quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Loucuras no Trânsito


No Recife e cidades da Região Metropolitana há um grande diferencial no trânsito, que é a falta de consciência das pessoas e, principalmente, dos motoqueiros e motoristas de vans e ônibus que ocupam mais espaço do deveriam e tornam as ruas intransitáveis e perigosas.
Os motoqueiros saem de todas as partes e a impressão que temos é que um enxame de abelhas foi aberto e que todas querem correr ao mesmo tempo, fazendo as mais diversas acrobacias nas ruas e nos espaços entre os carros.
Os ônibus, por serem maiores, não medem esforços para intimidar os carros menores e literalmente passal por cima dos coitados, os deixando num beco quase sem saída. Uma loucura total e quase impensável para muitos motoristas. Quem não tem paciência fica muito atormentado com tanta confusão.
O pior disso tudo é a falta de estrutura das cidades, principalmente de Jaboatão dos Guararapes, que cresceu sem o mínimo de planejamento e agora começa a melhorar sua estrutura de uma forma que está causando grandes transtornos para todos que são obrigados a passa por lá para trabalhar ou para resolver algum assunto.
Aquela história que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço é quase vencida quando enfrentamos o trânsito caótico do Recife e quando lidamos diariamente com a pressa e falta de paciência das pessoas que colocam as suas vidas em risco por um momento de euforia no trânsito.
É o erro...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Foco nas suas Competências

    
Algumas vezes procurarmos encontrar nosso resultado muito além das nossas possibilidades e aquilo que desejamos focar está mais distante do que imaginávamos, causando uma certa dificuldade para se enxergarmos o que ainda não estava bem visível e acertado para nós.
Será que estamos dando ênfase aos nossos potenciais e desenvolvendo as nossas competências como deveríamos?
Nossa zona de conforto pode estar muito além daquilo que pensamos e isso nos remete a uma grande reflexão sobre nós mesmos e sobre o nosso alvo para o futuro.
Quando um obstáculo nos impede de fotografar uma imagem com todos os seus detalhes, procuramos encontrar nele a forma adequada de adaptar o nosso ângulo para que o resultado não saia tão ruim assim e possibilite um bom efeito, favorecendo os nossos olhos.
Somos capazes de adaptar nossos pontos fracos e aquilo que nos atrapalha para o nosso bem e para nos ajudar a obter aquilo que queremos de uma forma que não nos atrase, mas nos ajude a sobrepor tudo o que estava óbvio demais para o fracasso?
Estabelecer uma forma sadia de aproveitar os momentos e as possibilidades só nos favorece e nos proporciona meios de crescimento intelectual e nos dá todas as possibilidades para desenvolvermos nossas competências para utilização nos mais variados ramos da nossa vida.
Se temos possibilidade de criar e adaptar, vamos usar estes artifícios sempre e com isso evitar gastos e trabalhos desnecessários e que não acrescentem nenhum tipo de satisfação às nossas vidas e desejos.
O olhar é distante, mas o foco deve ser próximo e muito pontual.
Pratique sempre seu foco e torne-se um profissional competente e seguro naquilo que desempenha.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

De perto ninguém é normal...


Na música "Vaca Profana", Caetano Veloso cita a frase que ilustra esta postagem e se formos parar para analisar o que foi dito, é uma verdade universal e cheia de significados.
De perto podemos ver os detalhes, os defeito, os erros e todas as situações que contribuem para acontecimentos maiores. Quando estamos sobrevoando uma cidade, à noite, notamos uma beleza incomum e os pontinhos de luz que lá em baixo se movimentam parecem estrelas brilhando de um lugar para outro. Se olharmos mais de perto, na medida que o avião se aproxima do chão, notaremos a loucura da cidade e os problemas que ela nos apresenta. A percepção é outra.
Quando analisamos nossas atividades profissionais supercificialmente, não notamos como existem fatores que contribuem para o bem e para o mal e como um simples organograma ou uma planilha pode nos fornecer dados ricos e que muito contribuirão para nosso dia de trabalho.
De longe paqueramos alguém, notamos sua beleza, mas de perto notamos os defeitos, o mau hálito, a godurinha sobrando e tudo aquilo que irá nos fazer mais críticos diante da pessoa que nos foi apresentada.
De perto tudo fica diferente, mais notável e nos ajuda a tomar a decisão mais acertada sobre os mais variados assuntos. O grande problema é que não usamos nossa percepção como deveríamos e da forma como nos ajudará a sanar os problemas que diariamente nos deparamos e buscamos resolver tempestivamente e sem termos antes praticado o nosso poder de observação.
Um detalhe é importantíssimo nas nossas vidas e será sempre o diferencial para que os nossos resultados sejam mais duradouros e para que nossas conquistas sejam mais fáceis de se conseguir. Não é bom e louvável passarmos nosso tempo observando a vida e as pessoas com um olhar distante e sem profundidade.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Quem vai pegar a bola de fogo?


Comumente vemos os nossos pares repassarem várias atividades e não gostarem de assumirem riscos e de se queimarem por motivo algum, seja por medo, desconfiança ou por sacanagem mesmo.
É impressionante como as pessoas não assumem seus erros e quando se deparam com alguma bomba que está a tempo de explodir, buscam de imediato repassar o problema para o que estiver mais próximo e com a cara mais imbecil do momento.
É o popular: " Se colar, colou".
Será que é sábia e sadia esta atitude? Quem vai ganhar com isso? A pessoa medrosa que repassou o problema ou a corajosa e bestinha que soube contornar a situação? Essa resposta é óbvia, mas muitos não enxergam esta grande dádiva da vida e preferem ter sempre atitudes de retração e grande medo.
Não que todos nós devamos viver desarmando bombas ou queimando as mãos de tanto trabalhar com fogo, mas é importante que vez ou outra sintamos o calor nas nossas mãos para que possamos sair um pouco da frieza do nosso medo e da nossa indecisão.
Matar a bola de fogo no peito e driblar com todas as possibilidades possíveis é uma tarefa que merece ser praticada e nunca vista como algo impossível. A cada novo jogo, nossa determinação será maior e teremos menos chances de nos queimar por besteiras e conquistaremos de vez o nosso espaço num mundo tão competitivo como é o atual em que vivemos.
As pessoas não estão acostumadas a desafios que exijam muito da sua intelectualidade ou do seu potencial. Querem arriscar já tendo a certeza do sucesso e da uniformidade de processos. Assim seria bom demais e ninguém seria considerado incapaz. Seria um mundo cheio de gente responsável, mas com um vazio imenso.
Na primeira oportunidade esta fortaleza viria abaixo e a máscara cairia, digo, queimaria. A bola de fogo estaria alí, esperando o melhor momento para entrar em ação.
Vamos praticar a coragem e determinação, esquecendo as justificativas que ninguém aguenta mais escutar. Não vale mostrar o que deixou de ser feito, vale mostrar as marcas que ficaram de um trabalho árduo e cheio de altos e baixos.
Mostre os arranhões, as queimadiras e deixe a máscara de fantasias em casa, guardada e para ser usada nos momentos adequados.
Sejamos francos com nós mesmos e assumamos nossos pontos fracos com mais intensidade, pois somente assim poderemos moldá-los e torná-los fortes e indestrutíveis.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Vai um Caudinho aí?


Ontem na Praia de Tambaba, vi este anúncio com um erro básico na palavra "Caldinho", que foi escrita com "u" ao invés do "l". O sabor estava ótimo, mas o erro do anúncio me embrulhou o estômago. É normal errarmos palavras no nosso cotidiano, uma vez que a nossa língua não é nada fácil de ser escrita e falada, mas em alguns momentos encontramos alguns exageros.
O anúncio da praia foi escito por um senhor de pouca instrução e o coloquei aqui para servir de exemplo para o que desejei falar hoje, que é a constante falta de esmero com a nossa escrita, mesmo por pessoas que tiveram muito acesso aos mais diferenciados meios de aperfeiçoamento existentes no mercado educacional.
Vejo pessoas com pouca instrução, mas que tiveram curiosidade para aprender e por isso erram menos e cometem menos gafes na hora de usar a língua portuguesa. Encontro professores que deveriam dar show na hora da escrita e da fala, mas que são verdadeiros vexames quando usam o nosso dialeto tão amado e rico.
Como disse Caetado: Minha Pátria é minha Língua (...)
É mesmo. Se não valorizarmos nossa língua, como seremos dignos de sermos chamados de brasileiros? Como será a nossa expressão verbal e como teremos meios de competir com o mundo que nos cerca e nos cobra tanta especialização e esmero em tudo?
Será que nascemos falando e escrevendo tudo certinho?
Minha sobrinha tem sete anos e escreve bem melhor que muita gente adulta. Tem letra caprichada, uniforme, contínua e já efetua boas conjugações verbais sem que tenha que ficar perguntando para a professora. Ela nasceu assim? Claro que não.
Está sendo moldada para isso e muitos pais não observam que sua contribuição é essencial para que isso se torne realidade e para que os adultos do futuro sejam capazes de nos mostrar um mundo comunicativo de forma correta e que não impossibilite o entendimento das frases e das orações.
Quantas vezes você já leu uma frase e não entendeu nada da mensagem que queria ser passada?
Eu já me deparei com várias situações como esta e confesso que quando comparei a frase com a pessoa que escreveu, fiquei ainda mais decepcionado. Ela aparentemente teria chances de escrever algo infinitamente melhor e mais elaborado, evitando o desgaste dos meus neurônios.
Vou usar uma frase da Zélia Duncan para fechar o texto de hoje e ela refelte muito do que queria passar para vocês e espero que tenha conseguido, pois senão ficarei, também, enquadrado no rol de pessoas impossibilitadas de escrever algo produtivo e com bom entendimento.
" Meu corpo agora só fala Portuquês (...)"

sábado, 16 de janeiro de 2010

Qual o caminho a seguir?


Já bateu aquela dúvida cruel sobre o melhor caminho a seguir num momento de opções infinitas, ou pelo menos duas?
Bastam duas opções para que fiquemos loucos e indecisos sobre a melhor forma de conduzir uma situação ou de nos conduzir para os meios que nos foram apresentados. É a realidade que enfrentamos diariamente nas nossas vidas e nenhuma delas deve ser descartada. Devemos refletir sobre todos os caminhos que nos são apresentados e nunca dizer que jamais tomaremos tal decisão ou que seguiremos tal caminho.
Isso é, no mínimo, uma frase infantil da nossa parte e quem sabe medrosa.
Quando temos medo de encarar nossas realidades e possibilidades nos vemos nesse mar de indecisões e muitas delas são fáceis de serem decididas, mas nossa resistência impossibilita o crescimento e a decisão por melhores caminhos e melhores formas de obter nossos resultados. Nada faz mehor ao coração e ao ego do que quando temos a coragem de decidir e quando o caminho escolhido não foi tão bom voltar ao início e refazer o caminho já tendo mais confiança em si e errando menos.
Se todos nós soubéssemos os caminhos a seguir não era necessário termos opções, interrogações ou palavras como a dúvida. Se não existisse a hesitação e a insegurança não seriam necessárias tantos investimesmos e conversas para tornarem as pessoas mais maduras e menos temerosas.
Temer o que não conhecemos é normal, mas doentio é se fechar para a novidade e para os caminhos que nos esperam. Pedir ajuda é sempre uma boa forma de conseguir uma luz para seguir num caminho menos tortuoso; caso ela não esteja disponível, use o que Deus lhe deu de mais precioso, seu cérebro.
Faça dele seu comandante e reflita sobre as possibilidades de ótimos resultados e conquistas, mas nunca deixe de tentar e escolher o caminho.
Escolher errado é evolução e não escolher é atraso.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A Diferença


Se notarmos bem, o mundo prefere os diferentes e que não busquem os caminhos mais óbvios para conseguir seus feitos.
Quem é muito uniforme perde a vitalidade.
Percebemos os que nos proporcionam uma melhor forma de visualização dos seus defeitos, qualidades e aspectos diferenciados. A nossa vida precisa ter essa diferenciação mesmo, pois a igualdade constante nos dá uma certa angústia e também nos remete ao tédio de uma forma muito ruim e que em alguns momentos não nos possibilita uma volta à realidade de uma forma agradável.
Num grupo de amigos é notado aquele que melhor expõe seus pensamentos, que usa a roupa mais diferente, que tem melhores notas no colégio, que consegue as melhores namoradas, que viaja mais ou, que, simplesmente, possui mais atitude diante dos outros.
Diariamente nos dizemos que enxergamos as pessoas com os mesmos olhos e que essa diferenciação não é vista porque todos são amigos, mas isso é uma inverdade. O destaque de qualquer pessoa será feito sempre por algo que ela tiver o poder de mostrar aos demais. Uma pessoa sem diferencial nenhum e sem o mínimo de determinação dificilmente terá um lugar ao sol na vida e se isto acontecer foi por uma sorte imensa, daquelas que só acontecem a cada milênio.
Por mais que uma pessoa seja apagada, sempre terá uma luz dentro de si e esta por mais fraca que seja será a fonte de energia que a colocará num lugar de destaque pelo menos uma vez na vida ou para sempre, dependendo do seu modo de agir ou da sua força de vontade para que tudo aconteça de forma grandiosa.
Você prefere ser a bola de cor diferente numa imensidão de bolas iguais ou acha melhor ficar sendo visto sempre como um ponto no infinito?
Perceba isso, pois seu futuro e seus dias serão influenciados por isto.
Faça a diferença na sua vida.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...