quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Indisponível

A disponibilização de serviços e produtos é uma grande preocupação hoje em dia, pois a maioria acontece somente de fachada e os anúncios são mentiras para fazer uma média com a sociedade que termina acreditando que as promoções são verdadeiras e realmente podem nos servir. 
Ligar para um número do atendimento ao cliente que nunca está disponível ou sempre se mostra ocupado é algo bem mais comum do que possamos imaginar e isso reflete na falta de respeito que existe nas diversas formas de serviços que somos obrigados a engolir.
Muitas vezes observamos o preço de um produto num anúncio e quando chegamos na loja a oferta é bem diferente ou cheia de restrições, fazendo com que a compra seja na verdade uma furada do que uma oferta. Ligar para o atendimento eletrônico de uma operadora de celular é um calvário e conseguir resolver o assunto desejado é algo que passa por vários atendentes e consome muitos minutos de ligações. O pior não é gastar tempo ligando, mas ter a ligação derrubada propositalmente pelo atendente quando ele não quer resolver o nosso assunto e fica nos cozinhando em banho maria para tentar nos convencer do contrário.
Estamos tão descrentes com as ofertas e serviços que quando algo é anunciado ficamos imaginando se é verdade ou não e já vamos logo procurando as letrinhas pequenas do anúncio para saber as regras e exceções daquela vantagem tão grande e que nem parece ser verdade. Geralmente é uma meia verdade, algo meio obscuro e que precisa de um pouco da nossa investigação para que não caiamos em armadilhas.
Antes da indisponibilidade dos serviços e produtos, o consumidor precisa assumir o seu papel e cobrar a verdade dos fatos e não se deixar enganar por divulgações mentirosas ou cheias de malandragens. Outro dia fui numa loja à procura de uma oferta que vi no jornal e fui informado que o produto não estava disponível, mas eles tinham um similar para vender. Com a maior cara de pau o vendedor me disse que a oferta era na verdade uma "jogada de marketing" para atrair o cliente até a loja, mas o produto anunciado não estava mais nos estoques da loja há algum tempo.
Para mim, isso é uma palhaçada de marketing, um desrespeito, uma vergonha.
A indisponibilidade termina fazendo com que aceitemos produtos similares ou deixemos de lado a nossa real necessidade e isso compromete a nossa vontade e faz com que fiquemos realizados pela metade naquilo que escolhemos para as nossas vidas. Inaceitável é termos que conviver com isso e acredito que a submissão dos consumidores é a forma mais errada de contribuir para essa doença, pois se não dermos um ponto final nestas artimanhas, ficaremos cada vez mais distantes dos nossos reais direitos e não saberemos ao certo o que cobrar na hora que mais precisarmos.
Ação é o que nos falta e isso reflete numa indisponibilidade terrível, tanto da nossa parte como das empresas que vendem ou nos prestam serviços. Se parássemos de ser tão consumistas e de nos submetermos a tantas agressões, o efeito seria outro e as mudanças passariam a ocorrer, já que os lucros daqueles que se julgam espertos demais iriam minguar e as atitudes teriam que ser revertidas para que a confiança fosse novamente ativada e pudesse gerar bons frutos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Grupinhos...

A moda do momento é criar grupos numa das redes sociais mais disputadas do momento, o WhatsApp. O ruim é ter que encarar os danadinhos dos grupos que não cumprem a sua finalidade e terminam só descarregando a nossa bateria com uma infinita quantidade de mensagens que chegam a todo momento. Fala-se de tudo no grupo, menos sobre o assunto que originou a sua criação. Alguns ainda são fiéis e cumprem o seu papel social, mas outros terminam comprometendo o nosso juízo e nos fazendo perder tempo e ainda nos deixando com a péssima sensação de incapacidade, pois não há como ter tempo suficiente para ler todas as mensagens que são distribuídas diariamente, em qualquer horário do dia, noite ou madrugada. 
Alguns artifícios, como silenciar o grupo ou retirar os alertas do telefone terminam sendo válidos para evitar que a todo o momento o celular fique chamando a sua atenção, pois se assim não for, teremos a crescente constatação de que nos transformamos em escravos virtuais de uma máquina de fazer mensagens.
O WhatsApp ajuda muito, mas também afasta as pessoas e faz com que a noção de perigo seja perdida, pois a todo momento as pessoas ficam expostas com os seus celulares em qualquer lugar e a qualquer momento, fazendo com que os ladrões fiquem cada dia mais abastados com as suas conquistas e não façam nenhum esforço para fazerem as suas vítimas. 
Participo de alguns grupos e termino sendo uma pessoa quase inerte dentro dos seus contextos, pois nem tenho paciência e nem tempo para ler tantas mensagens que são compartilhadas, sem falar, claro, dos vídeos, fotos pornográficas e os diversos outros assuntos que são compartilhados e que não possuem nenhuma finalidade com o grupo e nem com as pessoas que estão ali.
Torço pelo bom senso, pela cautela e pela ponderação quanto ao uso deste aplicativo e também dos diversos grupos que são criados, pois se assim não for, estaremos destinados ao abuso de uma ferramenta tão útil, mas que terminará pegando o mesmo abuso das demais redes sociais que ficam obsoletas ou sem atrativo quando assumiram papeis desnecessários, pelo compartilhamento de besteiras demais, nos fazendo imaginar o quanto somos desocupados para prestar atenção naquilo tudo.
Sonho no dia que abrirei meu WhatsApp e só encontrarei mensagens benéficas, produtivas e úteis e não as imensas corrente e textos infinitos que nem sei em quantos dias foram escritos, pois, não sei vocês, mas para mim escrever uma frase grande neste aplicativo é um martírio, já que meus "dedinhos pequenos" sempre erram a letra no teclado e me fazem corrigir a frase algumas vezes, desgastando ainda mais a minha paciência.
Qual o teu grupo mesmo?
O meu é o grupo que mais estiver adequado e não comprometer a minha paciência. Se não for assim, prefiro nem participar, já que o tempo é ouro e não posso estar desperdiçando por tão pouco. 
What's Up?
Esta pequena frase significa: O que há?, em inglês. Frase curta, como a proposta do aplicativo, acho.
Adaptada para o mundo virtual se transformou em WhatsApp, um aplicativo cheio de perguntas, poucas respostas e infinitas discussões que nem sempre levam a algum resultado produtivo, ainda mais quando entre os seus amigos particulares ou grupos existirem os fanáticos por futebol ou viciados em sexo e piadas sem graça. A conversa não tem fim quando estes assuntos estão inseridos e terminamos sem saber ao certo do que falamos e o que buscamos com o uso deste aplicativo útil, mas subutilizado.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Acorda Mademoiselle Serpente‏

"Desfila na rua da inveja dessa gente..."
Despertar para a inveja que os outros sentem é algo que deve ser praticado diariamente pelo nosso radar, sendo esta a única forma de nos livrarmos do mal, afastando tudo e todos que não prestam das nossas redondezas. 
Quem se aproxima dos outros com o intuito de somente buscar privilégios ou quem sabe roubar o pouco que os outros ainda possuem em matéria de dignidade, é, no mínimo, uma serpente venenosa com alto poder destrutivo e que vai aos poucos crescendo e tomando conta de tudo. Cabe a cada um de nós bloquear este crescimento e fazer com que a sua força não se torne um perigo iminente e que comprometa os nossos movimentos e nos cause medo a ponto de ficarmos paralisados e sem ânimo.
A inveja tem um poder destrutivo terrível e nunca deixa de influenciar negativamente aqueles que sentem a sua fúria e olhar secativo. Há algumas pessoas que ainda passam ilesas e não se deixam contaminar, mas outras sentem de longe os maus sentimentos e ficam com um mal-estar terrível, o que gera muito descontentamento para diversas atividades que irão desempenhar, pois, quem não sabe, a inveja é uma grande fonte de consumação de energias e faz com que aqueles que sentem os seus efeitos fiquem fracos e sem muita vontade de seguir em frente com as suas tarefas diárias.
Há quem diga que a inveja é fruto da nossa imaginação, que não existe, que é crença desnecessária, mas não é. Quem sabe disso são todos aqueles que ainda sofrem com os seus efeitos e procuram a cada instante se desvencilhar de todas as armadilhas que são apresentadas e que contribuem negativamente para tudo o que é bom e saudável.
Benéfico é termos consciência dos nossos atos e nunca fazer algo pensando na vida dos outros, destilando inveja por algo que não temos ou que está difícil de ser conseguido. Se buscarmos nossas próprias forças e destinos, ficaremos cada vez mais capazes de superar os obstáculos, sem inveja, invejinha boa, inveja branca ou qualquer outro apelido que as pessoas usam para tentar amenizar o seu olho gordo.
"Céu Azul, Rio Anil, dorme a Serpente..."

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A Propriedade Intelectual do Autor

Num mundo tão globalizado e muitas vezes banalizado, fica complicado entendermos até onde vai o nosso direito e onde começa o dos outros, pois se percebermos a forma indiscriminada do uso dos recursos fotográficos, iremos ter uma noção de como a sociedade perdeu o rumo neste aspecto e como a propriedade intelectual do autor está cada vez mais longe de ser resgatada e vista como algo realmente satisfatório e que possa garantir efeitos legais duradouros e que estejam ajustados a cada profissional envolvido.
O autor deve garantir a sua propriedade intelectual, citando o momento da criação da sua obra e fazendo com que isso se torne público e possa ser visto como garantia real de comprovação dos seus direitos diante do patrimônio artístico idealizado e que agora merece ter resguardo legal e surtir os devidos efeitos. Importante para o autor fotográfico é deixar sempre a sua marca na sua produção e com isso formalizar o que lhe trará o amparo necessário quando algum direito for violado ou usado de forma indevida. O registro da obra artística é facultativo e basta que o autor comprove a sua autoria para garantir sobre elas o direito necessário e dessa forma poder gozar das garantias que a legislação demonstra. 
O artigo 18 da Lei nº 9.610/98 dispõe que “A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro” e o artigo 19 é claro ao dispor que: “É facultado ao autor registrar a sua obra no órgão público definido no caput e no § 1º do art. 17 da Lei 5.988, de 14 de dezembro de 1973."
A garantia da propriedade intelectual é acima de tudo uma forma de formalizar aquilo que pode gerar dúvidas se não estiver descrito de alguma forma, seja por nomeação, apelido ou até por símbolos. A forma de o autor resguardar a sua propriedade intelectual é o primeiro ato que ele deve ter para trilhar um caminho mais fácil para o reconhecimento e dessa maneira não perceber o seu trabalho sendo desvalorizado ou usado de maneira diferente do que foi idealizado. É comum encontrarmos a utilização da obra intelectual de maneira inadequada e isso pode gerar danos irreparáveis ao autor, pois verá a sua obra envolvida em situações que podem denotar atos diversos e que estejam ferindo os direitos e garantias individuais que todos nós temos e zelamos por eles diariamente. 
A fotografia, por ser de fácil assimilação e disseminação, pode ter efeitos maiores do que imaginamos e chegar a influenciar de forma negativa muitas ações se os devidos cuidados não forem tomados, por isso torna-se importante que o fotógrafo tenha seus registros devidamente comprovados e que faça das suas divulgações um meio de garantir a eficácia do seu trabalho, ainda mais nos dias atuais onde a internet e a fotografia digital tiram um pouco deste poder de guarda de muitas imagens que são divulgadas diariamente. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A Arte da Fotografia

A fotografia se desenvolve a partir de técnicas e da sensibilidade do autor fotográfico, que desempenha grande papel na produção de ensaios e de imagens que servirão para grandes feitos, desde o jornalismo até a divulgação de produtos. Uma fotografia bem elaborada é vista como arte, uma vez que o olho clínico e preciso do fotógrafo faz com que uma mera captação visual se transforme em algo valioso e, portanto, digno de reconhecimento e valorização financeira, já que a maioria dos profissionais investe tempo e dinheiro nas suas realizações e por isso não pode ter o seu trabalho afastado do seu domínio e direitos reais. Várias formas de fotografar fazem de cada profissional um ser único e as técnicas utilizadas por cada um fazem com que o seu acervo fotográfico seja visto como algo extremamente valioso e passível de amparo legal adequado.
A arte da fotografia se desenvolve em todos os lugares e não basta ter bons equipamentos para que o resultado seja exemplar. O profissional envolvido deve ter talento e isso faz com que as suas imagens sejam vistas como objetos valiosos, pois se caírem em mãos erradas ou usadas de forma ineficaz, podem gerar prejuízos para o autor ou ganhos financeiros grandiosos para os aproveitadores, gerando uma reversão ruim para aqueles que buscaram com a sua arte contribuir para um mundo melhor e mais informativo, uma vez que as imagens falam mais que muitas palavras e podem contribuir de forma significativa para a comunicação das pessoas e também na forma como estas interagem entre si.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Aplicabilidade do Direito de Imagem

Quando o assunto é a aplicabilidade da legislação do direito de imagem, percebemos o quanto é difícil seguir as determinações legais, ainda que poucas dedicadas exclusivamente ao tema. Tal fato se dá pela própria falta de profissionalismo dos fotógrafos, que ainda desconhecem a legislação e as regras básicas de comercialização da sua arte, fazendo com que o controle fique ineficaz e comprometa várias ações que possam tomar, criando para eles próprios armadilhas legais se ficarem diante de clientes astutos e que usem de artifícios inescrupulosos para tirar proveito das situações.
Um fotógrafo pode ser o réu de uma situação que ele mesmo idealizou e projetou como ideal para a sua carreira e isto acontece justamente porque os devidos cuidados legais e contratuais não foram providenciados, criando um processo de entropia desnecessário. O fotógrafo se vale mais dos direitos autorais como um todo do que do direito de imagem propriamente dito, haja vista que muitas interpretações são feitas de forma análoga e não como deveriam ser realmente se tivessem artigos mais específicos e com mais precisão dos fatos oriundos da arte fotográfica. 
Se formos levar esta aplicabilidade para o assunto das redes sociais é que perceberemos como a situação é ainda mais complicada de ser administrada, pois nesta área a maioria dos fatos ainda não foram colocados para debate e consequente julgamento. Existe uma forma paralela de julgar fatos que são mais comuns do que imaginamos e a falta de assistência jurisdicional termina deixando com que isso se torne um fator de grande descaso e tema de estudo para legislações futuras. 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O Carro Quase Quebrado

Na volta para casa, resolvemos conhecer algumas praias do litoral alagoano e as escolhidas foram a Praia da Sereia, Barra de Santo Antônio e Carro Quebrado. Ao sair de Maceió, pegamos um pequeno congestionamento que poderia ser evitado, já que o cruzamento que gerava toda a confusão não tinha um sinal de trânsito para domesticar os furiosos e mal educados motoristas. Sempre que deixam esta espécie sem o mínimo de regras, a confusão é gerada. Vergonhoso.
Depois deste probleminha, fomos até a Praia da Sereia e lá pudemos comprovar a beleza do local, que apesar de ser perto da capital, mantém uma aspecto intocado e pouco explorado nas suas margens, algo que em muitas praias termina sendo uma agonia, já que a invasão dos espaços próximos ao mar termina sendo uma péssima ideia.
Logo adiante, seguimos para a cidade de Barra de Santo Antônio e lá verificarmos que a praia do local é na verdade um grande encontro de mar e rio. Seguimos até um local que divide a Praia de Barra de Santo Antônio e mostra a belíssima Praia de Carro Quebrado, a qual só tem acesso através de uma longa caminhada pela orla ou por um canavial fechado e de difícil mobilidade. Tive medo de realmente quebrar o carro em alguns locais e o pior é que as pequenas estradas que levam até o mirante não possuem nenhuma indicação e isso torna a descoberta uma aventura. 
A praia justifica o nome que recebeu. Um local realmente complicado de chegar, pois o perigo de ficar no meio da estrada é grande e acredito que em dias de chuva, o alerta deve ser ainda maior, já que as estradas são de barro e possuem péssima manutenção.
Fui por conta própria, mas na cidade de Barra de Santo Antônio existe um serviço de transporte disponível com guias de turismo especializados. Recomendo, se o visitante não for destemido ou se não gostar de grandes surpresas.
Fora isso, o passeio foi tranquilo e o susto demorou um pouco a passar, porque fiquei preocupado caso o carro tivesse realmente quebrado naquele lugar tão distante e sem estrutura alguma. A beleza compensa e quem vê a imagem que ilustra este texto pode comprovar o que digo.
Seguindo a estrada de volta para casa, passamos na Praia de Maragogi para comprar umas bolachinhas doces e salgadas, tradição na região. O almoço foi na Praia de São José da Coroa Grande, já no Estado de Pernambuco.
Nas proximidades da Praia de Tamandaré havia um congestionamento terrível e gastamos duas horas a mais num percurso que geralmente é feito em dez minutos. A estrada estava movimentada, o que é normal em períodos de feriadão, quando muitas pessoas procuram o litoral para se divertirem ou quem sabe esquentarem ainda mais a cabeça com as grandes movimentações que ocorrem por todos os lados do nosso belo e procurado litoral.






Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...