segunda-feira, 5 de maio de 2014

Não Sei Dizer Adeus

Quando você vai
Pra longe de mim
Eu não sei dizer adeus
Tenho medo que alguém ou a vida te leve
Eu não saberei dizer adeus

Fique olhando até onde os olhos te alcancem
Pra ter os olhos trazendo, tocando você
E o meu corpo se dissolve
Enquanto eu tento me restabelecer

Dentro dos segredos
Há felicidade e paz, quem nem carnaval
Dentro dos meus planos
Eu não te mereço
E não saberei dizer adeus

Quando você volta
Tenho tanta fome
É como se voltasse do coma
E a vida é pouca
Quero ser bem mais forte
É preciso força para amar ou escolher não amar

Dentro dos meus planos
Eu não te mereço, e estou iludido que nem carnaval
Quando você vai pra longe de mim
Eu não sei dizer adeus

Tenho medo que alguém ou a vida te leve
Eu não saberei dizer adeus
Fico olhando até onde os olhos te alcancem
Pra ter os olhos trazendo, tocando você
E o meu corpo se dissolve
Enquanto eu tento me restabelecer

Dentro dos meus sonhos
Eu não te mereço, e estou iludido que nem carnaval

Composição: Vanessa da Mata

domingo, 4 de maio de 2014

Barra do Cunhaú

Na volta para o Recife, resolvi parar em alguns lugares que ainda não tinha conhecido e que só ouvia falar da beleza. Foi assim que segui até a Barra do Cunhaú, que é uma mistura de mar e rio num visual grandioso e que nos chama a atenção. O que mais me deixou irritado foi não conseguir pronunciar direito o nome do município, que é chamado de "Canguaretama". Nome difícil como a maioria dos locais e praias do Rio Grande do Norte.
Lá encontramos diversos espaços onde são criados os famosos camarões do Estado e a iguaria pode ser encontrada facilmente nas margens da estrada, com preços bem mais populares do que nos supermercados, já que é comprada diretamente dos pescadores, embora em alguns pontos de venda o preço seja similar, mas com um frescor que não encontramos nas grandes cidades. 
A imagem de Nossa Senhora dos Navegantes recebe os visitantes logo no início do povoado de pescadores e é nas margens do Rio Cunhaú que ela se apresenta linda e sempre protegendo aqueles que saem para o mar em busca do seu sustento.
Mais adiante encontramos a praia, onde a prática de "kit surf" é bem costumeira devido aos ventos fortes da região que possibilitam boas aventuras nas águas calmas e cheias de bancos de areia. Os resíduos desta mistura de mar e rio são notados na areia da praia que é composta de muitas folhagens e conchas em pedaços, fazendo com que o cuidado seja maior nas caminhadas para que os nossos pés não sofram as consequências.
Infelizmente choveu um pouco durante a minha visita e tive poucas oportunidades de fotografia e de passeios, já que o clima muda totalmente e os ventos ficam ainda mais fortes. Esperei um pouco e ainda consegui algumas imagens legais, mas não pude demorar muito pois ainda tinha muita estrada pela frente e não queria chegar em casa muito cansado.
Há muitas interferências nas edificações na vila de pescadores e nos restaurantes da orla que fazem do local um espaço carregado em algumas áreas. Imagino num dia de sol intenso como deve ser a agonia de gente disputando o espaço e fazendo a festa nas águas do rio e mar.
De lá podemos pegar um barco e seguir até a Praia de Pipa e esta travessia é costumeiramente feita pelos turistas que lotam as embarcações em busca de um pouco de diversão, contemplando o litoral e também os seus atrativos.
Canguaretama é uma cidade pequena em tamanho, mas com grandes belezas naturais e que merecem uma nova visita, num dia de muito sol, para que a certeza do que vi possa ser ratificada nas imagens que não tive o prazer de registrar como queria. Ficou a vontade, mas não o arrependimento de não ter ido visitar mais esta pérola do litoral potiguar.

Nossa Senhora dos Navegantes

Ventania

Rio Cunhaú

Jangadas

Reflexo

Vila de Pescadores

Praia de Barra do Cunhaú

Acesso Embarcações

Maré Baixa

Kit Surf

Esportes Radicais

sábado, 3 de maio de 2014

Litoral Norte

O litoral do Rio Grande do Norte é bem diferenciado e nos apresenta lugares lindos, mas sempre com muitas dunas pelo caminho, o que proporciona aos visitantes os famosos passeios de buggy, com emoção e sempre em alta velocidade. É bom se proteger do sol e das pequenas partículas de areia que insistem em nos perseguir, já que as manobras radicais que são realizadas sempre deixam um rastro no nosso corpo.
O nosso passeio teve início na Via Costeira e seguiu até a Praia de Redinha, seguindo para o município de Extremoz, onde fica a Praia de Genipabu, local que agora está restrito e com áreas preservadas para evitar que as dunas sofram com a ação do turismo desenfreado e que não respeita a natureza. Das outras vezes que visitei o local, tínhamos mais opções de espaços para trafegar com o buggy, mas nada que tire a importância da diversão que também nos leva a ter a impressão de estarmos num deserto, quando são realizados os passeios com os dromedários que encantam os turistas, mas que possuem alto preço pelo pequeno circuito, que dura em média 15 minutos.
Passamos pela Lagoa de Pitangui, que é reservada para um lanche rápido e para que o calor possa ser amenizado por um banho relaxante e de água doce. É possível encontrarmos o artesanato local nas barracas que ficam no caminho e perceber que nem só de dunas vivem as pessoas. Há também aqueles que vendem a criatividade, realizando sessões de fotos com objetos pitorescos e que bem posicionados geram cenas engraçadas. Encontrei também as esculturas feitas no coco e que são preenchidas com muita cachaça para que os visitantes se deleitem e possam aproveitar esta iguaria nordestina. Na Praia de Jacumã, no município de Ceará Mirim, tivemos uma bela visão do espaço e dessa forma aproveitar a beleza que a natureza nos proporciona grandiosamente e sem limites.
Passamos também pela Barra do Rio, cuja travessia é feita de jangada e nos leva até a Praia de Muriú, que foi a nossa última parada para um almoço e descanso breve.
O que me deixou intrigado é que até nas Dunas encontramos um congestionamento de veículos e em alguns espaços era comum a disputa dos buggys pelos estacionamentos disponíveis nos locais. A sensação térmica durante o passeio é muito alta e se não estivermos bem hidratados e protegidos dos efeitos do sol, é bem fácil que tenhamos uma insolação que pode nos causar alguns efeitos ruins. É melhor usar um bom protetor solar e buscar abrigo sempre que possível, pois as praias do Rio Grande do Norte possuem poucas opções de sombra e isso nos causa danos bem maiores do que imaginamos, deixando a nossa viagem com um aspecto desolador e pouco confortável.
É sempre bom também buscar uma empresa de buggy séria e com bons antecedentes, já que a prática do esporte exige cuidado e preparo dos motoristas que se arriscam em manobras que nos tiram o fôlego e fazem com que em alguns momentos tenhamos a impressão de que o veículo irá capotar. Não quero nem imaginar isso, pois as consequências poderiam ser as piores.

Praia de Genipabu

Travessia de Jangada

Praia de Jacumã

Congestionamento de Buggys

Arte no Coco

Artesanato em Madeira

Peixada

Velocidade

Dromedários em Genipabu

Aventura

Sombra

Refrescante

Reflexo

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A Cidade de Natal

Há seis anos que não visitava a cidade de Natal e comparando o antes e o depois pude perceber que o município está em alguns aspectos melhor e em outros bem pior, como é o caso da orla da Praia de Ponta Negra que passa por uma reforma complicada e sem fim, além de ter uma desordem bem característica onde muitos vendedores e lojas tomam conta das ruas de uma maneira gritante e terminam fazendo com que a sujeira seja muito presente no local. A melhor parte da Praia de Ponta Negra é justamente a que fica nas avenidas maiores, na parte mais alta. Lá encontramos hotéis bem estruturados, lojas organizadas e muita diversificação para todos os gostos e bolsos. 
Andando mais um pouco, encontramos a Via Costeira, que é um acesso ao litoral norte, mas também abrigo de muitas dunas, excelentes hotéis e do Centro de Convenções, que fica logo no início. No final desta grande avenida duplicada, encontramos o Farol da Mãe Luiza e as praias mais populares da cidade e ainda muito visitadas, que são a Praia do Meio e dos Artistas. Mais adiante encontramos a Praia do Forte e a Ponte Newton Navarro, que possibilita um acesso mais tranquilo ao litoral e a Praia de Genipabu. a mais famosa de todas. 
Na parte inferior da ponte, temos acesso a Fortaleza dos Reis Magos, que passa por escavações e apresenta um cenário meio desorganizado aos visitantes, já que muitos espaços estão vazios e não possibilitam uma boa contemplação da área, que é rica de história e belos visuais do mar. O Aquário de Natal fica na Praia de Redinha e tem vários exemplares de animais marinhos para observação dos visitantes que lotam as instalações a procura de um pouco de interatividade com os animais que lá estão, inclusive com os pinguins que são os mais procurados para apreciação.
Andei mais um pouco e fui até o agitado centro da cidade e também passei pelo novo estádio de futebol construído para a Copa do Mundo, a Arena das Dunas, que até então é um grande e belo monumento rodeado de obras inacabadas e que certamente não estarão prontas até a disputa dos jogos que serão realizados em todo o Brasil no próximo mês. Eu não quero nem imaginar como será o trânsito em dias de jogos, pois em dias normais a confusão é grande e o que mais existe são desvios e poeira.
A capital do Rio Grande do Norte tem altos e baixos também no seu relevo e as ladeiras que fazem parte das suas ruas são um desafio em algumas áreas, já que muitos sinais de trânsito ficam no alto das ladeiras e fazem com que o freio e a embreagem sejam bem usados.
O trânsito é ameno e bem melhor que o do Recife, mas possui congestionamentos também em algumas áreas, principalmente as que ficam próximas às escolas e shoppings. Natal é uma cidade em plena mutação, com seus problemas como qualquer outra, mas com lindas paisagens e um sol que nunca acaba. Há, porém, uma vantagem: o vento constante que nos refresca.
Outro fator que me chamou a atenção foram os preços altos dos alimentos em restaurantes e também dos artesanatos. Talvez a variedade de pratos oriundos do camarão e da lagosta façam com que os preços sejam altos, já que estes itens são caros e refletem isso no nosso bolso que sofre com tantas facadas.

Telhado Fortaleza dos Reis Magos

Praia do Forte e Natal

Muralhas da Fortaleza dos Reis Magos

Farol

Orla da Praia de Ponta Negra

Arena das Dunas

Fortaleza dos Reis Magos

Obras na Arena das Dunas

Treino Matinal
Morro do Careca
Aquário de Natal

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Nísia Floresta

Minha passagem pelo Rio Grande do Norte começou no município de Nísia Floresta, onde pude conhecer as Praias de Barreta e Tabatinga, onde esta última possui um lindo visual do alto do Mirante dos Golfinhos, ponto de encontro de muitos turistas que buscam um pouco de contemplação da natureza. Gostei demais do que vi e as paisagens eram cenários de pura contemplação do mar e da sua grandiosidade. Muitas pessoas andam de moto em alta velocidade na maré baixa e aproveitam o local da melhor forma que podem já que grande parte da praia é composta por falésias e com locais pouco acessíveis. É um espaço de contemplação e isso afasta um pouco os grandes públicos, embora tenha encontrado resíduos deles por lá. No alto das falésias vi muitos restos de embalagens e garrafas de água poluindo o ambiente que é tão bonito e recebe de braços abertos os visitantes de todos os lugares do Brasil. Uma pena que alguns deixem rastros tão danosos e que tornam o ambiente desgastado e cheio de detalhes nada agradáveis.
Depois segui para a Praia de Barreta, que é cheia de arrecifes e muitas dunas. É um local de contrastes, pois tem uma área bem povoada e outra quase inacessível, já que as dunas fazem com que os carros menores não possam trafegar. De lá é possível pegar uma balsa para ir até Tibau do Sul, onde fica a Praia de Pipa, uma das mais famosas do Brasil e reduto de muitos turistas que buscam diversão e contemplação da natureza.
No caminho, passei pela Lagoa de Arituba, que é um balneário bem procurado na região, devido as águas calmas e doces que se formam entre as dunas que lá existem e fazem o diferencial da paisagem do município.
Passei pelo túmulo da educadora e escritora Nísia Floresta, que fica às margens da estrada de acesso ao município que leva o seu nome. É uma cidade pequena e que vive praticamente do turismo e do que ele oferece, tendo um grande potencial hoteleiro e também residencial, onde muitos loteamentos oferecem espaços para construção de casas de veraneio, o que é bem comum e explorado na região. As estradas estão em péssimo estado de conservação e exigem dos motoristas cuidados adicionais para que não fiquem atolados ou tenham o carro danificado num dos inúmeros buracos que encontramos na pista. 
Há também a Lagoa do Carcará, com o seu público popular e adepto da farofa e brincadeiras de praia, mas com a calmaria de um local sem ondas e com água doce e clara. 
Seguindo viagem, passei pela Praia de Búzios, que tem mar aberto e muitos condomínios sofisticados. A paisagem é bonita e refresca os olhos de qualquer um, sem contar que os ventos fortes da região fazem com que o clima fique ameno e não tenha tanta interferência do calor escaldante. A Praia de Pedra Ôca, vizinha espremida da Praia de Barreta, é bem popular também e reúne muitas pessoas para as brincadeiras de praia ou quem sabe para um futebol nas areias finas e rodeadas de arrecifes.
Algumas praias conservam espaços distanciados do mar, mas em outras as construções estão além dos limites desejáveis e terminam sofrendo com a influência das marés cada vez mais fortes. O ruim disso é que a orla fica com uma poluição visual muito grande e cheia de restos de construção que deixam a paisagem misturada e cheia de interferências que poderiam ser evitadas se um planejamento maior tivesse sido feito na ápoca do início das edificações, evitando que hoje as paisagens tão lindas do município sofressem com as interferências desnecessárias do homem moderno que não se contenta em ter uma casa na praia e termina realizando suas construções em locais que eram para serem usados pelas pessoas numa bela caminhada. Em alguns trechos, com a maré alta, fica complicado passar e notamos que muitas casas estão abandonadas e sendo desgastadas pelo tempo e maresia, criando templos do descaso e da falta de organização no nosso litoral que é tão lindo e diferenciado, mas que sempre sofre com as práticas devastadoras do homem mal educado e sem visão de futuro.

Praia de Búzios

Pescador em Tabatinga

Praia de Barreta

Praia da Pedra Ôca

Motos na Enseada de Tabatinga

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Disputa de Egos

A disputa muitas vezes é saudável e faz com que o homem tenha mais chances de vislumbrar melhorias para a sua vida, já que estará travando uma pequena guerra com alguém que teve uma diferenciação de pensamentos ou de atitudes que, se comparadas com as nossas, geram um conflito interno muitas vezes irremediável.
O que não é interessante é a disputa de egos, pois geralmente cria situações de puro exibicionismo e faz com que algumas vezes assumamos um papel um pouco afetado diante das pessoas, podendo constranger ou até criar um momento inoportuno que poderia ser evitado e deixado de lado para abrir espaço para o que realmente interessa.
Chamar a atenção é uma característica que muitos possuem, mas é bem mais interessante quando isso acontece de forma natural e não forçada, pois quando isso ocorre terminamos passando uma imagem um tanto ridícula diante de um circo onde os olhares e interpretações são mais grosseiras do que a realidade dos fatos.
Nem percebemos direito quando estamos criando uma situação chata e isso pode ter um impacto maior se deixarmos que o nosso ego ou excesso de exibicionismo tome conta das nossas vidas, nos fazendo buscar um espaço que nem sempre é nosso, mas que lutamos insistentemente para conseguirmos, como se isso fosse a chave maior do sucesso ou da realização pessoal, o que não é verdade.
É bom sermos lembrados por nossos atos corretos, pela boa interpretação que fazem das nossas ações e, principalmente, pela nossa discrição. Ficar chamando a atenção por nada e gerando momentos de conflito para enaltecer os nossos estrelismos não é nada bom e termina deixando as pessoas irritadas e cheias de mágoas, pois a fúria desesperada de buscar um lugar ao sol nos faz cair numa escuridão sem fim, onde a imagem tão almejada e idealizada fica cada vez mais marcada pela arrogância e falta de noção.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Descuido Total

Domingo passado estava andando no centro do Recife e fiquei impressionado com a sujeira e descuido que as ruas apresentam, quando nem sempre os ajustes dependem do poder público, mas sim da iniciativa privada, já que muitos edifícios comerciais precisam de manutenção para ficarem mais apresentáveis ao público, gerando um maior conforto visual para quem anda por ali. Durante a semana, quando o movimento não é tão intenso, talvez nem percebamos isso, mas aos domingos, quando as ruas ficam vazias, podemos observar o estrago geral nas calçadas, muros, paredes e em diversos monumentos históricos que sofrem com as intervenções dos vândalos.
Lixo em locais inadequados, esgotos nas calçadas, ambulantes vendendo comida e sujando tudo, construções inacabadas e tudo mais que possamos encontrar faz do centro da cidade um espaço desorganizado, indiferente ao progresso anunciado para o Estado e capital.
Se todos cuidassem melhor dos seus pontos de comércio e se uma disciplina efetiva fosse feita nas ruas, já contribuíam para que uma limpeza visual fosse conseguida e desse ao público um espaço mais digno para realizar suas atividades e também para que o turismo fosse praticado com mais ênfase pelos visitantes que chegam a cidade diariamente.
No Recife antigo, menina dos olhos de grandes investimentos turísticos, vemos algo mais elaborado e a preocupação é constante com a manutenção dos espaços, embora muitas vezes tenhamos problemas que poderiam ser melhorados com um pouco mais de atenção e esmero nas ações.
A orla da Praia de Boa Viagem está organizada e isso é fruto do acúmulo de turistas que sempre estão por lá, como se não existissem outros espaços para a visitação. apreciar o centro da cidade do Recife nas condições atuais é uma vergonha e basta um olhar para termos a certeza de que os anos só fizeram mal aos monumentos e ruas do já complicado e movimentado centro da cidade.
Mendigos se proliferam em todos os espaços e a sujeira que eles deixam é impressionante, pois fazem das ruas suas casas com direito a banheiro, quarto e cozinha. Os resíduos de urina, fezes e alimentos ficam ali mesmo, na rua, misturados, torcendo para alguém pisar. O pior de tudo é que alguns ambulantes que comercializam alimentos vendem seus produtos bem próximos dessa imundície e o risco de contaminação é bem alto, se é que eles sabem o que é isso.
Contaminação para mim é ver todo o centro da cidade do jeito que está. Parece uma doença corrosiva e que aos poucos vai tirando a beleza da cidade e mostrando que o seu povo também é culpado, já que nem tudo sofre a ação do tempo, mas do homem que suja, destrói e danifica tudo aquilo que foi feito e pensado para proporcionar a sua convivência harmônica com a cidade e com todas as belezas que ela oferece.
Já está na hora do prefeito pensar em outras ações mais eficazes e não somente em ciclovias que deixam o trânsito difícil aos domingos, dia que tínhamos um pouco mais de alívio nesta árdua e tenebrosa tarefa, que é dirigir. Não sou contra as ciclovias, acho válidas e salutares, mas uma estrutura adequada deve ser pensada e não somente criar as intervenções e bloqueios como está acontecendo. Basta circular na cidade aos domingos e feriados para ver como de uma hora para outra todo mundo virou atleta e saem para as ruas com suas bicicletas nem sempre prudentes no trânsito.
A foto ilustra o Rio Capibaribe com a maré baixa e pela quantidade de lixo que notamos nas margens já dá para perceber como os habitantes da cidade estão precisando de educação, de consciência ambiental. 
Se nos rios sobra isso, imagine nas ruas...

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...