terça-feira, 19 de maio de 2015

Jogo do Contente


Temos o dever de buscarmos soluções para os nossos problemas diários, seja com uma atitude diferenciada para mudar tudo ou apenas com um sorriso para nos sentirmos melhor. Vale tudo, o que não podemos é ficar pensando no que não devemos e com isso bloquear as nossas maiores chances de edificação pessoal e criatividade.
Se algo se fechou, vamos pensar urgentemente na solução e abrir um novo caminho para que possam passar os melhores fluidos possíveis e que ajudem a afastar de vez qualquer negatividade que ronda a nossa vida, que só merece o melhor e que esteja de acordo com a nossa conduta positiva e sempre altiva.
Sempre há uma forma de pensar diferente sobre assuntos repetidos e dessa maneira encontrar novos meios de vislumbrar aquilo que ainda não foi refletido ou visto de forma distorcida e sem muitas perspectivas. Com um olhar diferenciado e certeiro, seremos mais capazes de encontrar os erros que nos afligem e que transformam os nossos dias em verdadeiros tormentos, possibilitando que a felicidade esteja ao nosso lado e possa contagiar tudo a nossa volta, criando um clima de grande diversidade e com colheitas sempre duradouras.
Se nos olham de forma desencontrada, devemos mostrar que o brilho do nosso olhar é bem mais forte que qualquer olho gordo que possa estar rondando a nossa vida e fazendo com que as boas realizações fiquem paradas no tempo e sem muitas melhorias. 
O "Jogo do Contente" tem necessidade de fazer parte das nossas vidas diariamente e sempre conquistar o melhor lugar que possamos destinar, haja vista que a nossa melhoria de ânimo e de esperanças depende muito mais das nossas atitudes do que da espera cansativa e sem fim que muitas pessoas enfrentam diariamente e que terminam destruindo tudo o que um dia sonharam ter.
Se é complicado transformar, imagine não ter nem a ideia necessária e ficar num vazio tremendo a cada dia, sem saber o rumo que deve ser tomado e como deveremos nos comportar para solucionar o que parece óbvio demais, mas por não contar com o nosso apego termina ficando incansável e sem chance alguma de mudança.
O recheio vem de um vazio, assim como a saciedade foi consequência da fome que um dia nos atormentou e nos fez buscar o alimento necessário para suprir as nossas necessidades físicas e psicológicas. Certeiros são os tiros que apontamos para os problemas e que nos trazem a solução imediata daquilo que achávamos estar perdido e sem nenhuma chance de melhoria.
As soluções existem e precisam da nossa dedicação diária para se tornarem reais e nos possibilitarem ótimos ganhos e colheitas.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O Momento Exato

Qual o momento exato para realizar algum feito?
Caso soubéssemos esta resposta, certamente erraríamos menos e teríamos mais chances de escolher as melhores opções, aquelas que nos fazem felizes e nos deixam com a grande sensação de alegria eterna.
Pois bem, nem sempre temos esta oportunidade e algumas vezes, sem querer, podemos realizar fatos e ações que nos ajudam a perceber que a vida pode ser uma surpresa diária e mesmo assim nos trazer grandes felicidades e nos causar ótimos resultados, os quais serão reflexo da nossa vivência e determinação para sempre buscar o que é bom e necessário.
Se soubéssemos todas as vezes que a água iria acabar, certamente escolheríamos o horário adequado para tomar um banho, mas se isso não é possível, ficamos com aquela sensação de frio na barriga todas as vezes que executamos uma tarefa costumeira ou cheia de novidade. A maneira como irá se comportar tudo que interage nas nossas vidas é justamente a desconhecida forma de esperarmos pelo melhor e algumas vezes nos desesperarmos quando algo se concretiza de forma bem disforme do que foi imaginado.
É isso que torna a vida interessante e a exatidão deixou de ser uma meta nas nossas vidas para ser apenas um detalhe do caminho, aquele que nos guia por lugares sinuosos ou quem sabe até bem retos e fáceis de serem visualizados.
Algumas atitudes, de tão previsíveis, já estão bem formadas nas nossas mentes, mas mesmo assim podem sair diferente algum dia e o efeito surpresa novamente se faz e conquista de vez a nossa maneira de viver e de encarar o mundo. Sabedoria vai ser o momento em que pudermos administrar bem isso dentro de nós, de maneira serena e nunca raivosa, pois se a vida é tão cheia de nuances e isso é o que a torna tão bela, porque iremos esperar que ela seja sempre previsível?
Até a bola que cruzou esta fotografia que ilustra o texto de hoje não foi prevista e quando visualizei a foto no meu computador foi que percebi o estrago realizado e notei que o detalhe não esperado e planejado foi a cereja mais importante da imagem, o ser inimaginável que se tornou um detalhe extremamente interessante e que contribuiu para a minha inspiração ao tema de hoje.
Não escolha momentos exatos e aprenda a viver com os imprevistos que a vida nos apresenta. Um deles será o diferencial que tornará tudo diferente e com grandes possibilidades de nos levar a inspirações maiores e bem mais grandiosas que a obviedade do que achávamos ter.
Não viu a bola? 
Aumente a fotografia. 
Lembre-se: Ela é um detalhe não previsto, pequeno, mas um detalhe...

domingo, 17 de maio de 2015

Pressa e Falta de Educação

Um coisa é você ter pressa e outra bem diferente é você ser mal educado. 
Tem gente que consegue unir as duas características e termina criando situações desagradáveis em vários ambientes que conhecemos, já que comprometem a paciência deles e a dos outros também.
Ninguém tem paciência no trânsito, mas isso não pode ser refletido no desespero insuportável de sempre tentar tirar proveito das situações e com elas causar grandes transtornos, não importando se o trânsito está bom ou ruim, pois só iremos agravar a situação e criar atritos desnecessários.
Se o sinal abre, alguns agoniados já ficam logo buzinando e muitas vezes é impossível os carros saírem, pois logo na sua frente outra cambada de imbecis já estão fechando o cruzamento e impedindo que o trânsito flua normalmente, como é o que se espera em qualquer lugar dito como "civilizado".
Outra coisa que detesto é quando algum cego, que se faz de besta, não enxerga a fila enorme que está na sua frente e ainda fica se fazendo de doido quando alguém chama a sua atenção para que ele ocupe o seu devido lugar, no fim da fila.
Os idosos hoje em dia possuem uma forma diferenciada de buscar os seus direitos garantidos por lei e terminam sendo arrogantes em algumas situações quando literalmente impõem os seus direitos com palavras grosseiras e formas desnecessárias de cobrarem os seus lugares e preferências nos mais variados serviços. Não vou nem falar daqueles que ficam chateados quando você oferece o lugar no ônibus, pois ficam sem querer aceitar, principalmente quando este indivíduo é uma senhora idosa metida a "cocotinha".
Todos possuem pressa de serem atendidos, de chegar em algum lugar e de cobrarem os seus direitos, mas esquecem que enquanto um lado deles é extremamente ágil, o outro, o da educação, é lento e termina esquecendo como se comportar em vários momentos.
Todos nós temos direitos e pressa e estes aspectos devem ser integrados para causarem efeito duradouro em todos nós, já que vivemos juntos nesse mundo tão desigual e precisamos nos ajustar a isso para termos dias melhores e mais construtivos. Não adianta nada ficarmos cobrando direitos e buscando oportunidades se fazemos da forma errada.
Então, da próxima vez que o sinal abrir e os pedestres ainda estiverem atravessando a faixa, tenham um pouco de paciência e esperem pelo menos alguns segundos antes de avançar como loucos e deixem de acionar a buzina de forma descontrolada e sem fim, como se o barulho fosse a forma mais correta de solucionar os seus problemas.
Temos pressa para resolver nossas broncas, mas sem educação ficará cada vez mais difícil de se chegar a algum lugar, pois se perdermos este pequeno detalhe que reside dentro de nós, ficaremos perdidos e sem nenhuma chance de construirmos algo bom nesta vida.
Educação ainda vale mais que qualquer atitude apressada e sem sentido.

sábado, 16 de maio de 2015

Acabou Chorare?

Determinadas ações quando tem fim, nos causam um intenso prazer, algo que nunca podeá ser descrito em palavras, mas somente com sensações e fisionomias de grande alívio, as quais nos fazem refletir sobre muitas coisas e tudo que influenciou os altos e baixos pelos quais passamos e tivemos que sentir para entendermos que a obra da vida é bem mais complicada do que imaginamos e terminá-la não é o ponto final de uma história, mas o início de um momento bem mais tranquilo e satisfatório para todos nós.
Ter organização naquilo que realizamos e melhorar a nossa vivência diante de tudo é uma grande lição que devemos aprender sempre, pois somente assim teremos a certeza de que nada foi em vão e de certa forma tudo valeu a pena para que a felicidade pudesse finalmente reinar e se tornar válida para vários momentos oportunos.
Aliviar momentos de tensão ou de esperança é algo sempre desejado, mas nem sempre alcançado porque no meio do caminho ficamos atrapalhados com as ferramentas que dispomos e começamos a fazer a coisa errada, de maneira não construtiva, e que causa muitos prejuízos desnecessários para todos aqueles envolvidos na nossa agonia temporária e que só precisava de um pouco da nossa atenção e cautela.
Se de um lado podemos ter a capacidade de realizar bons atos, do outro existe o nosso descuido com as várias interferências que aparecem no meio do caminho e que fazem com que muitas outras situações ruins sejam geradas desnecessariamente, minando a paciência e a confiança que antes existia e que agora necessita de novas gotas de vivacidade para ter sentido real e imediato.
A melhor forma de construírmos bem a nossa vida é ter a certeza do que fazemos, com um planejamento detalhado do que iremos concretizar, sem deixar que as várias atividades que surgem possam estar cercadas de interferências ruins e que não ajudam em nada no nosso desenvolvimento e sabedoria.
O aprendizado de cada um de nós depende da sabedoria de enxergar as atividades como um todo e não separadamente, sempre pensando que a união de todos os esforços farão com que a eficácia da vida esteja em evidência e possa ser observada com muita serenidade e beleza, onde nenhum retoque fora de hora seja requerido ou observado.
Acabou?
Acabou... Acho...

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O Dancê da Tulipa

Tulipa Ruiz lançou neste mês o seu novo álbum, Dancê, o qual traz 11 faixas compostas por ela e parceiros. Terceiro trabalho de carreira desta artista tão cultuada nos dias atuais, seja pela sua inventividade musical ou timbre vocal bem característico e muitas vezes gritante.
A proposta era trazer um universo mais dançante e se formos analisar os outros dois trabalhos, veremos que houve um aumento gradativo da sua musicalidade, tornando a cantora tímida do CD Efêmera numa artista mais desenvolta e com grandes possibilidades de se tornar realmente mais popular no cenário musical brasileiro, já que muitos ainda desconhecem o seu trabalho, talvez pela forma sofisticada de cantar e de expor as suas composições.
Numa primeira audição do CD, confesso que não vi nada muito especial e achei difícil encontrar o "Dancê" tão anunciado, já que esperava algo bem mais afetado e cheio de timbres inusitados. Esperava também que a faixa "Megalomania" fosse ser inserida no álbum, mesmo que de forma extraordinária para complementar o contexto dançante, o qual já pode ser visto na arte da capa do álbum. Não foi desta vez que isso ocorreu e a música terminou ficando como um bônus de carnaval para aqueles que baixaram a faixa através do site da artista.
Depois de alguns momentos, fui descobrindo o "Dancê" proposto e vi que era bem semelhante aos ritmos dos anos 70 e 80, os quais mesclavam um pouco de música eletrônica e psicodelia nas suas letras. As faixas iniciais demonstram muito isso, mas foi na música "Físico" que a artista fez a sua melhor investida neste momento musical da sua carreira. A voz gritante da artista ficou perfeita na música e não cansou os nossos ouvidos, como em outros momentos da sua carreira, já que em determinadas faixas do seu segundo CD a gritaria criava um desgaste musical desnecessário. 
Felipe Cordeiro foi uma boa opção para a música "Virou" e a sua participação trouxe um pouco do som do Pará, o qual lembra as guitarradas tão presentes nas músicas dos artistas daquela área brasileira.
Eu sou fã da Tulipa e acho que ela é a artista mais empolgante que apareceu nos últimos anos, seja pela sua capacidade de falar besteiras ou verdades nas suas músicas, como também pela forma de tratar a sua musicalidade e trabalhos, sempre muito criativos e cheios de informações grandiosas para todos nós. Admiro ainda mais porque ela canta e compõe, algo que é pouco comum aos artistas que geralmente são bons numa coisa e péssimos em outra. Ela consegue ser ótima nas duas qualidades e nos presenteia sempre com ótimas referências musicais, fazendo com que a o cenário musical atual deixe de ficar tão pobre e receba pérolas raras como a que ela nos apresenta agora.
Não espere um "Dancê" muito batidão. O "Dancê" de Tulipa Ruiz é leve como a própria flor que lhe deu o nome e pode ser sentido de forma plena em todos os momentos das nossas vidas.
Eu "Dancê". E você?

terça-feira, 28 de abril de 2015

Quem Sou Eu?

Na vida que aprendemos a ter, temos que nos adaptar a muitas coisas e situações e cada uma delas vai nos modificando e nos fazendo perceber que a nossa existência é bem mais complicada do que imaginamos, pois dependendo do local e das pessoas que estão ao nosso redor, temos que nos adaptar e até nos modificar para poder viver bem e sem confusões.
Mas se esta mudança for drástica demais e criar um choque dentro de nós?
O perigo está aí, pois se deixarmos de fazer tudo aquilo que gostamos, ficaremos sem chances de saber exatamente quem somos e o que pensamos da vida, além de perdermos os costumes que nos ajudam a ser pessoas melhores e mais preparadas para a vida. 
Será que vale a pena ficarmos sempre nos limitando e nos restringindo daquilo que realmente gostamos, somente para evitar a cara feia das pessoas que não entendem o nosso "Eu" e fazem de tudo para deixarem esta nossa característica de lado, onde mais vale o que os "Outros" acham e precisam do que o que "Eu" realmente gosto de fazer?
Não se trata de um discurso individualista, mas sim de uma maneira de assumirmos a nossa essência, sem deixar que ela se perca com o tempo e seja cada vez menos notada nas nossas vidas e termine criando dentro de nós uma indiferença tamanha que fica complicado sabermos quem realmente somos e quais são as nossas reais necessidades e desejos.
Não podemos jamais esquecer quem nós somos, seja por qual motivo for, pois somente tendo esta consciência é que poderemos evoluir como seres humanos e sempre saber onde estamos pisando, além de acertarmos o caminho com mais facilidade, sem ficar à deriva pensando nas possibilidades que foram perdidas porque não praticamos a nossa existência com mais afinco, formalizando de vez aquilo que passamos a vida aprendendo e que de uma hora para outra terminam nos tomando ou nos fazendo pensar de forma diferente e distorcida.
Quem sou eu?
Faça esta pergunta sempre que necessário e jamais esqueça a sua essência, pois somente com ela é que você poderá saber ao certo o que fazer e construir para a sua evolução como ser humano.
Quando não soubermos responder essa pergunta, é hora de rever conceitos e de avaliar o meio que estamos vivendo para saber se ela respeita a nossa existência e se nos fazer ser íntegros e verdadeiramente reais. 

terça-feira, 21 de abril de 2015

Argila Grátis

Há alguns anúncios criados para impulsionar o turismo que só servem para chamar a atenção, mas na prática refletem uma realidade bem diferente do que imaginávamos, pois o que existe é bem aquém dos fatos.
Foi o caso do tão falado banho de argila da Praia dos Carneiros, que neste feriado tive o "prazer" de conhecer. Eu imaginava que iria encontrar um local cheio de argila onde pudéssemos realmente tomar banho e utilizar o famoso produto terapêutico e comprovar os seus benefícios para a pele.
Quando cheguei lá, me senti naquelas cenas de carnaval, onde um balde com barro é utilizado para fazer o "mela mela" e criar a tão divertida brincadeira que todos nós já conhecemos. 
Neste caso o balde não tinha barro, mas argila. Aquela comunhão do recipiente me fez notar que nós, turistas, comemos bola em algumas situações e temos que engolir algumas coisas de uma só vez, seja pela nossa falta de conhecimento dos fatos ou pela confiança que depositamos nas palavras daqueles que nos vendem os passeios para lugares badalados ou paradisíacos.
Bom mesmo é você ter a consciência dos fatos e descobrir os locais por si só e assim aproveitar mais do que tem a ser oferecido, já que dessa forma podemos fazer o nosso próprio roteiro e descobrir o que presta ou não, selecionando o dia e horário para realizarmos as nossas descobertas.
Quem sabe desta forma possamos encontrar os locais de onde são extraídas as maiores oportunidades e que nos façam perceber que realmente fizemos uma boa opção, sem que nossa mente fique com a ligeira impressão de que fomos iludidos com uma promessa que se concretizou parcialmente ou de forma alguma.
Bom mesmo seria se todos os empreendedores fossem leais com as pessoas e com eles mesmos, criando uma boa harmonia entre o desejo e satisfação, onde a união dos dois só traz bons frutos e afasta toda e qualquer incerteza do caminho.
Talvez não vendessem e explorassem tanto, mas seria uma relação mais honesta. 
Para não perder a viagem, tomei o "banho" de argila, claro. 
Se o mico era inevitável, foi melhor aproveitar o momento.
Mas... O melhor mesmo foi rever as belas paisagens da Praia dos Carneiros e suas águas claras e mornas para banhos relaxantes e inesquecíveis.
As imagens falam mais do que eu...















Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...