quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Trabalho (só) para isso...

Trabalhar para isso é bem diferente de Trabalhar SÓ para isso...
Muitas despesas não refletem a capacidade econômica das pessoas e se isso não for bem observado, ficaremos cada vez mais incapacitados de conquistar o que desejamos, tamanha é a nossa insuficiência de gerar um bom resultado nas nossas despesas que terminam ficando no vermelho e nos causando prejuízos que não acabam.
Não adianta comprar um celular de última geração quando este tem o preço dez vezes maior que o meu líquido salarial, pois como todos sabem (será?) o salário bruto é bem diferente do líquido e salário nominal não significa remuneração.
A confusão começa justamente quando gastamos mais do que recebemos e terminamos gerando um descontrole geral e crescente nos nossos pagamentos, sem que seja possível suprir o nosso erro, num curto espaço de tempo.
Bom e saudável é gastar abaixo do que ganhamos e se possível evitar ao máximo os parcelamentos no cartão de crédito, pois as armadilhas que vão ocorrendo, até a quitação geral dos valores que compramos, fazem com que a nossa renda vá ficando comprometida e faça com que a sensação de desgaste seja bem maior, já que ficamos trabalhando só para pagar contas e sem nunca ter uma sobra para aproveitar melhor a vida com outras atividades que nos tiram o cansaço diário.
Muita gente fala: "Gasto porque trabalho para isso..." 
Quem fala tem razão em parte e concordo até o ponto do merecimento, pois é saudável nos valorizarmos com aquisições que são fruto do nosso trabalho. O que não concordo é deixar que o comprometimento da renda seja total para esse merecimento, pois o que era para ser uma dádiva, termina se transformando numa dor de cabeça sem fim. Analisar cada compra que realizamos é tarefa fácil de ser feita e basta observarmos o que temos de necessidade real para efetuarmos nossas aquisições, pois se um pouco de atenção for dada, veremos que fazemos mais compras desnecessárias do que realmente primordiais e beneficiadoras.
Vamos trabalhar para isso, sem que ISSO se torne uma compulsão e nos deixe sufocados e sem chances de aproveitar os frutos do nosso trabalho.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Enganos Mil

Ter a sensação de que estamos sendo enganados não é nada bom, ainda mais quando isso ocorre em todos os momentos dos nossos dias. Tudo parece irreal nos faz perceber que a sabedoria das pessoas nem sempre é usada para o bem, mas sim para nos deixar irritados com tanta enganação.
Falar o que não sabemos somente para criar uma situação de conflito, gerar histórias duplicadas para confundir a nossa mente, aumentar ou diminuir a proporção dos acontecimentos, supor o que nem tem sentido são alguns dos exemplos e isso não é nada complicado de se encontrar.
Viver num mundo de ilusão é o que muita gente gosta, embora isso seja mais uma doença do que realmente uma boa sensação para o viver sadio. Parece que ninguém tem compromisso com a verdade e a cada dia se acostumam mais com os levantamentos hipotéticos de situações que não agregam nada e só nos fazem perder tempo mais e mais, sem nunca encontrarmos as respostas para tantas perguntas sem resposta e casos sem solução.
A preocupação maior é levantar fatos irreais do que com a descoberta das verdades e parece que isso é o que move o mundo e faz com que as pessoas fiquem vivas. A enganação vale mais que tudo e contribui grandiosamente para a desgraça das pessoas que ficam cada dia mais viciadas em receber o que não presta como resposta ou quem sabe buscar ludibriar aqueles menos informados e que não possuem firmeza no que falam, já que a base do conhecimento é bem restrita e não favorece grandes investidas.
Bom seria se sempre encontrássemos a claridade dos fatos e que tudo fosse resolvido com o compromisso da verdade, nunca desprezando a inteligência alheia e achando que todo mundo pode ser enganado sem a menor cerimônia.
Mais verdade não faz mal a ninguém.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Folia e Violência

O carnaval está chegando e a folia já toma conta da cidade, fazendo com que a movimentação seja intensa, atraindo muitos turistas e pessoas dispostas a brincar o carnaval antecipadamente e com mais calma, já que, nos dias oficiais, o movimento é bem maior e torna os locais impraticáveis em alguns momentos.
Mas será que esta paz antecipada é mesmo real?
A cada semana observamos nos noticiários os mais variados anúncios de violência e se formos ler com calma cada um deles, perceberemos que a confusão acontece por nada, simplesmente pelo fato de pessoas ruins estarem dispostas a gerar confusão. Alguns roubam, outros só fazem bagunça e isso se torna uma prática nas ruas do Recife Antigo e Olinda.
Fico imaginando quando o carnaval chegar...
É uma vergonha percebermos isso diariamente e ainda mais quando nos tornarmos reféns destas pessoas que terminam tendo mais privilégios do que os cidadãos de bem, os quais, por medo, terminam deixando de lado o seu lazer e cedendo às ameaças que sofrem em ambientes públicos e que deveriam ter maior cuidado e fiscalização da polícia.
A polícia termina fazendo uma guarda ineficiente, pois ficam parados em alguns locais e não circulam como deveriam fazer, servindo mais como enfeites do que como colaboradores da segurança pública. 
Como se não bastasse tudo isso, ainda temos os "donos" das ruas que tomam conta dos espaços disponíveis para estacionamento e terminam cobrando preços altíssimos por uma simples vaga em locais públicos. Ficamos até com medo de não pagar nada, pois nem saberemos como o nosso carro estará no retorno, sendo o prejuízo ainda maior com o ajuste dos possíveis danos causados do que com o dinheiro pago pelo estacionamento irregular, mas extremamente caro e nem sempre vigiado, pois pagamos sem saber se realmente estarão olhando ou não pelo nosso veículo, que termina muitas vezes ficando abandonado e sem o mínimo de atenção.
A violência está por toda parte e temos que nos cuidar para não ficarmos ainda mais expostos aos riscos existentes na sociedade, os quais só comprometem o nosso direito de ir e vir. O medo de ir e não vir é muito grande e isso tem que acabar de uma vez por todas e as cidades precisam ser novamente entregues aos cidadãos de bem e que valorizam os momentos de puro deleite, sem violência alguma.
Abaixo esses marginais desocupados que deveriam procurar algo mais produtivo na vida ao invés de só gerarem violência e medo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Elke Canta e Conta

Elke Maravilha cantou e contou um pouco da sua história na apresentação que fez neste final de semana, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos.
Uma mulher bem vivida, educada e cheia de situações interessantes para compartilhar. Sua presença indescritível encantou a todos e ela mais uma vez mostrou seu talento e fez jus ao nome que adota artisticamente.

Assim falava Itamar Assumpção, na música que fez em homenagem a artista:


Elke mulher maravilha
Uma negra alemã, um radar
Um mar, uma pilha
Elke mulher maravilha
Uma branca maçã, avatar
Um luar, uma ilha
Elke mulher maravilha
Uma deusa pagã, um sonar
Um altar, uma trilha
Elke mulher maravilha
Uma prenda Ogã, um pilar
O ar, mãe e filha










sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Ayrton Montarroyos


Estive, nesta semana, na apresentação que o cantor Ayrton Montarroyos realizou na programação do Janeiro de Grandes Espetáculos e comprovei o talento que até então só tinha visto através dos programas de TV, os quais não mostravam a real potencialidade do artista recifense, que tem uma promissora carreira a seguir.
Show intimista, mas com variadas influências musicais, as quais mostraram que o artista tem muitos caminhos a seguir, sendo firme ao seu propósito musical, que é cantar a essência da nossa música popular brasileira.
Deixo aqui no blog alguns registros que fiz.






















quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Do You Love Pipoca?

O desejo da popularidade deixou de ser uma ânsia dos artistas e hoje atinge todas as pessoas que possuem um simples acesso à internet, pois basta verificar a forma como se comportam para notar que ter fama é pipocar, literalmente, nas redes sociais ou noticiários que conhecemos tão bem.
Se antes tirar a roupa era motivo de grande destaque e euforia, gerando certo destaque social, criando fama por muito tempo, além de altos cachês, hoje, as pessoas, em busca da fama, criam seus próprios canais e fazem de tudo para aparecer, tirando a roupa de graça e fazendo até o que é visto como inacreditável.
O calor das emoções faz com que tudo fique muito visto e fácil de ser acessado e compartilhado, deixando claro que a popularidade deixou de ser algo apegado ao que tem base e fundamento e agora é, simplesmente, um estado de espírito, um modo de ser, com muita futilidade e às vezes sem beleza alguma.
Mostrar a bunda, os músculos, as badalações, as brigas conjugais e familiares e até os vícios são atitudes que deixaram o reservado das casas das pessoas e agora estão divulgados publicamente para todos comentarem, curtirem e compartilharem, sem contar que nem sempre o sentimento ou informação contida na mensagem é o mesmo da realidade, já que muita gente fala uma coisa e faz outra, tem uma imagem e mostra outra; E haja recursos tecnológicos para pipocar ainda mais as imagens já tão divulgadas...
Dou you love pipoca?
Eu gosto, mas daquela bem quentinha na hora do filme.
Essa pipoca popular que hoje existe pelo mundo é muito gordurosa para mim e termina me deixando com um pouco de abuso de tantas situações que vivenciamos e que poderiam ser evitadas para o bem da sociedade e também das relações pessoais. 
Antes de expor sua pipoca estourada na internet, pense nas consequências que isso traz e como a imagem de alguém pode realmente ficar pipocada com tantos tiros e comentários que vai receber, pois nem todo mundo tem a mente igual e terminam comentando além da conta e das reais verdades que tudo pode aparentar nessa selva de vaidades, onde estourar na mídia ainda é o melhor meio de vida.

Texto inspirado na música Pop Popular, do Eduardo Dusek

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Espontaneidade Doentia

Ser espontâneo é uma característica muito boa, pois traz a verdade nas relações e faz com que as pessoas sejam conhecidas mais facilmente pelas atitudes simples que possuem e que geram ótimos frutos, os quais são vistos por todos, tornando tudo bem mais amigável.
Em alguns casos, a espontaneidade forçada se torna uma doença já que muitos tentam impor uma situação que não faz parte da sua natureza, gerando um convívio imaturo e sem nenhum resultado bom. Confundir a característica da espontaneidade com a maneira desordenada de agir e de mostrar o que não existe, é algo muito comum, ainda mais nos dias de hoje, onde as pessoas vivem mais de aparência e de redes sociais do que de realidade mesmo. Ter uma forma irreal de agir quando na verdade o sentimento é outro é muito comum e nos faz acreditar que a doença está nas pessoas de uma forma gritante e muitas vezes incurável.
Quem é espontâneo de verdade não precisa forçar nada e faz tudo de maneira natural, sem criar uma estratégia gigantesca para convencer aqueles que já estão cheios da conversa fiada diária e que nada agrega. Forçar uma situação é irritante e só nos compromete, pois logo ficamos conhecidos pelas atitudes falsas e que geram constrangimentos desnecessários, colocando em risco a imagem boa que cada um de nós possui e que por descuido e falta de noção a deixamos arranhada e sem muitas chances de ajuste.
Sejamos sadios nas atitudes para que o convívio seja pleno e possa nos elevar.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...