segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Novos Hábitos, Velhos Costumes...

A nova realidade de vida que agora estamos vivenciando nos trouxe muitas novidades, umas boas, outras ruins e a maioria adaptada aos novos tempos e costumes, como é o caso da entrega de alimentos por delivery, algo que já existia e que agora criou forças maiores e se tornou uma nova mania nacional.

Estes novos hábitos nos mostraram muitas facilidades e nos fizeram perceber que nem sempre vale a pena sair de casa para ir a um restaurante lotado, pois em pouco tempo podemos receber, no conforto do nosso lar, aquela comida que tanto gostamos.
Ruim é perceber o enxame de entregadores, digo, maus entregadores, pois causam o terror nas ruas com as suas infrações de trânsito e geralmente não respeitam nenhuma regra para poderem realizar as entregas previstas num prazo reduzido e assim poder ter mais demandas para fazer renda, já que este também foi o emprego encontrado por muitos durante a pandemia, onde o desemprego está alto e algumas atividades mudaram radicalmente a sua forma de atuação.
Ser infrator do trânsito não é novidade alguma e muitos já tem isso no sangue. Algumas vezes até nos perguntamos o que é certo ou errado, tamanha é a falta de controle que isto tem. As aulas que são dadas na escola de direção ficam ali mesmo e na prática a falta de noção termina sendo a atitude mais favorável para ganhar um segundinho a mais na frente dos outros ou simplesmente pelo prazer de ser mal educado e desobediente ao que o trânsito nos impõe.
O delivery é necessário, útil e vai evoluir ainda mais, mas será que este exército de entregadores de motos, bicicletas e carros serão sempre assim? Os velhos hábitos do trânsito não evoluíram para um bom destaque e terminamos percebendo que as pessoas sempre possuem a capacidade nata de distorcer o que é bom, sempre dando aquele jeitinho para tornar tudo bagunçado e desordenado. Os novos hábitos de todos nós devem ser inspirados na civilidade e não em ações que transformem o nosso caos urbano em algo ainda mais tenebroso e sem resultado efetivo.
Sigamos em frente, com segurança e respeito ao próximo.
É isto que está faltando hoje em dia e o delivery de coisas erradas está cada dia mais presente nas nossas vidas, comprometendo cada uma das nossas atitudes e deixando o que é bom com aquela lembrança ruim de uma freada mal realizada ou uma buzina acima do tom.
Não ultrapasse os limites da tolerância, pois o bem pode ser transformado em mal num piscar de olhos.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Segunda Metade

O mês de junho acabou e com ele muitas esperanças de dias melhores em meio a esta pandemia que vivemos e que achávamos que iria durar menos. Eu achava!
Enganei-me totalmente sobre muitas situações, pois não imaginava que seriam tão caóticas e entristecedoras, onde muitos aspectos da sociedade tendem a ser modificados profundamente ou até extintos por pura e total necessidade, já que a prática dos mesmos se tornou altamente contaminante e perigosa enquanto a doença não for controlada, se é que teremos um efetivo controle sobre ela.
A vacina que precisamos tomar para conter toda esta agonia é o discernimento necessário para cuidarmos da nossa vida e dos que estão ao nosso redor, tendo as devidas precauções higiênicas e respeitando todas as imposições que o mal invisível nos impôs.
Quem observa a realidade de hoje e pode aprender com ela, vai notar que é possível modificarmos alguns hábitos para melhor e dessa maneira vivermos mais leves e serenos com o que realmente interessa e faz sentido nesse mundo tão complicado e sem explicações satisfatórias.
A reflexão que temos neste momento tão ruim é que certamente iremos aprender alguma coisa, pois quem não aprender nada, certamente, tem algum problema mental ou já morreu contaminado e sem respiração para falar alguma besteira. A maioria é doente mental, pois não respeitam muitos procedimentos básicos e terminam causando problemas desnecessários, os quais afetam a nossa vida drasticamente.
O Brasil precisa aprender muito, de várias formas, mas o que hoje está sendo mais necessária é a visão dos fatos, onde a cegueira fanática de muitos temas fique de fora das nossas vidas e nos façam evoluir como pessoas e cidadãos. Sem isso, nada muda e ficaremos tendo várias pandemias, algumas, infelizmente, incuráveis e sem nenhuma solução.
Precisamos de soluções e não de problemas. Já basta os que temos, que não são poucos... 
E vamos aprendendo as regrinhas básicas da nova vida...

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Lockdown

Paramos tudo, ou quase!
De repente ficamos mais agoniados, mais ansiosos, mais famintos, mais cansados, mais desesperados, mais informados, porém menos cuidadosos.
O relaxamento de algumas situações essenciais para a prevenção do COVID-19 fez com que algumas cidades adotassem o fechamento total de atividades consideradas não essenciais e isso é algo que reflete bem mais a nossa falta de atenção do que a real necessidade do procedimento de nome estranho, em língua inglesa.
Como tudo em inglês fica mais impactante, então vamos causar esta sensação.
Muita gente ainda vive em outro mundo, fazendo o que não deve o tempo todo e sem tomar as devidas precauções.
Mas, se de um lado, alguns podem se prevenir, de outro, alguns tentam e não conseguem, pois moram nas ruas, não possuem acesso ao saneamento básico e água potável, residem em áreas onde a aglomeração é inevitável ou, simplesmente, não acreditam que seja possível morrer de um vírus como este.
O lockdown que precisamos é de atitudes ruins, colocando no lugar aquelas que são benéficas e nos fazem bem. Há muitos caminhos ainda para serem trilhados, mas não será com desespero e descuido que chegaremos lá. A situação é difícil, mas não é impossível de se administrar, embora demonstre que faltou justamente um pouco desta administração no passado para que tudo hoje estivesse melhor e mais organizado. 
Sofrer todos nós iremos, mas podemos escolher uma melhor forma de se adequar ao sofrimento, sendo dono da situação ou somente dominado por ela e sem chances de realizar nenhuma melhoria para as nossas vidas.
E sigamos em frente...

segunda-feira, 4 de maio de 2020

O Lado B

Quando nos deparamos com o inusitado, temos que tirar do bolso aquela cartada certeira para fazermos diferente algo que já estava bem costumeiro ou quem sabe até escutar outra melodia e acostumar a nossa vida aos novos acordes que a vida nos apresentou. 
Se antes estávamos acostumados aos sons mais leves e previsíveis, agora temos que nos preparar para as batidas mais fortes e eletrônicas que nos fazem ter um choque de realidade e entender que nem tudo é bonitinho para sempre e que em algum momento das nossas vidas uma derrapada terá que acontecer para nos fazer acordar para a dura realidade da vida, seja esta motivada pelos nossos atos ou pelas circunstâncias da sociedade que evolui, mas nem sempre para o lado bom.
O lado B é sensacional para percebermos que aquele primeiro impacto, o mais fácil e previsível, pode ser colocado de lado para dar espaço a situações mais diferenciadas e que nos concedam um certo conhecimento da realidade, ainda que com algumas resistências da nossa parte, pois descobrir o novo é desafiador, mas também é bem amedrontador e nos coloca em provação constante, quando o assunto é mudança de comportamento.
Acredito que temos que nos dar oportunidade de conhecer todos os lados da vida, pois é analisando cada um deles que conseguimos descobrir o que realmente importa e como isso será válido para as nossas vidas, já que não iremos sair do lugar comum se ficarmos somente nas primeiras letras do alfabeto, deixando de conhecer as diversas palavras e significados que as demais nos oferecem.
Se a vida mudou radicalmente, vamos seguir em frente.
Levantar a cabeça e encontrar novas soluções ainda é a melhor maneira de descobrir as possibilidades que teremos pela frente e como isso tudo é essencial para a nossa existência.

terça-feira, 21 de abril de 2020

Vida Normal?

Bem, vivemos um momento anormal, seja pela privação das nossas ações ou pelo simples fato das pessoas terem se acostumado a prever o futuro, com todas as suas projeções para a morte, a vida e também para a cura. Pois bem, a vida não está fácil, realmente, mas ficarmos o tempo todo pensando nas situações ruins que nos cercam é fazer com que a nossa vida seja prejudicada com a tristeza em tudo que realizamos.
Um dia teremos que nos acostumar com o COVID-19, pois se assim não fosse estaríamos presos em casa há muito tempo, já que basta pensar um pouco para sabermos que o mundo é doente e nele vivemos diariamente. Um dia mais fraco, outro dia mas forte, mas vamos vivendo...
Quantas e quantas pessoas não pegam diversas doenças e nem sabem ao certo onde se contaminaram? Após o carnaval, a quantidade de pessoas infectadas com dermatites, sífilis, conjuntivite, gripe, garganta inflamada e tantas outras xanhas, que já conhecemos tão bem, é enorme.
O COVID-19 é realidade, mas não podemos fechar os olhos para ela. Basta observarmos um pouco as pessoas para notarmos que muitos cuidados estão sendo tomados, mas em alguns momentos outra grande maioria nem está pensando que o problema também é com elas. Estão inertes, descrentes, desobedientes, revoltados, isso e aquilo, aquilo e isso.
Nem sei o que pensar algumas vezes e só percebo que a vida está muito complicada de se entender, pois se num dado momento achávamos que a Europa e os EUA era um exemplo de cuidados com a saúde e tinham bons hospitais, hoje vemos que bastou um pouco de desordem para que tudo fosse visto de outra forma, demonstrando que não adianta bons hospitais se os devidos cuidados não forem tomados.
A higiene é algo que aprendemos desde criança, mas quando nos tornamos adultos a impressão é de que ainda falta muito para sabermos, haja vista os diversos exemplos de pessoas crescidas que ainda não adotam medidas simples de cuidados pessoais para se manterem livres de problemas de saúde. 
Talvez a lenda ou verdade de que os Europeus não gostam de tomar banho seja real, pois a contaminação destas pessoas foi bem significante e podem ter sido originadas pela falta de cuidado ou falta de higiene.
Vida normal é manter as mãos limpas, sempre. É tomar banho todos os dias, mais de uma vez. É zelar pela limpeza do seu lar. É usar roupas limpas. Lavar as mãos antes das refeições e depois de usar o banheiro.
Será que isso é tudo novo ou somente eu praticava?
Já vi muitos exemplos de pessoas imundas e que numa situação como a de hoje, já estariam contaminadas por várias ações e a generalização das bactérias seria algo bem simples se fossem evitadas as manias nojentinhas que muitos adultos crescidos e educados insistem em manter.
Vamos praticar o óbvio, organizar nossas atitudes, manter a sanidade e seguir em frente que tudo se resolve com mais facilidade. Não é fazendo xixi ou cocô e não lavando as mãos que ficaremos livres das doenças que nos cercam. Talvez nos falte atitude e sobrem lamentações e falta de percepção dos fatos para entender que o mundo sempre será assim e que a nossa vida pode ser salutar se estivermos atentos a tudo que realmente interessa.
Vida normal? Parece que essa vai ser a solução em breve. 
Ressalto: Vida normal e com cuidados.
Vida normal para muitos é viver na sujeirinha do cotidiano e isso não nos leva a lugar nenhum...

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Faz Uma Live Dessa Tua Feiura

A moda do momento é fazer "lives", seja para mostrar o talento ou a total falta de noção diante do ócio ou excesso de ideias que a quarentena nos tem apresentado. Ficar em casa para muitos é um desespero, embora seja um bom momento para ajustar detalhes da nossa bagunça diária que nem sempre temos tempo de deixar em dia e com um aspecto organizado.
Os artistas sem agenda conseguiram uma nova maneira de ganhar dinheiro e seguidores, assim como os que almejam fama perceberam uma boa forma de passar vexame ou de darem a cartada final na busca de melhores momentos na vida, meio sem graça, mas com muito esforço para aparecer.
Aparecer é o valor do momento e disso ninguém abre mão.
A pandemia que vivemos nos ensinará muito e mostrará a todos nós muitas formas de levar a vida com outros olhos, virando o lado B e deixando o sol bater nos cantinhos mais obscuros da nossa insignificante existência, pois num dado momento temos tudo e não podemos fazer nada ou tínhamos tudo e agora não temos nada?
São situações diversas que viveremos nos próximos meses... Verdadeiras "lives" e ensinamentos de vida que ficarão para sempre nas nossas memórias. Nunca tivemos algo parecido e por isso os registros são tão importantes para todos aqueles que necessitam de publicidade na vida ou simplesmente gostam de estar em evidência, ainda que por alguns segundos.
Ficar obscuros e trancados em casa, definitivamente, não é tarefa de muitos e disso fogem veemente, com todas as suas forças e criatividades possíveis.
Seja feio, mas seja público...
De que adianta uma feiura se ninguém pode comentar, criticar, elogiar, demonstrar seu preconceito, derramar seu ódio...
É disso que a sociedade se alimenta e esse marasmo todo que hoje vivemos está consumindo a maioria das pessoas, as quais se alimentam do oba oba dos acontecimentos diários e que muitas vezes não levam a nada.
Vamos viver... Vamos fazer uma live, urgente!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Hashtag's Sinceras

Hoje a associação de palavras ao símbolo "#" se torna algo viral e muito usado nas redes sociais, mas na verdade muitas delas poderiam ser usadas de forma mais sincera se fossem verificadas determinadas atitudes que as pessoas tomam e que não são condizentes com aquilo que realmente praticam, gerando uma certa falsidade na hora de verificarmos o que é correto ou não.
Em tempos de pandemia isso é bem real, pois noto que as mais reais seriam: #eunaoficoemcasa #ficoseeuquiser #elesquelutem #souimune #covideparaosfracos e tantas outras que poderíamos associar à falta de consciência das pessoas, pois, aos poucos, percebemos que os isolamentos sociais estão se perdendo e a agonia das ruas termina voltando ao normal e dando espaço para muitas aglomerações, gerando riscos iminentes de contaminação.
Usar as redes sociais para divulgar tudo que (não) fazemos é algo bem costumeiro e ainda mais quando o modismo das hashtag's se torna algo impensado e sem a mínima cautela. É como se enviássemos para o mundo uma informação que nos agregará a um grupo sem que na verdade façamos parte dele. É uma informação fake agregada a um símbolo inexistente. Uma fraude.
Difícil de entender?
Pois bem, é difícil mesmo... 
Nem eu entendo!
Fraudulentas mesmo são as nossas diversas formas de macular as informações, fazendo com que as pessoas acreditem em histórias "quase" reais e que só beneficiam o nosso ego e não permitem que nenhuma melhoria social seja gerada. 
É mais bonito fazer de conta do que prestar contas e isso é mais comum do que se imagina, já que de a internet está cheia de volumes inexistentes, silhuetas modificadas digitalmente e vidas que só mostram a felicidade durante o click da fotografia. Aquele amor da foto na verdade foi uma ilusão e reflete um pouco o momento que todos nós vivemos, pois ainda achamos que tudo que está publicamente dito e mostrado é real, quando na verdade não passa de uma má impressão.
Péssima impressão!
Pegou feio mesmo...
#chocado

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...