sábado, 27 de agosto de 2016

Trago o Amor de Volta

Trago o meu amor de volta todas as vezes que analiso como a minha vida é melhor quando valorizo os meus atos e aproveito o meu tempo com o que é bom e necessário, deixando de lado o que não vale a pena ser lembrado ou remoído.
O nosso amor próprio se perde quando não entendemos o nosso valor real diante da vida e de tudo que ela nos proporciona de graça e sem nenhuma interferência, bastando que os nossos olhos e pensamentos estejam voltados para receber as devidas informações e com elas aprender o que a vida tem de bom para nos gratificar.
Não adianta esperar que as oportunidades sejam mágicas, pois isso é bem difícil de acontecer num mundo cruel como o nosso. Só precisamos que estas sejam bem aproveitadas e vistas no momento certo para que tenham a destinação perfeita e causem a melhoria de tudo que está nos incomodando e nos trazendo tristeza e insatisfação.
Ninguém pode recompor o que somente nós somos responsáveis de ajustar; isso é bem real quando percebemos como as nossas atitudes bem moldadas fazem a diferença em tudo que tem a nossa contribuição, já que o controle na hora certa nos causa bem mais sucesso do que a decepção dos atos mal tratados e deixados de lado, sem a devida observação.
Com a falta do amor por nós mesmos, a tendência é que caiamos no esquecimento pessoal, fazendo com que a nossa efetiva sabedoria se perca no tempo e no espaço, sendo praticamente impossível encontrar novamente.
Onde estará o meu amor?
Bem aqui na minha mente, contaminando o meu coração e fazendo com que tudo funcione bem, numa fluência de ideias e sensações que fica difícil conter.
Não há contenção quando nos valorizamos e enxergamos em nós mesmos as soluções para tudo que precisamos ter.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Apertadinho e Gostosinho

Conseguir criar espaços interessantes em ambientes pequenos é uma tarefa que consome muito tempo e disposição, tanto para os que constroem como para aqueles que irão residir no local, o qual deverá ser funcional e abrigar somente o necessário, deixando de lado os excessos que não levam a nada.
É muito bom ter espaço, mas quando ele não existe da forma como imaginamos, vale a criatividade na hora de organizar tudo e de colocar em prática o que necessitamos de forma moderada, porém organizada e que atenda aos nossos desejos mais primários.
Dependendo da situação, ter um banheiro espaçoso ou uma sala arejada é sonho muito bom de alimentar, mas quando isso não é possível, cabe a nós estudar a melhor forma de encontrar o dimensionamento adequado para acomodar todas as nossas ideias que terminam ocupando muito espaço, devido a versatilidade dos nossos pensamentos.
O espaço apertadinho tem que ser agradável e nos dar prazer nas horas mais relaxantes do dia, sem causar transtornos, favorecendo as atividades normais e evitando que fiquemos sem meios de locomoção devido ao mínimo possível que nos separa de uma parede ou objeto.
Hoje em dia viver nessa agonia é bem normal e quem conhece os apartamentos que são construídos, entende bem o que estou falando, pois o preço sempre aumenta e os espaços vão ficando cada vez menores e não favorecem uma vida tranquila e agradável ao lado das coisinhas que acumulamos na nossa casa, quarto, sala...
Ajustar os espaços não é tarefa fácil, mas pode ser feita normalmente com um pouco de observação e dedicação, pois com cuidado tudo se organiza e o apertadinho vai se acomodando às nossas necessidades e ficando confortável ao nosso estilo de vida que sempre precisa de mais espaço para satisfazer o nosso prazer.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Maré 0.1


A maré desde final de semana foi ideal para banhos calmos e captação de ótimas imagens...




Praia de Boa Viagem, Recife - PE

domingo, 21 de agosto de 2016

Os Homens que Acumulavam

Já pararam para pensar como a maioria passa a vida somente acumulando? 
Acumulamos bens desnecessários, gordura, raiva, dinheiro em excesso, rugas, sujeira, lixo, objetos inúteis e tudo que não favorece a nossa existência aqui na terra, pois a maioria das coisas que encontramos no nosso caminho são surpresas desagradáveis e muitas vezes criadas pelo consumismo desmedido que insiste em nos aprisionar e nos fazer cativos daquilo que não presta e não nos traz nenhuma felicidade adicional, pelo contrário, nos faz ficar tristes e preocupados com tantas situações para pensar e administrar.
Nosso pensamento é voltado sempre para o acúmulo e muitas vezes não temos nem tempo de desfrutar tudo que construímos, seja por falta de disposição ou por inaptidão mesmo, já que muitas vezes compramos algo que não sabemos usar ou que terá apenas 1% de necessidade nas nossas atividades diárias, deixando os outros 99% obsoletos e sem muita serventia. O desejo de ter o objeto da moda ou de causar o efeito desejado para que a fama seja construída é bem maior que a sensação de termos o prazer daquilo que a vida realmente nos presenteia e nos faz ter como ideal.
Não precisamos de muitas coisas para viver e a felicidade vem das pequenas coisas que vivenciamos e tiramos o melhor proveito, aprendendo cada detalhe importante e fazendo deles os melhores companheiros para uma existência necessária e sem muitos dilemas, os quais só nos fazem pensar desnecessariamente e para o lado contrário, aquele que não ajuda no nosso desenvolvimento.
A satisfação deveria ser maior que o acúmulo, mas terminamos fazendo o inverso e muitas vezes o que compramos ou investimos pesado não nos traz nenhuma serventia, ficando na nossa vida como um papel mal desenhado e que não nos mostra nada além de linhas e significados complexos de serem decifrados.
Precisamos somar o que nos favorece, dividir o nosso tempo, multiplicar as felicidades e diminuir o gasto com tudo aquilo que não presta.
Evitem as armadilhas do caminho e sigam em frente...

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Alienação

Analisar nossas vidas como se elas fossem únicas é um ato complicado de ser entendido, já que não vivemos sozinhos neste mundo e sofremos sempre a interferência dos nossos semelhantes para podermos determinar como algumas situações irão acontecer e influenciar os nossos dias.
Fazer a nossa parte e não observar as influências que nos rondam é algo bem complicado de aceitar, mas é muito fácil de acontecer, seja pela deficiência mental que muitos podem possuir, como também pelo individualismo que a sociedade termina nos impondo a cada dia, uma vez que o medo e a incapacidade de nos relacionarmos bem faz com que assumamos um papel bem diferente do que deveríamos ter.
A sabedoria de se colocar num universo interativo é atributo de poucos e a maioria só pensa em evoluir para si mesmo, dentro do seu mundinho e nunca pensando naqueles que também dependem da sua vivacidade. 
Vejo isso muito presente num país como o nosso, onde as pessoas estão cada dia mais preocupadas com a sua própria situação e esquecem que a derrota da Nação é generalizada se não pararmos de ser alienados e desatentos aos detalhes que diariamente influenciam as nossas escolhas e destinos.
Estar em plena harmonia com nós mesmos e com o que acontece ao nosso redor é muito importante para que tenhamos mais chances de opinar e de entender o que realmente acontece de bom e de ruim conosco e como isso pode ser melhorado a partir das nossas atitudes certas, menos alienadas e sem o mínimo de ajustamento mental.
Vamos pisar no chão? 
Talvez as nossas ideias estejam lá, esquecidas, enquanto perdemos tempo voando por ares distantes e sem nenhuma assertividade, contribuindo ainda mais para que as nossas escolhas sejam falhas e não tenham nenhum efeito real.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Recomeçar

Recomeçar nem sempre é uma tarefa muito fácil, mas deve ser feita.
Encontrar os caminhos que nos levam a organizar o que foi destruído é bem complicado algumas vezes, mas não pode deixar de existir jamais; disto dependerá a nossa sobrevivência, felicidade e amor próprio. Se não buscamos respirar novamente diante de tantas situações controversas, já temos uma grande chance de cair em desânimo e dessa maneira não encontrar a luz que irá iluminar os nossos dias e as nossas realizações.
Quem passa por situações muito ruins e tem que achar as soluções brevemente para poder continuar vivendo, possui dentro de si uma carga emocional acima da média e consegue ter mais desenvoltura em outros momentos da sua vida, tamanha foi a provação que já passou anteriormente para administração.
É nessa hora que vamos revendo muitos conceitos e obtenções, analisando tudo que realmente é necessário e deixando de lado o que não iremos precisar para as nossas vidas. Se de um lado o recomeço maltrata, por outro nos faz entender o real sentido da vida e nos proporciona melhorias gigantescas em vários aspectos, sejam eles emocionais ou até materiais.
Neste momento de grande evolução descobrimos como tudo realmente funciona e dessa maneira adaptamos a nossa vida para que tudo seja melhor gerido e possa ter os frutos necessários do sucesso e não da desgraça. Olhando a situação com determinação e curiosidade, vamos também aperfeiçoando as nossas ações para que tudo fique mais evolutivo e contribua para o nosso crescimento como pessoas e moradores desse mundo tão cheio de acontecimentos.
Se as mudanças surgem é porque precisam de alguma intervenção nossa, seja para melhorar ou iniciar um processo que sofreu interferências diversas e precisou da nossa atenção para continuar nos servindo e fazendo efeito nos nossos dias. 
Nunca desperdiçar um recomeço e sempre tê-lo como um aprendizado já é um bom motivo para crescermos sempre nesta fase da vida tão necessária e que depende tanto da nossa dedicação.
Não tenha medo de recomeçar...

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Opiniões Grosseiras

Há uma diferença muito grande entre ser sincero e grosseiro, mas nem todos sabem distinguir estas palavras e terminam gerando situações desnecessárias na frente de muita gente e criando um clima desfavorável para a educação e para o respeito ao próximo.
Outro dia estava numa fila no teatro e encontrei um amigo que é ator e produtor de um belo espetáculo teatral aqui no Recife. Conversava com ele sobre as minhas impressões do espetáculo e dizia que não poderia assistir à nova temporada porque teria outros compromissos.  A conversa estava ótima e bem produtiva, inclusive estava perguntando alguns detalhes sobre o espetáculo, texto e montagem.
Foi quando, subitamente e num voo rasante, um homem mal-educado e falante entrou na conversa e começou a dar opiniões sobre o espetáculo. Opiniões boas e ruins, só que ele deu ênfase ao que não gostou e gerou um momento de puro constrangimento na conversa que ele nem tinha sido convidado e que entrou de penetra.
Ainda achando pouco a grosseria que fez, se intitulou de "amplo conhecedor das artes, mesmo não sendo ator" e por isso tinha a "capacidade" de manifestar suas opiniões. Ele se achava "sincero".
Pois bem, respeitamos aquela baixaria toda e não falamos muita coisa com ele, só escutamos... Ele também não era do tipo de pessoa que dava chances de ninguém falar e terminava usando a sua voz exaltada para bloquear a opinião alheia, fazendo com que a sua prevalecesse em todos os instantes da conversa.
Encontramos muitas pessoas assim e não acho ruim a opinião que trazem, mas apenas a maneira intrusa de atuar em situações que não foram chamados e que deveriam ter um pouco mais de educação para manifestar as suas opiniões. Podemos dizer a mesma coisa, dando uma opinião de forma construtiva e não somente colocando no chão todo um trabalho realizado por uma pessoa que se dedicou e teve seus méritos além dos problemas encontrados.
Não sei se sou incapaz de avaliar uma obra teatral, pois não encontrei defeitos no trabalho que vi, o qual foi realizado por meu amigo e uma equipe brilhante e engajada. Talvez o meu "amplo conhecimento das artes" seja cego e não perceba determinados detalhes que algumas pessoas sem noção preferem encontrar. 
A opinião vale muito mas tem que ser bem dosada, senão termina colocando em risco muitas ações e realizações de pessoas dedicadas e que podem perder um pouco da motivação se encontrarem pela frente somente aqueles que falam pelos cotovelos sem nem perceber que o mal cheiro do que falam pode ser sentido por muita gente.
Respeito a opinião dele, mas não acato grosserias.
Para ele ficou o meu silêncio durante a conversa e acho que ele percebeu tanto que nem me dirigiu mais a palavra. Detesto gente irresponsável nas suas ações e não me submeto aos irritantes que acham que podem falar tudo e da sua forma. A máscara que usam para cobrir as suas deficiências pessoais é retratada na verbalização mal-educada e nem sempre evolutiva que destinam aos que estão ao seu redor.
Talvez tenha sido este o motivo dele ficar perdendo a fala em alguns momentos, tamanha era a sua ânsia de falar e não deixar que os outros participassem da conversa a partir do seu ingresso triunfante e afoito.
Perdeu o fôlego, de verdade...

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...