios de hematomas, mas determinados a andar de bicicleta. Aprendi e até hoje não levei mais nenhuma queda grave. 
O que queria mostrar com esta história é a mudança de comportamento que as pessoas hoje assumem para realizarem seus exercícios físicos e terminam encarando a prática como um evento para aparecer com a fantasia da moda ou talvez para fazer pose no espelho da academia quando o intuito seria malhar pesado e criar uns músculos a mais. Já vi pessoas deixarem de praticar algum esporte simples, como a bicicleta ou caminhada, porque acham que não possuem a roupa adequada.
No meu tempo, roupa de academia era aquela furadinha e sambada que a gente usava em casa e a bicicleta andava do mesmo jeito sem que precisasse passar por um "recall" da moda. No máximo um lameiro ou uma buzina e olhe lá... Já era frescura demais.
Em algumas situações, claro, a parafernália é até necessária, mas em outras é totalmente dispensável e termina só comprometendo o nosso contato com o que realmente interessa, que é o bem estar e a natureza, já que em muitos casos tais exercícios são realizados ao ar livre. 
Acho válido usar o adequado, sem excessos, pois tudo que está demasiadamente empregado na nossa vida termina nos causando um mal danado e fazendo com que a nossa efetiva satisfação não seja conseguida, causando um furo tremendo no nosso bolso e não permitindo que tenhamos realidade dos nossos atos, pois estaremos dando mais valor ao acessório do que ao esporte de fato.
Faça a sua prática esportiva com segurança e já estará cumprindo o seu papel.
As gordurinhas agradecem...

PS - A bicicleta da foto não foi a que narrei na publicação. Só tinha esta foto no meu arquivo e como falei de caminhada e pedalada, ela une as duas práticas, já que está na areia e descansando enquanto a sua dona se refresca no mar. Imagina se ela tivesse usado toda aquela roupa?
Até ela conseguir tirar, a maré já tinha subido.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Lavagem do Bonfim

Hoje foi o dia de celebrar o Senhor do Bonfim, em Salvador.
Deus para a igreja católica, Oxalá para o candomblé.
O criador do mundo, senhor de todas as coisas.
A festa que reúne grande quantidade de pessoas é celebrada sempre no mês de Janeiro e marca a lavagem do adro da Igreja do Bonfim, situada no alto da Colina Sagrada. A caminhada começa cedo na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e vai até o Bonfim.
As tradicionais baianas jogam água de cheiro e o sincretismo religioso se mistura de uma maneira harmoniosa, pois a festa tanto é marcada no calendário católico como também nos terreiros de candomblé, os quais fazem parte da história da cidade e a tornam tão conhecida por sua religiosidade tão marcante.
Fica aqui a lembrança desta festa que um dia ainda irei conhecer e registrar cada momento.
Oxalá que isso aconteça...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Mosaico de Ideias

É bom juntar ideias daqui e dali e com elas construir algo bom e que nos faz perceber que a nossa satisfação está neste ajuste diário de pensamentos que vão nos auxiliando a realizar muitos objetivos e com eles descobrir os reais caminhos a seguir nesta longa trajetória de vida que nos faz ficar a cada dia mais perplexos e cheios de dúvidas, já que a evolução do homem caminha a passos largos e nem sempre conseguimos alcançar as suas diversas alterações.
Cada pedacinho dos momentos que vamos vivendo se unem e formam uma grande história, onde os personagens principais são mais lembrados e os coadjuvantes muitas vezes esquecidos ou pouco lembrados. É essa determinação que temos que assumir constantemente nas nossas vidas e buscar sempre estar num posto de destaque, fazendo com que a nossa capacidade de evoluir seja sempre benéfica para os nossos atos e vá moldando a nossa trajetória de uma maneira adequada, cheia de acertos, mesmo que com muitas peças desiguais e aparentemente difíceis de serem juntadas.
A razão da vida consiste nesta junção de fatos e momentos para que cada um contribua para a nossa capacidade eterna de aprender e fazer a diferença nas horas mais turbulentas e cheias de agonia. Verdadeiramente só seremos plenos se os encontros e desencontros que iremos perceber ao longo da nossa vida estiverem bem apegados e cheios de ajustes necessários que nos façam olhar e ver que mesmo diante de um mosaico de cores e formas, ainda assim temos unidade e beleza.
Nunca devemos desperdiçar as oportunidades que nos são dadas, pois cada uma delas reflete a nossa seriedade diante de nós mesmos e como tratamos cada assunto com verdade e propriedade para termos o melhor resultado e com ele sorrir de forma mais serena e sem muitas turbulências. Ainda assim iremos encontrar os altos e baixos neste mosaico da vida, mas algumas destas fases quase não são notadas num primeiro olhar, tamanha foi a nossa busca por melhorias que refletem o nosso efetivo trabalho, de uma maneira que nos faça olhar para trás e pensar como foi gratificante cada pedaço que montamos, sabendo o significado deles e também a forma que cada um contribuiu para nos satisfazer nos momentos certos e que nos afastam de qualquer desgraça.
As peças são infinitas e o nosso legado será a junção de todas elas durante a nossa vida cheia de pequenos detalhes, mas de grande valia e contemplação.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

JE SUIS Respeito

Respeito é bom e todos gostam...
A palavra nunca esteve tão em evidência nos últimos dias e tudo isso devido ao fato ocorrido à revista francesa Charlie Hebdo que zombava da religião Mulçumana e de vários outros tipos de assuntos com suas charges engraçadas, mas que comprometiam a paciência de muita gente extremista e que não está preparada para viver num mundo de liberdade além da conta, onde as diversas formas de expressão são encontradas por todos os lados, causando estranheza e muitas vezes adoração.
Não concordo com a atitude dos que realizaram o atentado, pois mostraram que os ensinamentos de Maomé ficaram somente no pensamento e quando tiraram a vida das pessoas daquela forma, só comprovaram que a fé e o amor ao próximo estão somente na teoria, mas a prática é algo bem diferente.
Não concordo também com algumas charges da revista e acho que foram grosseiras demais, pois vão além do humor e terminam fazendo com que muitas pessoas admiradas sejam vistas de forma distorcida e com grande apelo de um humor negro e muito medíocre. Faltou respeito de ambas as partes e por isso tal problema foi gerado, pois se de um lado uns pensam que podem dizer tudo, do outro a intolerância fala mais forte e resolve os problemas como num passado bem distante, onde o homem fazia a justiça com as próprias mãos e pagava com a mesma moeda os erros causados.
O homem tem realizado ótimos feitos em prol da humanidade, mas parece que em alguns quesitos ele tem se mostrado ineficaz e padece do seu próprio mal, realizando ações que, para uma sociedade tida como evoluída, não deveriam existir.
Respeito é saber os limites do mundo e com eles trilhar melhores caminhos sempre, sem afetar o próximo e nem o fazendo criar raiva a ponto dessa explodir e fazer algo que possa não só afetar aqueles que foram vistos como culpados, mas também os inocentes que entraram na história de uma maneira desordenada.
Quem não lembra o episódio das Torres Gêmeas, nos Estados Unidos?
Ali foi outro exemplo bem mais grave da falta de respeito ao próximo e como a raiva e intolerância podem causar sérios problemas à sociedade, já que nem sempre os pensamentos são iguais e quando estão relacionados à religião e outros assuntos específicos da sociedade, se tornam ainda mais difíceis de serem sanados de uma forma sadia.
O desrespeito no mundo é geral e o pior disso é que algumas pessoas ainda se acham no direito de questionar atitudes e gritar por justiça quando na verdade nem sabem o que isso significa.
Não precisamos de revistas omissas, mas de meios de comunicação que sejam honestos, que sempre falem a verdade e não busquem na degradação humana uma forma de elevar os seus méritos, criando um público ávido por besteiras, as quais só servem para nos fazer dar gargalhadas ou ficar admirados com a total falta de noção e de respeito. 
Para falarmos sobre algum assunto não precisamos apelar e nem inventar o que não existe somente para gerar um falatório desnecessário e que pode terminar em desgraça. Gosto de ver as charges nos jornais e sempre acho que refletem bem a sociedade, mas prefiro aquelas que sabem fazer isso de forma adequada, sem envolver religião e não sendo grosseiras com a fé, pessoas e culturas alheias, pois todos possuem o seu direito de zelar por temas que acham intocáveis e que precisa da nossa atenção para se transformarem em assuntos adequados e com o devido grau de respeito. 
É como se víssemos uma charge da nossa mãe virando safadeza pelo mundo...
Tenho certeza que não iríamos gostar nem um pouquinho e por isso defendo a liberdade de expressão sadia, sem que isso reflita em desordem e violência.
Je Suis Charlie, mas também sou Maomé, Deus, Jesus, Maria, Irmã Dulce, Padre Cícero, Frei Damião, Minha Mãe, Minha Cidade, Meu País.
Devo respeito a todos, mesmo que não me representem ou estejam em desacordo com os meus pensamentos.
Isso é respeito para mim.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Dinheiro Fácil, Fácil

Algumas atividades são realizadas por pessoas que são mais espertas do que capacitadas e estas terminam ganhando dinheiro com a cara (de pau) e fazendo com que muitas vezes algo que é muito fácil de ser desempenhado seja visto como um bicho de sete cabeças.
Encontro diariamente anúncios de serviços que se apegam a falta de interesse das pessoas em buscar a informação e descobrir as soluções pelos seus próprios méritos, sem que isso represente uma contratação de um profissional desnecessário para tal finalidade, tamanha é a simplicidade do que será realizado.
É a velha fórmula de ganhar dinheiro fácil e ainda ter como investidores aqueles que não buscam perceber pequenos detalhes para fatos já bem explicados ou cheios de formas de solução rápidas e que muitas vezes estão bem detalhadas em manuais ou em diversos sites que alimentam assuntos diversos e tornam a vida de todos nós uma facilidade só, precisando, apenas, da nossa ação rápida e certeira naquilo que realmente importa, deixando de lado o que não é necessário e gastando dinheiro com possíveis consultorias ou trabalhos personalizados nas horas que realmente isso se faz devido.
Fazer um tipo para ser visto como útil e indispensável é muito fácil. O complicado é realmente botar a mão na massa e fazer ela ficar no ponto, onde satisfaça a fome de todos aqueles que investiram em algum projeto e que desejam somente vê-lo concretizado e dando frutos.
Fazer um relatório de críticas ou apontar melhorias é muito bom, mas somente quando isso se faz necessário. A melhor forma de aprender é tendo sempre a intenção de buscar a informação e de praticá-la, pois somente assim iremos valorizar verdadeiramente o que é prioridade, deixando de lado a banalidade dos fatos e que não criam efeito nenhum no mundo real, sendo vistas somente como elementos imaginários de uma análise aleatória de fatos e atividades que não influenciam e nem destroem nada, somente ficam neutros num mar enorme de situações perdidas.
Há um grande fator que contribui também para tudo isso que é a necessidade que algumas pessoas possuem de valorizar somente as informações e orientações que vem de fora e não aquelas que são geradas pelos reais interessados dos fatos, ou seja, aqueles que estão diariamente envolvidos com os dados e que sabem exatamente onde o sapato aperta na hora da agonia.
Ficar somente olhando os fatos por alto e elaborando mil estratégias sem fundamento é uma maneira de ganhar dinheiro fácil, às custas de quem não se interessa pelas informações ou não valoriza o seu próprio valor e prefere desperdiçar o que não é primordial para depois ficar pensando nos ajustes que ficaram no passado e que agora estão mais difíceis de serem solucionados, pois o espertinho de plantão já tomou conta de tudo, mesmo sem que a sua presença fosse essencial aos fatos.
É a vida que nos ensina... 
Os consultores espertinhos e dispensáveis se proliferam rapidamente, sugando dos desinformados o que eles já não possuem, que é a informação real dos fatos. Por isso que sempre digo e repito: Informação e curiosidade é essencial para a vida e sucesso de todos nós.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Muro Alto

A Praia de Muro Alto, no litoral Pernambucano, merece o nome que tem, pois um enorme paredão de arrecifes faz com que o local tenha uma extensa piscina natural, com profundidade mediana, que proporciona, além dos banhos tranquilos, a prática de muitos esportes e diversões aquáticas para os visitantes e também para os hóspedes dos diversos resorts que ali se instalaram e fizeram do espaço uma área sofrida com muitas intervenções, pois o homem não se contenta nunca em construir algo na praia e quer sempre estar quase dentro do mar com as suas edificações descontroladas e nem sempre saudáveis.
Logo no início da praia, podemos notar a grande especulação imobiliária, onde os condomínios de luxo e a vasta rede hoteleira recebem os visitantes de uma forma diferenciada e mostrando que a área é bem mais exclusiva do que imaginamos, pois para termos acesso ao mar, temos alguns poucos caminhos disponíveis, pois a maioria fica inacessível devido ao grande aglomerado de construções, as quais delimitam total exclusividade dos espaços que natureza nos proporciona gratuitamente e sem restrições.
Só temos uma visão melhorada do mar quando vamos até o final da praia, bem próximo ao Porto de Suape, e lá notamos que a natureza ainda selvagem recebe alguns visitantes para que desfrutem do mar e também das piscinas naturais que se formam na maré baixa. Apesar do local abrigar investimentos imobiliários de grande porte, padece de infraestrutura, pois os acessos estão cheios de buracos e transitar em algumas áreas é uma tarefa disputadíssima e difícil, já que alguns espaços não comportam com facilidade dois carros paralelos. Aliado a isso há também a falta de consciência das pessoas que estacionam os carros em locais inapropriados e fazem das vias de acesso locais seus, como se tivessem comprado cada pedacinho de terra das redondezas. Uma agonia em dias movimentados.
Não gostei de ver algumas intervenções próximas a alguns resorts que lá estão, pois tratam a extensão de terra da praia como se fossem suas e delimitam espaços que terminam deixando a paisagem muito comprometida e sem aquele ar natural que é bom de se ver em qualquer praia. Enquanto Porto de Galinhas, que é bem próxima, tem uma infraestrutura de restaurantes e lojas bem desenvolvida, em Muro Alto não há este tipo de serviço facilmente, a não ser nas dependências exclusivas dos resorts e condomínios, que oferecem este tipo de serviço aos hóspedes e proprietários. Fica complicado comer alguma coisa ou comprar alguma bebida, pois é muito raro encontrar algum ponto que venda e quando encontramos, a demanda termina sendo bem maior que a oferta. 
Uma senhora estava vendendo caldinho de sururu e mariscos e havia fila para comprar. O preço alto, R$ 10,00, não afastou os compradores e mesmo assim todo o estoque se esgotou antes mesmo que as pessoas pudessem matar a sua vontade. Confesso que me deu vontade de ir vender caldinho ali, pois era lucro certo.
Tirando esses contratempos, a praia é bonita e vale a pena a visita, mas ressalto que somente na maré baixa a satisfação vai ser maior, já que com a alta do nível do mar, os arrecifes ficam cobertos e a extensão de areia também deixa de existir, já que o paredão não é só de pedras, dentro do mar, mas de areia também, na praia. É por isso que o local recebe este nome tão característico, já que um grande muro alto de areia divide a praia e o mar. O local é ideal para a família e para as crianças se divertirem sem medo das ondas revoltas que o mar apresenta diariamente e que podem ser nocivas para os menos experientes.
Fica a dica desta linda praia do nosso litoral pernambucano.
































Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...