sábado, 16 de junho de 2012

Uma Pausa... Pense e Fale!

Um dos males do homem é tentar resolver um assunto ou falar algo sem antes entender o contexto geral da problemática que está inserido. Se utilizarmos a sabedoria descrita nos famosos macaquinhos que gesticulam com o “Ver”,“Ouvir” e “Calar”, saberemos resolver melhor os nossos equívocos e evitaremos muitos atropelos com as pessoas e também com os relacionamentos profissionais, pois num ambiente mais restrito como este é comum as pessoas falarem o que não devem.
Nem tudo que enxergamos e ouvimos merece ser falado e isso só deve ser feito quando há certeza absoluta dos fatos ou quando se tornar essencial para o nosso reconhecimento e atitude ética diante do que possa parecer obscuro ou pouco explicado.
Se recebemos uma solicitação dos nossos superiores ou colegas de trabalho, não cabe tentar resolver na pressa e sem esperar o momento certo de ter todas as informações para que a resposta seja precisa e confiante. Enviar informações erradas é um tiro no pé e compromete os passos seguintes que iremos dar na nossa carreira, além de desestruturar a nossa confiabilidade e imagem diante das pessoas.
Se temos dúvidas em algo, cabe uma pausa, uma reflexão e depois a resposta.
Esta pode ser escrita, falada, em gestos, não importa. O que vale é o retorno.
A resposta escrita é ideal quando muitas informações são necessárias para o entendimento e por isso uma planilha, um gráfico, um texto ou até a uma figura, ajudam muito no entendimento e claridade da absorção dos dados.
Ainda acho que um contato pessoal é mais interessante, mesmo que nos dias atuais as pessoas tenham se acostumado a lidar mais com o virtual do que com o real e terminem mantendo relações com as pessoas de forma fria e sem o calor humano de antigamente, onde o máximo que tínhamos era o telefone. Até com o advento do celular, as pessoas terminam se acostumando a passar mensagens e esquecem que a voz passa bem mais informações e sentimentos.
Muitas vezes acontecem situações que nos fazem perder a cabeça e com isso falar mais do que deveríamos e isso não é nada bom. Saber falar o correto, na medida exata é sabedoria que todos nós temos que aprender e praticar, pois dificilmente conseguiremos mudar uma formalização de pensamento que teve como base as nossas palavras incorretas e desencontradas. Alguns podem até entender que você estava de cabeça quente ou com raiva, mas outros irão misturar tudo isso ao que já possuem de incompleto nos seus corações e farão com que uma conversa que poderia terminar bem, se transforme num caos de reclamações e insatisfações.
Preste atenção ao detalhe e não resista a tentação de pensar sobre o que estiver falando.
Os resultados das ações corretas e bem planejadas só trarão frutos e não desavenças.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Limpa Estoque

Algumas vezes encontramos produtos com um preço bem abaixo do normal, ou seja, bem inferiores do que estamos acostumados a pagar ou o mercado está cobrando. Nem sempre sabemos se os produtos que estamos comprando são “achados” ou “perdidos”. Achados por termos encontrado algo tão bom, por um preço melhor ainda ou Perdidos por ninguém ter visto e comprado antes.
A primeira pergunta que vem à nossa mente é se o produto está em boas condições ou o que motivou tamanha baixa de preço. Arrisquei uma compra dessas na semana passada e comprei um sapato que custava R$ 299,00 por R$ 99,00. No estoque da loja havia alguns números somente e por isso a baixa tão grande de valor. O produto é de qualidade excelente, feito em couro e muito resistente. Se adapta muito bem às minhas caminhadas, além de ser de uma cor que eu gosto muito.
Essa foi uma das oportunidades que eu tive de comprar um produto por um preço excelente e confesso que fico garimpando estes itens na internet, pois é lá que residem as maiores ofertas e que terminam nos fazendo comprar mais do que necessitamos.
Os preços variam muito ultimamente e cada vez que nos deparamos com algo que teve queda vertiginosa no valor ficamos nos perguntando se é verdade ou não e se vale a pena arriscar a compra que pode se transformar num problema se for feita em sites não confiáveis e que comprometam a nossa liquidez. O prejuízo pode ser bem maior se não tivermos o cuidado de analisar bem onde e a quem estamos informando os nossos dados cadastrais e também a nossa confiança.
Quem não gosta de um preço bom que atire a primeira pedra e tire da carteira o cartão para pagar pelo preço cheio e sem descontos.
As mudanças de preço que ocorrem na lojas são fruto da mudança que a nossa economia sofreu, quando as pessoas tiveram mais chances de escolher e de esperar o melhor momento de comprar os produtos, sem ter que ficar pensando no aumento dos preços. Ainda sofremos com a variação dos alimentos, que devido a sazonalidade e ao clima podem variar de preço bruscamente e comprometer os nossos bolsos, mas alguns itens se mantém estáveis e hoje podemos comprar um produto bem mais barato que há 05, 10 anos atrás.
Alguns produtos deflacionam de verdade, como por exemplo: os eletrônicos, sapatos, roupas e eletrodomésticos.
Em alguns casos é mais barato comprar outro produto do que mandar consertar. Os consertos aumentam o seu valor e quem trabalha neste ramo termina tendo ganhos bem acima do que deveriam e ganham com a cara mesmo quando os ajustes não ficaram tão perfeitos assim. Antigamente era bem mais econômico comprar o tecido, mandar costurar e usar uma roupa. Hoje uma roupa pronta, vendida numa loja de departamentos, fica bem mais barata e com um acabamento mais cuidadoso.
A realidade do nosso mercado de consumo é essa e os produtos variam tanto de preço para deixarem o nosso bolso furado mesmo. Talvez o sapato que eu comprei achando barato, na verdade tenha esse como o seu preço real e o resto, os outros R$ 200,00, sejam o lucro embutido dos lojistas que ainda não se acostumaram a ganhar pouco e inflacionam os produtos com os temíveis jargões: “Lançamento”, “Exclusivo”, etc, etc..
Pegadinhas do consumo que diariamente nos deparamos...

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Chuva, Chuva, Cai...

As chuvas este ano demoraram a cair, mas parece que agora o inverno veio com um pouco mais de intensidade, pois a secura dos pastos e também das barragens estavam causando uma preocupação geral no Estado e cancelando muitos festejos juninos devido a pobreza da colheita, já que estas festas são realizadas para agradecer aos Santos da época os bons frutos do que foram plantados e agora colhidos.
A chuva numa cidade como Recife causa mas estragos do que alegrias, já que o município está num nível muito baixo em relação ao nível do mar e alaga com qualquer água que cai. Alguns locais ficam intransitáveis e isso causa um transtorno muito grande para as pessoas que precisam se locomover para o trabalho, suas casas ou também para resolver assuntos diversos em alguns pontos da cidade. O Centro, Caxangá, Imbiribeira e alguns trechos de Boa viagem viram um inferno de água e conseguir um lugar adequado para transitar é quase uma tarefa impossível e digna de muita paciência.
Mas precisamos da chuva...
Desejo que ela caia tranquilamente, em doses que favoreçam o plantio, aumentem os níveis de água das barragens, sem causar muitas preocupações à população que já sofre com outros males, podendo ficar isento deste. Em Garanhuns, o clima já mudou e a cidade se veste para o inverno com toda a sua neblina e brisa gelada. Quando morava lá, adorava vestir as roupas de inverno, algo que aqui não é muito necessário, mesmo nos momentos mais frios do ano. Em Recife, o clima fica agradável no inverno, mas frio é algo que está longe do nosso alcance.
Para que tenhamos uma melhora no nosso calor, é preciso que a cidade receba chuva por alguns dias, fazendo com que o excesso de asfalto esfrie e possa deixar de enviar para a atmosfera o mormaço tão característico da nossa cidade. Algo que nos deixa inquietos e agoniados durante vários períodos do dia.
Este ano o inverno está sendo bem menos rigoroso do que nos dois últimos anos e isso é até um alívio para quem teve prejuízo nas suas moradias e estabelecimentos comerciais consecutivamente, como foi o caso das pessoas que moram na região de Palmares, Água Preta e Barreiros. As pessoas que residem nestas cidades sofreram como ninguém o efeito devastador das chuvas e aqui no Recife não foi diferente para quem morava em áreas de risco ou que enchem com facilidade. Era o caos e nem gosto de lembrar daqueles dias que voltar para casa era um martírio e ter coragem para sair era algo bem complicado de se construir.
De qualquer forma, estamos até agora sentindo os benefícios da chuva e espero que ela continue assim: tranquila e pausada.
Melhor para todos e os benefícios são sempre crescentes.   

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Branca de Neve e o Caçador

O filme Branca de Neve e o Caçador possui um show de imagens e ação, onde uma estória que conhecemos bem leve e romântica se torna um romance épico e com muitas demonstrações de força e bondade. O culto à beleza idealizado pela Rainha Má é algo surpreendente e poderia ser bem adaptado às várias seguidoras da vida real que temos o prazer de ver diariamente nas colunas sociais, onde o que vale é manter a juventude, mesmo que para isso o preço seja muito alto. No filme, a Rainha Má utiliza a bruxaria para sugar dos jovens a beleza, mas na vida real os bisturis e cremes são os mais usados e fazem a festa nos rostos e corpos de todas as que desejam prolongar um pouco mais os sinais do tempo.
A estória tem príncipe, princesa, sofrimento, anões, caçador, maldade, maçã e muita fantasia.
Percebemos nitidamente a ação do mal e do bem e como estes interagem no desenvolvimento das situações e também das pessoas, pois fica claro que o amor é a chance maior que temos de realmente nos sentirmos melhores e mais confortáveis diante de tantas situações ruins que possam nos aparecer. A coragem para superar os desafios e também para gritar por liberdade é o remédio mais forte que podemos esperar nos momentos de turbulência e nada é mais importante do que realmente ser livre para realizar tudo o que desejamos, com o coração alheio aos problemas e maldades.
O filme mostra um pouco de tudo isso e a surpresa é que desta vez o caçador se torna o amado da princesa, que tem o mesmo espírito de luta do seu amado. As atuações são muito boas e a escolha dos atores, especialmente da Rainha Má , foram bem acertadas, uma vez que destinaram às personagens aquelas pessoas que realmente tinham o potencial necessário para representar o papel.
O diretor não contou a estória em detalhes e para quem não conhecia o filme original, que foi feito em desenho animado, ficou se perguntando o porquê de algumas cenas que envolviam as personagens. Nesta versão, a Rainha Má é bem mais sedenta pela beleza e a sua crueldade contrasta perfeitamente com a sua beleza ímpar e sem retoques. A Branca de Neve realmente é serena e com ar bondoso, o que facilitou muito o envolvimento na trama e também no desenvolvimento das situações.
Os efeitos especiais e figurino são espetaculares e reforçam o sentido de bondade e maldade. Não adianta ter uma estória assim se todos os profissionais envolvidos não estiverem alinhados com o tema e com um compromisso único, que é o resultado final e perfeito.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Comercializar o Amor?


Hoje é dia de celebrar o amor...
Ou será que este amor não tem dia nem hora?
Será que confundimos uma data comercial com o real sentido do amor e da atenção?
Eu prefiro entender que o amor se constrói diariamente e todo dia é dia de algo interessante e isso não significa que este “algo bom” seja materializado em presentes.
A atenção, o respeito, a cumplicidade e o carinho fazem a diferença em qualquer relacionamento e alegram os corações, fazendo com que estes tenham vida nova a cada dia e exalem disposição para os novos dias que surgem, trazendo chuva ou sol.
Se traz sol, esquenta a relação e faz com que a vitalidade seja mais vívida e apimente cada momento que passamos junto da pessoa que amamos e que destinamos o nosso tempo para ótimas lembranças iluminadas e cheias de vida.
Se a chuva aparece, é o momento de ficarmos no aconchego, na tranquilidade, na paz. Isso não significa que o relacionamento está frio ou apagado, mas que precisamos de um pouco de tempo para contemplar o que o outro tem de melhor e com isso descobrir ainda mais o significado da palavra amor.
Os motéis fazem anúncio, os restaurantes aumentam os preços, as lojas superfaturam os produtos mais picantes...
Mas será que é disso que vive o amor?
O meu amor não vive disso.
Ele vive diferente dos demais e se satisfaz com o que realmente vale a pena e aumenta o conceito de satisfação. Presentes são ótimos, mas uma palavra, uma atitude significam muito mais e fazem a diferença em todos os momentos da nossa vida, ainda mais quando isso vem de alguém que gostamos e dedicamos o nosso tempo para amar.
Não precisamos alimentar o nosso corpo com jantares caros, pois o alimento da alma está em primeiro lugar, sendo esta uma sensação bem mais duradoura do que se possa imaginar e conter. A fome que temos quando amamos alguém é diferente. É uma fome de estar perto, de sentir o calor do corpo, de escutar a voz, de sentir o cheirinho, de dormir agarradinho, de dividir as situações, de rir junto e quem sabe também chorar.
Vamos celebrar este amor, não o comercial.
Vale a pena lembrar que este sentimento nunca cai de moda e que cabe a nós a sua customização diária para que ele sempre fique antenado e não perca o sinal nunca. Se assim for, jamais irá buscar atrações em outro canal mais divertido e que ofereça uma programação mais variada em todos os dias da semana.
O zelo é essencial.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Casa da Mãe Joana

A percepção das pessoas sobre o que é correto ou errado muitas vezes fica distorcida, pois as infrações e negligências são tantas que ficamos sem entender por alguns momentos o que é realmente aceitável ou não. Estacionar um carro em local inadequado, vender produtos onde é proibido, utilizar os espaços públicos como se fossem particulares, usar som em alto volume onde o silêncio deve prevalecer, são apenas alguns exemplos do que encontramos no nosso cotidiano e sem dúvida alguém já presenciou alguma situação das que descrevi.
Estava num parque público nesta semana e vi um carrinho de pipocas ser apreendido pela prefeitura, que fazia fiscalização no local e impedia a venda dos produtos dentro dos limites do parque, o que é correto, pois se deixarem a zona corre solta e terminam até fazendo “puxadinhos” para comercializar os mais diferentes itens que possamos imaginar. Houve protesto de alguns, aclamação de outros, mas o carrinho seguiu rebocado.
No outro dia, o rapaz que teve o seu carrinho apreendido, estava lá com outro equipamento, no local proibido e torcendo para que fosse apreendido novamente.
Todos precisam trabalhar e vender honestamente é algo louvável, mas precisamos ter noção de onde o nosso limite começa e termina, pois se assim não for, iremos sempre ser surpreendidos com ações que poderíamos ter evitado e com isso afastado o constrangimento e a dor de cabeça.
Conversando com o rapaz, ele nos disse que a multa para resgatar o carrinho era de R$ 400,00 e que possuem outros iguais para realizar as vendas pela cidade. Se estivessem trabalhando direitinho, não teriam problemas e certamente estariam sem gerar confusão com os guardas municipais.
O que noto é que as pessoas fazem de pirraça e terminam usando os bens públicos como se fossem seus. É comum encontrarmos ambulantes na Avenida Conde da Boa Vista usando as paradas de ônibus como suporte para os seus produtos, enquanto os viajantes ficam sem a cadeira da guarita para sentar ou se amparar da chuva e do sol.
Ontem mesmo no Parque da Jaqueira um rapaz entrou com uma bicicleta equipada com caixas de som potentes e que faziam propaganda. Prontamente o guarda o chamou a atenção, irritado, pois já tinha falado antes sobre a mesma situação. Era algo reincidente que poderia ter sido evitado, uma vez que ela já sabia da proibição de usar tal veículo naquele local, onde as pessoas geralmente vão para relaxar, caminhar, fazer um lanche ou simplesmente conversar.
No Parque Dona Lindu, os carrinhos de pipoca tomavam o lugar das pessoas que estavam brincando com os seus patins, skates ou bicicletas e podiam causar até acidentes se alguém desgovernado batesse em algum dos itens inflamáveis que ali estavam.
Se formos no Centro do Recife, notaremos como isso é real nas ruas, pois em alguns locais é quase impossível andar tranquilamente sem que os caminhos sejam impedidos pelos ambulantes dos mais infinitos tipos de produtos, sejam alimentos ou não. O que importa é vender.
Vender sim, mas com consciência e respeito ao cidadão, que também precisa das ruas, praças e outros locais públicos para o seu lazer e deleite. É terrível sair de casa e ter a impressão de que roubaram o espaço público cuja finalidade foi alterada para servir de ganha pão para os comerciantes inaptos e cheios de direitos ao contrário.
Não vou nem falar das praias que são tomadas pelos barraqueiros, pois seria algo insano de se pensar. A mistura de sons e fumaças não possibilitam neste momento um pensamento perfeito sobre este assunto e prefiro comentar em outro momento mais oportuno. Vamos nos contentar com os Parques, por hoje...

domingo, 10 de junho de 2012

Profissionais e Profissionais

Outro dia estava num show e fiquei sentado logo na primeira fila para poder observar de perto todos os detalhes e não perder nenhum instante, pois se tratava de uma artista que gosto muito, que é a Mônica Feijó.
Atá aí tudo bem, mas, de repente, aparece um fotógrafo que tirava a visão de todos que estavam nas primeiras filas, pois quando ira fotografar, ficava de pé, obstruindo a visão do palco que era tão boa e passou a ser um caos.
Outros fotógrafos apareceram e fizeram seu trabalho normalmente, abaixados e sem incomodar a plateia que ali estava. Sabiam como se comportar num evento desse tipo, num teatro fechado e que fica com a visão comprometida caso apareçam pessoas ou outros atropelos que impeçam a visão.
Um bom profissional não é só aquele que exerce sua atividade corretamente, mas também aquele que se preocupa com o resultado dela para as pessoas e como elas aproveitarão aquilo de forma adequada e satisfatória, sem que tenham algo a criticar.
As fotos devem ter ficado ótimas, pois ele tinha duas máquinas profissionais, de qualidade impecável e com alto desempenho. O que não foi legal foi o seu próprio desempenho...
Todas as vezes que ele iniciava o processo de captação de imagens, criava uma barreira entre o palco e público e fazia com que o show fosse somente dele, uma vez que os demais ficavam somente com a sombra da cabeça dele cobrindo a cantora, que fez um show ótimo e digno de contemplação.
A mesma coisa acontece diariamente nas nossas vidas e quantas vezes não encontramos pessoas assim, que se preocupam somente com o seu nariz e esquecem que as suas atividades podem interferir na felicidade dos outros. Não é só na vida profissional que isso acontece e nos deparamos com pessoas sempre desatentas aos detalhes da vida cotidiana e como ela interfere nos relacionamentos e também na efetividade de ações, que poderiam ser melhoradas se cada um fizesse a sua parte muito bem e deixasse de lado a mania de arruinar o que os outros possuem ou enxergam de cada momento que nos é apresentado.
Saber o momento certo de realizar as atividades é primordial para a nossa satisfação, ainda mais quando olhamos de lado e percebemos que não estamos atrapalhando ninguém com a nossa falta de percepção e civilidade.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...