terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Limites do Homem

A maioria das pessoas não consegue respeitar os limites da vida e percebemos que o grande motivo disso é a falta de conhecimento do que é realmente limite e como ele contribui positiva ou negativamente para a boa convivência, já que alguns são expostos nitidamente e outros ficam implícitos e dependendo da nossa educação para terem um real sentido de existência.
Notamos isso em vários aspectos, onde cada um tenta tirar proveito de uma situação, ultrapassar uma barreira ou quem sabe tomar a frente do outro num momento que não era seu. Esta falta de limites é vista em todos e basta olhar ao nosso redor que teremos a chance de ver um adulto alienado dos seus direitos e deveres, assim como uma criança que não recebeu dos pais a educação necessária para o bom comportamento nos mais diversos ambientes comuns.
Uma fila, uma galeria de arte, as ruas, um restaurante, as escolas, o trabalho e tantos outros lugares podem nos mostrar as mais variadas pessoas e todas elas com os seus limites ultrapassados e cheios de vícios, onde desconhecem o que fazer e como respeitar as imposições que muitas vezes existem para garantir o bom funcionamento de algo.
Preferimos quebrar os limites por achar que estamos sendo bloqueados nas nossas escolhas ou por, simplesmente, não percebermos o outro ao nosso lado e nos trancarmos no nosso mundo de individualidade, onde não há espaço para a boa convivência e para o sucesso.
Todos precisamos fazer o nosso papel corretamente e assimilar bem os limites que podem nos ajudar a ser pessoas mais comprometidas com nós mesmos e com os outros, já que um mundo sem limites mínimos é algo preocupante devido a grande possibilidade de desordem que pode vir a acontecer.
Não precisamos ser bloqueados pelos limites, mas descobrir o significado de cada um deles é algo que devemos fazer por respeito ao próximo e a nós mesmos. 
Tarefa diária, incansável!

O Texto de hoje foi inspirado numa criança mal educada que pulava e tentava a todo instante ultrapassar a grade de proteção que cercava a obra do Projeto Morrinho, no MAR, na cidade do Rio de Janeiro. Sem limites ele chamava a atenção de todos e sua mãe não fazia nada para melhorar seu comportamento. 
Imagine ele daqui a alguns anos...

PS: A obra, há alguns meses, não tinha grade de proteção. Imagine como era a situação e a falta de limites das pessoas...

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Solidão

Quando fotografei este barco, num dia de forte neblina, pensei imediatamente na solidão, pois estava dessa forma e contemplando o mar com toda a sua plenitude. Os momentos mais frutíferos da nossa vida são os que paramos para pensar e analisar os nossos atos, contando com a solidão para nos auxiliar ainda mais, nos fazendo perceber o que a mente cheia não permite.
Precisamos limpar a imaginação de tantas perturbações que ocorrem diariamente e que são grandes meios de saturação, nos fazendo ficar cansados e com muito esgotamento físico. Eu gosto dos meus momentos de solidão, pois neles me encontro com mais facilidade, descubro ideias que antes não tive e ajusto situações que ficaram mal resolvidas na minha vida. Precisamos de momentos de vazio para encher os nossos pensamentos de coisas novas, pois o acúmulo de situações não favorece ninguém e termina fazendo com que muitas ações erradas sejam tomadas, devido a grande mistura de atos praticados e não renovados.
Todo mundo precisa de um tempo só seu, de um espaço onde podemos pensar melhor sobre a vida, fazer algumas atividades sem preocupação alguma e também sem ter que ficar nos lembrando das regras do cotidiano, que são muitas e comprometem o nosso destino de formas nem sempre sadias.
É bom acordar e não ter hora, sair andando sem rumo, esquecer que temos compromissos ou quem sabe vestir a roupa mais velha que temos por saber que a nossa solidão não vai nos cobrar nada mais elaborado. Estamos vivendo o caos nas nossas vidas e se não pararmos para ajustar os nossos momentos de vez em quando, ficaremos sem chances de enxergar o melhor para os nossos destinos, onde um pensamento saudável e sem interferências vale mais que mil situações da nossa vida agitada e nem sempre produtiva.
A neblina que cobre o nosso pensamento pode revelar bem mais do que imaginamos e isso é bem fácil de ser obtido, bastando que tenhamos um pouco de cautela para navegar nesses mares cada dia mais revoltos e cheios de marés complicadas.

"A solidão é fera, solidão devora. É amiga das horas, prima irmã do tempo.
 E faz nossos relógios caminharem lentos, causando um descompasso no meu coração..."

Alceu Valença

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Ilha de Paquetá

Visitar a Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, me fez lembrar o romance "A Moreninha" de Joaquim Manuel de Macedo e também o desfile de uma escola de samba que agora não lembro o nome, mas que vi a transmissão na TV, na época que ainda morava em Garanhuns. Foi um desfile engraçado e lembro bem do carro alegórico que fechava a apresentação, pois trazia muitos farofeiros, com tudo que tinham direito.
É bem fácil chegar até Paquetá e basta pegar a barca na Praça XV e seguir até lá, numa viagem de quinze quilômetros, que dura aproximadamente uma hora e tem navegação leve e contemplativa da Baía da Guanabara, onde podemos desfrutar da paisagem do Rio Antigo, Niterói e a famosa ponte que liga as duas cidades. 
Infelizmente a neblina estava muito intensa no dia que fiz o passeio e pude contemplar muito pouco da paisagem, deixando as melhores impressões para o arquipélago que contém 09 morros e 12 praias. Fiz uma caminhada pelos principais locais e deu para sentir um pouco do clima e perceber que no passado o local deveria ser um paraíso, já que hoje a poluição da Baía de Guanabara compromete um pouco a paisagem e deixa as praias com um aspecto de sujeira. Somente as mais distantes são mais convidativas, mas as que ficam próximas ao centro da ilha estão com a beleza comprometida devido ao excesso de alterações realizadas na orla.
A família real desencadeou o crescimento da ilha, com as visitas constantes de Dom João VI e hoje o bairro da cidade do Rio de Janeiro, conta com aproximadamente 5000 habitantes fixos. Durante a época de veraneio, a população aumenta muito e o que mais deve atrair as pessoas é o aspecto calmo da ilha, que ainda conta com uma mansidão daquelas cidades bem pequenas do interior.
Logo na entrada principal, próximo à estação das barcas, encontramos a Igreja de São Roque, que tem estrutura bem diferenciada e conservada, sendo um dos cartões postais mais visitados. O comércio é simples e possui estabelecimentos variados, mas nada que favoreça grandes compras. 
Na ilha não circulam automóveis, exceto os que fazem a coleta do lixo, e toda a circulação de pessoas e coisas são feitas através de bicicletas adaptadas e charretes que servem como táxis e transportes fretados. Os moradores se locomovem caminhando ou utilizando suas próprias bicicletas. As edificações são na maioria ocupadas pelas pessoas que fazem veraneio no local e muitas delas conservam o estilo colonial, embora em algumas áreas mais altas possamos notar a ocupação desordenada, gerando pequenas favelas. 
Eu passaria mais tempo na ilha, mas não foi possível. Quando o sol começou a surgir, uma vez que o dia estava muito nublado, tive que voltar para o Recife. Foi bom conhecer o local e matar a minha curiosidade de infância e perceber que tudo era como eu imaginava, embora a poluição também esteja presente no local, comprometendo algumas áreas. Acho que esse é um mal da Baía da Guanabara, pois como tudo que está ao seu redor é bem habitado, o homem termina sujando demais o que deveria ter mais preservação.
A calma de Paquetá merece uma nova visita num dia com mais sol, onde o aluguel de uma bicicleta possibilitará um passeio mais longo para conhecer melhor os tão falados encantos da ilha que foi muito querida no período colonial.
Ainda hoje é querida.
Na barca que utilizei o que não faltou foram pessoas dispostas a passar um domingo por lá, munidos com muita cerveja, farofa e disposição para enfrentar a viagem e o sol que esperavam e não apareceu. 

Adeus

Charretes

Meios de Transporte

Canhão Histórico 

Igreja de São Roque

Praia

Comércio

Igreja do Bom Jesus do Monte

Namoradeira

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Búzios

Conhecer Búzios, no Rio de Janeiro, era um desejo antigo sempre alimentado pelas belas imagens que a TV mostrava e que davam fama ao local muito visitado por todos e sonho de muitos turistas brasileiros e estrangeiros. O município fica a 180 km da capital e pode ser percorrido facilmente por várias linhas de transporte que circulam por lá. 
Eu fui numa época boa, num dia parcialmente nublado, com um público mediano, e pude comprovar que o local é bem movimentado e recebe muitos turistas. Imagino aquelas ruas estreitas em épocas de grande agitação, pois o caos deve ser gritante e a paciência dos visitantes precisa de uma dose extra para suportar tudo aquilo. 
O trânsito não funciona bem e ponto final. Isso já me deixou sem fôlego, pois sair de casa e enfrentar congestionamentos na folga é a pior desgraça que alguém poderia esperar. 
A península possui oito quilômetros de extensão e tem várias praias para visitação, onde em cada uma delas encontramos características diferenciadas na areia e na temperatura da água, que pode se apresentar mais quente ou gelada, dependendo da influência marítima que receber. O local é bonito, sem dúvida, mas é bem propício para passeios de barco e para a contemplação, pois as construções invasivas tomaram conta da orla e fizeram com que o lugar do mar fosse tomado por calçadões e pela poluição, de todos os tipos, principalmente a sonora e visual.
Há atrativos para todos os bolsos e compras também, já que muitas lojas de grife abriram filiais na praia e vendem os seus produtos aos endinheirados que passam por ali. O artesanato é mais voltado para as lembrancinhas óbvias e também caras, pois é bem difícil encontrar algo a preços verdadeiros e sempre temos a impressão de que estamos sendo assaltados com o superfaturamento dos itens.
Foi nos anos 60 que o local pegou fama mundial e a grande facilitadora disso tudo foi a modelo Brigitte Bardot, que falou muito bem do local, possibilitando que a imprensa mundial visse a antiga vila de pescadores com outros olhos e a partir daí possibilitasse os investimentos que hoje existem por lá. 
São muitas opções de hotéis, pousadas, albergues, restaurantes e divertimento, onde cada um pode escolher o que achar melhor e mais compatível com as suas preferências. Eu fiz um passeio de barco bem legal que mostrou algumas praias e possibilitou um banho de mar bem refrescante nas águas agitadas do local. Não faltam embarcações fazendo os passeios e acredito que esta seja a forma menos frustrante de ir à Búzios e não voltar decepcionado, pois praia para ficar relaxando e tomando banho de sol, praticamente não existe e o que era para ser uma extensão de terra, terminou virando um calçadão ocupado pela maré alta.
Búzios é agitação e quem vai para lá, certamente busca isso. Não é um local calmo, a não ser nas pousadas e hotéis que ficam mais afastados do centro, onde reina absoluta a Rua das Pedras, local de muito agito e cheio de opções para todos os gostos.
A estátua de Brigitte Bardot está lá e recebe todos os visitantes contemplando o mar e mostrando a beleza das embarcações quando a maré está cheia. As praias mais afastadas oferecem tranquilidade e um aspecto mais paradisíaco ao local que está aglomerado de opções e termina perdendo um pouco das suas belezas naturais. Antes deveria ser bem propício para o descanso e contemplação da natureza, mas hoje a realidade é bem diferente e a exploração do homem fez com que Búzios ficasse agoniada demais e somente atrativa para aqueles que confundem beleza com fama, já que a publicidade do local é bem maior que a realidade dos fatos. 
Tudo é muito caro por lá e até nos restaurantes da estrada os preços são exagerados, fazendo com que o passeio seja bem mais dispendioso que o programado. O turismo de ostentação não me atrai, pois pagamos caro para ter pouco e fica sempre a impressão de que poderíamos ter tido momentos mais calmos no nosso passeio. De qualquer forma, matei a minha curiosidade e comprovei que o local é bem visitado e possui belezas naturais bem satisfatórias, embora a maioria seja de contemplação e não de desfrute. 
O que havia para ser desfrutado já foi e hoje a praia é refém das buzinas, inflação, lixo e gente de todas as espécies, que nem sempre respeitam o meio ambiente, deixando suas marcas em todos os lugares. 


Flutuando

Mergulho

Embarcações

Remar

Velocidade

Diversão

Estátua Brigitte Bardot

Rua das Pedras

Paisagens

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Sinais de Alerta

Estava observando um cruzamento de ruas perto da minha casa, que estava com o sinal danificado, causando um transtorno enorme, mesmo com pouco trânsito. A causa maior era a falta de paciência e de civilidade, pois só era preciso que os motoristas fossem mais comedidos para que a situação fosse menos perturbadora. As buzinas em excesso chamavam a atenção para uma falta de razão que era mútua, uma vez que ninguém estava ultrapassando o sinal e todos não sabiam como agir diante de um alerta quebrado, que não apontava nem o certo e nem o errado, mas o confuso.
O homem precisa ter sinais para se guiar e por isso é tão complicado viver no mundo sem que tenhamos orientações a seguir, pois todo mundo quer agir da sua forma, para o seu benefício e ninguém quer dar espaço a ninguém, ainda mais quando se sentem desmerecidos de alguma forma.
Quando não há indicações de como seguir e agir, a sociedade realiza tudo conforme seus pensamentos e termina causando as maiores agonias possíveis, já que todos vão seguir as suas próprias convicções e pensamentos e nem sempre estes são os melhores e mais ajustados, gerando fontes inesgotáveis de desencontros para todas as pessoas.
A verdade é que o homem geralmente não sabe o que fazer e isso é bem notado nas suas atitudes diárias que desfavorecem as pessoas e fazem com que a troca de informações seja bem mais complicada do que possamos imaginar. A sensação que temos é que ninguém sabe nada da vida e que estão no mundo soltos e desvairados, agindo conforme o vento e sem prestar atenção no que realmente interessa e que precisa ser lembrado sempre para evitarmos maiores problemas e bagunças.
Se todos nós fôssemos educados ou pelo menos tivéssemos a noção de onde começa o nosso direito e termina o do outro, já teríamos grandes chances de evitar os transtornos do cotidiano e, dessa forma, aprender que a vida nem sempre vai nos mostrar sinais e indicações, mas precisaremos estar atentos, com muita determinação e sabedoria, resolvendo tudo da melhor maneira, sem agredir ou prejudicar ninguém.
A confusão que vi foi causada pelo mau funcionamento de um sinal de trânsito, mas já vi piores com o sinal em bom estado, onde as pessoas mesmo assim se achavam no direito de não parar na hora certa e de descumprir os avisos que eles mesmos criaram para viverem melhor em sociedade.
Sociedade complicada essa nossa...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Capacidade Humana

O que um homem é capaz de fazer, nunca saberemos ao certo, mas podem ter certeza de que eles farão as melhores ou as piores coisas em prol da sobrevivência e da sua defesa pessoal, já que nos dias de hoje a impressão que temos é que a desordem aflige as pessoas quando elas estão em situação de conflito ou provação.
Nem todo mundo sabe conter a sua má capacidade de criar problemas desnecessários e terminam sendo inoportunos quando suas atitudes poderiam ser bem diferenciadas e sem muitas máculas. Basta observar os locais onde as pessoas estão para percebermos como elas são impotentes em determinados assuntos e isso é reflexo do estresse exagerado da vida, da falta de igualdade social e também da brutalidade que adquiriram ao longo da sua existência e que lhes deu um tom de primitivos, quando deveriam ser mais evoluídos e cheios de boas ações no currículo.
O homem capaz não é aquele que sabe muito das coisas que a vida ensinou, mas sim aquele que aprendeu a ter domínio das suas atitudes e construiu bons relacionamentos para ter sucesso em tudo que faz, mostrando o quanto é essencial ter sabedoria nas horas certas e dessa forma mostrar a sua real capacidade para lidar com tudo, inclusive com os conflitos humanos.
Se uma pessoa for capaz de domar o seu ego, de construir bem os seus desígnios e de mostrar um trabalho bem preparado em tudo que realizar, já terá grandes chances de ter destaque na vida, pois provará o quanto é importante para ele mesmo e também para todos aqueles que precisam de um pouco da sua colaboração.
Capacidade é ser educado, respeitar o direito alheio, abominar as injustiças, fazer o certo, evitar brigas e ser assertivo nas suas atitudes, que podem refletir em ações breves ou bem mais duradouras. Se agirmos com estas características, construiremos grandes objetivos na vida e deixaremos claro o nosso propósito no mundo, fazendo com que o nosso legado seja visto com mais facilidade, influenciado a todos e fazendo com que a nossa forma de evoluir seja sempre crescente e demonstre ótimos resultados em tudo que estivermos envolvidos e muito comprometidos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Opiniões Desencontradas

As opiniões que são mostradas nas redes sociais nem sempre refletem a realidade dos fatos e muita gente termina sendo levada pelas notícias que escutam por aí, gerando uma grande divulgação de textos, agressões, palavrões e asneiras que poderiam ser evitadas, fazendo com que as nossas páginas não ficassem repletas de idiotices e os geradores de tais informações não fossem vistos como abomináveis e por isso dignos de um bloqueio.
É notável a utilidade da internet  e também da forma como ela nos ajuda diariamente a resolver nossas broncas, mas é preciso que tenhamos cautela para não ficarmos envolvidos em falatórios sem necessidade ou quem sabe manifestar a nossa opinião na página de alguém que não tem o conhecimento necessário para chegar até o real sentido dos fatos, evitando desencontros e atos distorcidos.
A grande parte dos escritos que surgem no meio digital terminam criando mais asas do que podem voar e quando estão relacionados ao público jovem, que adora uma polêmica, as consequências tendem a crescer ainda mais e dessa forma expor todos os que estão envolvidos ou não na conversa, que muitas vezes é fiada e sem fundamento.
Gostaria muito de abrir a internet e só encontrar notícias interessantes, mas geralmente não é assim e o excesso de peitos, bundas, intrigas de casais, mentiras da semana, desencontros amorosos e outras banalidades terminam tomando conta dos nossos dias e nos fazendo perceber que o tempo geralmente gasto em algumas páginas é totalmente desnecessário e pode ser ocupado com outras atividades facilmente.
Basta que um comentário polêmico seja publicado numa página social qualquer para que as mais diversas réplicas sejam colocadas no ar, provando que nem todos estão capacitados para opinar e também para receber a informação. Algumas pessoas que se dizem marginalizadas se doem mais em algumas situações e terminam mostrando o quanto são ridículas, pois mostram que elas mesmas não entendem o sentido da sua razão de viver e terminam discriminando a si próprias com seus comentários desconcertantes e sem nenhum fundamento.
Manifestar opinião exige conhecimento. 
Se não tiver fundamento no que deseja falar, é melhor ficar com a língua presa e evitar vexames virtuais que só comprometem a imagem das pessoas, mas principalmente daqueles que falaram besteiras ou não sabiam do que estavam falando e mesmo assim entraram na conversa.
Falar por falar não é nada inteligente e às vezes o silêncio é mais sábio do que possamos imaginar.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...