terça-feira, 3 de setembro de 2013

Sem Nenhuma Gentileza

As obras do Profeta Gentileza, que ficam na Avenida Brasil, bem na entrada do Rio de Janeiro, representam o pensamento de uma pessoa que só buscava a paz e teve, após o seu falecimento, o reconhecimento cultural que merecia, tendo as suas obras restauradas, após anos de descaso. O que ainda impede que este fato se torne uma realidade maior e mais conhecida da população é a área onde estão instaladas as obras, pois o difícil acesso e a periculosidade dificultam a visitação e a contemplação de uma forma mais calma e serena.
Os viadutos que abrigam as pinturas ficam numa área pouco habitada da cidade, pois na área, além das obras do Projeto Porto Maravilha, encontramos dois cemitérios e muitos moradores de rua. É uma pena realmente ter um acervo cultural daquele porte em um local tão inadequado.
Ninguém visita a área com frequência e isso é motivado pela desolação que o local possui. Ainda bem que existem algumas pinturas próximas à Rodoviária Novo Rio, pois assim pude fotografar algumas. Não tive coragem de ir mais longe e investigar outras pinturas, pois em determinados momentos me senti só e isso me fez temer pelos pertences que carregava e também pela minha volta para o Recife naquele dia.
Não é só no Rio de Janeiro que encontramos obras assim e muitos locais que deveriam ser bem visitados e melhor valorizados, terminam ficando no esquecimento e sendo alvo de vandalismo por aqueles que não conhecem o valor da arte e das intenções benéficas que cada obra possui.
Em Salvador, por exemplo, o MAM, Museu de Arte Moderna, fica numa área perigosa, em baixo de um viaduto que possui uma favela grandiosa e perigosa. Chegar lá exige dedicação e coragem, ainda mais se formos à pé, pois até os ônibus circulam pouco pela área.
Não é o caso da Avenida Brasil, que possui tráfego intenso de ônibus e carros, mas poucas paradas que realmente oferecem conforto e segurança a quem circula por lá. Não sei se isso ficou agravado porque estive lá num dia de domingo, mas a impressão de abandono não deve ser muito diferente nos dias de semana, pois o comércio por lá é raro, sendo mais comum o uso de galpões para depósitos e também para a instalação da Cidade do Samba, que nesta época se transforma num samba de uma nota só.
As obras do Profeta Gentileza esbanjam simplicidade, mas mesmo assim cumprem o seu propósito de levar as palavras de amor e fé às pessoas. O local, a porta de entrada da cidade, pode até estar sendo um empecilho para a visitação, mas certamente na cabeça do artista as intenções foram as melhores, já que a ideia foi destinar aos que chagavam à cidade um pouco do amor que ele carregava no seu coração e que não se cansava de propagar. Seu legado é visto em muitos outros lugares e as réplicas das suas obras estão em bolsas, cangas, objetos de decoração e tantos outros artigos que encontramos na lojas.
Gostaria de ter encontrado a essência da gentileza nas obras que vi expostas na Avenida Brasil, mas da forma como se encontram, sem cuidado, sem iluminação, sem um bom acesso, se tornam uma afronta ao propósito que deveriam ter. Espero que as obras que estão sendo feitas na área, contemplem o espaço e façam um bem ao que só nos traz bons pensamentos, nos mostrando que atitudes bem realizadas são eternas e independente das adversidades são vistas e admiradas por muitos. Fiquei feliz por ter visitado o local, mesmo não sendo da forma como queria. As obras do Gentileza sempre me despertaram a curiosidade, pois carregam dentro de si a força de um homem que foi incansável nas suas palavras e na forma de divulgar ao mundo a representação maior do amor e das vivências humanas.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Contrastes do Vidigal

Conhecer o Morro do Vidigal nesta última viagem que fiz ao Rio de Janeiro, foi uma experiência diferente, pois pude perceber com mais detalhes como funciona a vida numa comunidade daquele tamanho e como as pessoas se organizam de uma maneira incomum, pois tudo que você observar é feito na base do "puxadinho".
As casas literalmente se equilibram nas encostas e a precariedade das instalações elétricas e hidráulicas é o que chama atenção e faz com que fiquemos impressionados com um bairro daquele tamanho, com tantas diferenças. Conversando com uma moradora, ela me falou que a população do local ultrapassa os 50.000 habitantes e se formos pensar bem, iremos verificar que isso é bem maior do que densidade demográfica de muitas cidades que conhecemos.
Logo cedo quando cheguei por lá, a minha maior surpresa foi perceber a quantidade de carros que circulam nas ladeiras estreitas e como os transportes alternativos conduzem as pessoas o tempo todo, seja de Kombi ou moto, como se não existisse obstáculo algum e as subidas íngremes na verdade fossem terrenos planos e que não causassem problemas de tráfego para as pessoas. Eu achei que os carros nem circulassem por lá, pois quando passamos por perto, só vislumbramos um monte de casinhas coloridas, se equilibrando nas encostas.
Há de tudo no Vidigal e os bares e restaurantes, apesar de bem populares, oferecem sabores diferenciados e preços bem convidativos aos bolsos das pessoas que por lá residem ou visitam a área. Não é difícil encontrar turistas passeando e fotografando, admirados com a paisagem surreal e certas vezes contrastante, já que a vista panorâmica da zona sul é privilégio dos moradores de lá, principalmente os que estão nas partes mais altas.
Os maiores problemas que percebi foram o acúmulo de lixo e a forma desordenada de descartar as coisas, uma vez que nas encostas encontramos muitos resíduos que só colocam em risco a saúde e a imagem do local. Os próprios moradores deixam seu espaço sujo, cheio de lixo acumulado e sem chances de ser removido, devido a dificuldade de acesso de alguns locais de descarte. A pobreza predominante se mistura com a sujeira em algumas áreas, embora possamos encontrar casas mais estruturadas e até um espaço para atividades físicas, de uso público, com grama sintética e outros privilégios.
Os habitantes são misturados, mas a maioria é composta de pessoas simples e que vivenciam momentos de descontração a todo o momento, pois não é difícil encontrar um som ligado nas alturas, numa das inúmeras lajes que encontramos por lá.
Há pousadas diversas também, além de ponto de ônibus com várias linhas disponíveis e policiamento constante em vários espaços do local. Um hotel de luxo, com praia privada e tudo fica a menos de 1 km do local e isso é um dos contrastes que mais me chamaram a atenção. Não sei como estão os índices de violência por lá e nem me interessou este assunto, uma vez que o passeio foi mais interessante do que as supostas notícias ruins que sempre escutamos falar.
Com todos os contrastes da cidade maravilhosa, o Vidigal me mostrou duas faces de uma mesma cidade, onde a riqueza e o luxo do Leblon e redondezas se misturam com a precariedade da vida no morro, que de tão complicada se faz interessante e merecedora de comentários.
Qualquer favela do Rio é bem maior do que possamos imaginar e terminam sendo bonitas mesmo quando deveriam ser feias, não sei se pela sua riqueza de detalhes ou pela paisagem da porta dos fundos, que sempre se mostra impressionantemente linda e nunca cansa a nossa visão.
Acordar naquela confusão e ter um mar lindo daqueles todos os dias na nossa frente é, no mínimo, um deleite para aliviar os problemas e para perceber que nem tudo está perdido e basta um pouco da nossa percepção para encontrarmos os tesouros que ficam escondidos em meio a tantas disparidades sociais.
Ah...
O Vidigal é cultural também. Na entrada do local há um teatro aberto e que mostra a vocação da área para as atividades e para o abrigo de artistas diversos, seja nas artes visuais ou musicais. Um cenário perfeito e com a cara do Brasil.

domingo, 1 de setembro de 2013

Trilha Morro Dois Irmãos

A cidade do Rio de Janeiro possui um misto de urbanismo e natureza que é difícil ser encontrado  em outros lugares e isso faz com que muitas trilhas interessantes possam ser realizadas dentro do município, nos fazendo pensar que estamos dentro de uma floresta intocada e sem civilização.
Foi essa ligeira impressão que tive quando realizei a trilha hoje e a cada mirante que encontrávamos, tínhamos a certeza de que não era só floresta e sim havia uma cidade por trás daquilo tudo. Em algumas etapas da caminhada, dava para ver a favela da rocinha, os bairros de São Conrado e os contrastes da cidade maravilhosa.
Em todo o caminho pudemos desfrutar da mata fechada e da vegetação densa, que exigia dos participantes muito cuidado para transpor algumas etapas na subida, que possui uma trilha bem formada e que facilita a vida dos visitantes que lá estão diariamente. Há como visualizar alguns animais ou escutar outros nos diversos sons que são emitidos a todo o momento.
Ao chegar no alto do Morro Dois Irmãos, a visão é impressionante e de lá visualizamos os bairros do Leblon, Ipanema, Arpoador e Copacabana. Ainda podemos ter uma bela visão da Lagoa Rodrigo de Freitas, do Jockey Club e do Cristo Redentor mais adiante. É um local bonito, que tem fácil acesso, sendo muito visitado pelos turistas que seguem em grupos até o ponto mais alto. Não fiquei muito perto do mirante porque tive medo de escorregar e cair, uma vez que a altura é bem grande e um acidente de grandes proporções é inevitável se não forem tomados os devidos cuidados de segurança.
A trilha é bem leve e o esforço é devido a subida, que é constante e exige um pouco do nosso fôlego durante todo o trajeto que dura em média 02 horas. Na descida, fica fácil chegar até o ponto inicial da caminhada e vale dar uma passadinha pela comunidade do Vidigal, já que esta fica situada na base do morro e mostra a todos nós uma grande diferença nas habitações populares ali situadas. Talvez se o Vidigal não existisse, a subida seria bem mais complicada, pois enfrentaríamos mata fechada do início ao fim e consequentemente o esforço seria algo bem mais complicado de se desbravar.
É uma aventura digna dos cartões postais e recomendo a todos que puderem desfrutar desse momento na cidade do Rio de Janeiro, que tem muitos encantos e diferenças, mas num aspecto ela é imbatível: A natureza fala mais alto sempre.

sábado, 31 de agosto de 2013

O MAC e Niterói

Ir para Niterói utilizando as barcas que fazem diariamente a travessia da Baía de Guanabara para muitos é um passeio casual e rotineiro, mas para quem não conhecia a cidade, como eu, se tornou um passeio turístico de muita contemplação, onde pude perceber as belezas que cercam as cidades de Niterói e do Rio de Janeiro.
A pequena viagem começa na Praça XV, no centro do Rio de Janeiro, quando o visitante tem a possibilidade de pegar duas barcas, uma com destino ao terminal Araribóia e outra com o destino ao terminal Charitas, que é mais afastado do centro da cidade, mas que deve possibilitar uma visão mais completa das redondezas.
Como tive pouco tempo para fazer o passeio, já que tinha outra atividades para o dia, fui direto para o Terminal Araribóia e de lá fui conhecer o Caminho Niemeyer, que nada mais é do que um complexo de prédios ainda inacabados e que mostram o uso do dinheiro público de forma inadequada e para causar impacto, pois ainda não está gerando os frutos culturais a que se propôs e acredito eu que muitos esforços deverão ser feitos para que tudo aquilo seja realmente utilizável e atraia um número significativo de turistas para o local. Ainda tudo está precisando de acabamento e para que o tempo não se encarregue de deixar uma obra tão grandiosa com ares de desgaste, é preciso melhorar a infraestrutura do espaço e atrair também investimentos da iniciativa privada, já que algumas das edificações foram destinadas aos investimentos de particulares.
Saindo dali, passei pela movimentada rodoviária, que facilita muito o acesso dos ônibus dentro da cidade e também para o Rio de Janeiro. Não demorou muito para chegar até o MAC, Museu de Arte Contemporânea, cartão postal mais conhecido da cidade e também projeto de Oscar Niemeyer. A visão privilegiada do local é o que atrai muitos turistas e faz com que o passeio seja contemplativo e nos mostre uma inigualável beleza do mar e das duas cidades, Niterói e Rio de Janeiro.
Lá tudo é diferente e a visitação possibilita que um bistrô requintado funcione na parte inferior do prédio, mostrando uma linda visão da Baia de Guanabara e da Capital. A praia que fica no local é bem movimentada, mesmo com a poluição em alto teor e visibilidade. Uma pena, pois um local tão bonito deveria ser mais cuidado pela prefeitura e pelos seus habitantes, que não deveriam jogar nada no mar, evitando que aquela infinidade de dejetos fosse vista. Fiquei impressionado com a sujeira e como as pessoas não davam a mínima para isso, tomando banho como se ali fosse o local mais limpo do mundo.
O prédio do MAC lembra um disco voador e tem no primeiro andar uma sala de visitação e logo após um mirante, que possibilita a mesma visão da praça de entrada, que tem características bem marcantes do arquiteto que a projetou, pois o concreto é o elemento mais notado.
Registrei lindas fotos do local e apesar da correria e da sujeira do mar, fiquei satisfeito com o que vi. É um local de contemplação e o final de tarde por ali deve ser bem interessante.
Fora o MAC, a cidade me pareceu bem evoluída, cheia de atrativos, e com centros comerciais e habitações bem sofisticadas que seguem pela orla. Lembra muito o Rio de Janeiro e facilmente pode ser visitada, a preço baixo e sem muita perda de tempo.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Arrumando a Bagagem

A maioria das pessoas quando vai viajar, fica na dúvida do que realmente deve ser colocado na mochila, mala ou seja qual for o acessório usado para guardar os temíveis utensílio de viagem, que só servem para nos manter em ordem fora do nosso ambiente costumeiro, nos dando o mínimo de conforto e conseguindo usufruir de bons momentos sozinhos ou acompanhados.
A maioria é como eu e termina levando mais do que precisa, seja por medo de alguma eventualidade, ou pela falta de controle mesmo, o que termina gerando situações ruins para os dias de viagem. Se levamos poucas coisas, ficamos sem chances de ter sossego nas nossas passagens, mas se levamos algo além da conta, ficamos sem a possibilidade de ter mobilidade necessária para as nossas ações, principalmente quando a viagem é rápida e temos que nos locomover com a nossa bolsa na maioria dos momentos.
Para acabar com isso definitivamente, temos que ter noção completa do que realmente iremos fazer nos dias de viagem e separar as roupas e acessórios necessários para cada momento, seguindo fielmente tudo que está no nosso roteiro de interesses.
Temos que ser práticos e usar roupas funcionais que sejam adequadas em qualquer ocasião e clima, evitando levar aquilo que só faz peso e termina ficando sem uso. Levar roupas "coringas", com cores fáceis de combinar e sem muitos detalhes é sempre uma boa pedida e valorizar roupas muito específicas só dificulta a nossa vontade de conhecer muitos lugares, pois a preocupação maior é estar sempre bem vestido para o momento. O lazer está em segundo plano.
Bagagem cheia não significa que esta esteja eficientemente selecionada e poderemos estar só carregando peso e tornando a nossa viagem dolorosa e cheia de más lembranças. Bom mesmo é estar com o que é necessário, não ter dificuldade de ir e vir e usar isso ao nosso favor, sendo práticos e deixando de lado os mimos e luxos para momentos mais caseiros, onde podemos abusar do nosso detalhismo.
Se podemos viajar com pouca coisa, é melhor porque evitamos ficar escolhendo e decidindo, quando o momento é de puro lazer. Vamos deixar as decisões para a rotina diária e usar o ócio das viagens para o divertimento continuado e sem neuroses.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Apagaram Tudo

Não vou defender o apagão que ocorreu ontem no Brasil, mas gostaria de salientar que isso não é motivo para tanta desordem, como ocorreu ontem, quando pessoas usavam do vandalismo para depredar bens público e, assim, protestar contra a falta de planejamento energético, que só põe em risco muitas atividades brasileiras e a mobilidade das pessoas, pois o caos imperou na maioria das cidades com os sinais de trânsito sem um bom funcionamento após a pane ocorrida.
Quando cheguei na faculdade ontem, apenas algumas pessoas tinham ido e a maioria sem justificativa, pois aqui em Recife havia possibilidade de se locomover bem em alguns bairros. Há problemas, com certeza, mas as pessoas ainda contribuem com isso, realizando ações que só atrapalham a vida dos outros e contribuem para que tenhamos a plena certeza de que muitas pessoas gostam de complicar o que não precisa de tanta agonia.
Apagaram as ideias das pessoas, certamente. Ficamos todos sem saber como agir e achando desculpas para justificar a nossa falta de compromisso, pelo simples fato de se apegar ao escuro momentâneo que ocorreu em alguns lugares do Brasil.
Temos tantos investimentos em energia, mas a maioria deles é de forma errada, com dinheiro mal empregado e servido para nada. Muitos postes de energia eólica não geram nenhum fruto que se possa aproveitar, porque ainda não finalizaram os trabalhos necessários para que esta fonte tenha benefícios para a população. Preferem devastar as florestas, inundar áreas de preservação ambiental e investir em usinas nucleares que não geram bons frutos e só causam medo e destruição.
Precisamos apagar de vez a nossa falta de compromisso com o Brasil e os governantes devem desde já iluminar a cara descarada que possuem para darem valor ao que realmente importa e deixar de gastar com obras que não geram fruto algum.
É uma vergonha ainda passarmos por situações como estas e pior ainda é perceber que não temos um plano alternativo para suprir estas desgraças e ficamos sempre jogados no lixo, à margem da sociedade evoluída que sempre almejamos.
O sistema energético do Brasil se mostrou ineficiente, precário e vulnerável demais, pondo em risco atividades, ações e deixando muita gente de cabelo em pé, não pelo choque da energia, mas por outro bem pior, o choque da revolta.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A Vida de Outras Pessoas

"A gente está querendo a vida boa, boa como a vida de outras pessoas...
Outras pessoas também querem uma vida boa, boa como a vida de outras pessoas"
 
Vida Boa, Banda Eddie
 
Parece sempre que a vida dos outros é melhor do que a nossa e isso é devido a nossa capacidade de só perceber o que é alheio a nossa competência, pois se desde já buscássemos nos preocupar com o que realmente importa, não teríamos dificuldade de encontrar coisas boas na nossa existência e também em tudo que a vida nos proporciona e que só precisa de uma iniciativa nossa para que se torne algo bem melhor e mais engrandecido.
Prestar atenção na vida dos outros e esquecer a nossa é atitude que deveria ser banida de uma vez por todas, uma vez que só poderemos interagir bem com o mundo e perceber tudo que é interessante se soubermos exatamente o que é adequado e essencial para a nossa felicidade.
Sempre o nosso amigo tem uma casa melhor, um carro melhor, uma roupa mais interessante... Não percebemos se ele também trabalhou mais para isso e só nos preocupamos com o resultado de coisas que deduzimos e que nem sempre refletem a realidade do que realmente é verdade.
Nos preocupamos em nos preocupar com a vida alheia e só.
Se observássemos mais as nossas atitudes e melhorias, saberíamos que nada pode ser impossível se destinarmos esforços para o nosso sucesso e não para ficar avaliando o desempenho das pessoas a partir das nossas deduções, muitas vezes imprecisas e desfiguradas.
Se podemos viajar e curtir a vida, não devemos ser avaliados como seres vadios, mas como pessoas que tiveram a oportunidade de programar um momento de lazer e descontração após uma longa semana de trabalho. A seriedade nas nossas interpretações depende de uma observação clara, serena e muito adequada de tudo que vivenciamos e que precisa do nosso empenho para ser mais correta o possível e não afetar a maioria das pessoas com deduções imperfeitas dos olhares invejosos de plantão.
A vida é boa...
A vida das pessoas é boa também, mas é delas.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...