domingo, 23 de outubro de 2011

Loucura e Sanidade

Existem pessoas que com a sua loucura comprometem a nossa sanidade e nos fazem perder a cabeça de vez em quando e literalmente sair do corpo e ir até o espaço de tanto transtorno. Perder a cabeça de vez em quando é um sinal de que estamos saturados das situações ou das pessoas, já que não tem cristão que aguente ficar a vida toda recebendo negatividade na mente de pessoas que não possuem o mínimo de estrutura para conviver bem em sociedade e possibilitar a paz daqueles que estão ao seu redor.
Pessoas depressivas, alienadas e sem fundamento possuem o poder de minar a nossa paciência e isso deve ser evitado por aqueles que possuem uma mente estruturada e livre destas mazelas. É difícil suportar a falta de preparo emocional das pessoas para uns aspectos e para outros elas conseguirem ser melhores e mais astutas do que os ditos normais.
Gosto de estar perto de quem sorri, de quem está com a vida elevada. Quando me aproximo de pessoas carregadas, só perco, já que de certa forma acumulo um pouco daquilo também e fico com o meu humor comprometido. Detesto também quem me cobra atitudes mesquinhas, mercenárias e que não são da minha obrigação fazer.
Odeio ainda mais quem julga meus procedimentos sem saber os detalhes de uma situação. Eu tenho sorte com pessoas assim: que tiram conclusões precipitadas e terminam saturando a minha paciência já tão comprometida e cheia de informações.
Haja paciência...
É bom resolvermos deixar para trás quem não merece ter nossa atenção e principalmente quem não tem condições de nos deixar tranquilos e sem agonias diárias. Nada melhor do que ter sempre boas companhias e com elas compartilhar bons momentos da nossa vida. Não precisamos ficar a vida toda tentando ajudar quem não tem vontade de ser ajudado e quem não enxerga o óbvio e tudo que a vida nos proporciona. Se assim continuarmos, ficaremos doentes também e desenvolveremos uma depressão tão grande que será difícil superá-la e ficar novamente sorridente e em paz com o mundo.
Arruda e Manjericão neles...

sábado, 22 de outubro de 2011

Metamorfoses

Saiu a segunda caixa de CD’s do cantor Ney Matogrosso, que cobre o período de 1993 a 2011. Um sonho de consumo para todos os seus fãs. Eu tenho a primeira caixa, Camaleão, que vai da sua fase mais remota até os anos 90, período este que agora é complementado com este lançamento.
Já tenho praticamente todos e para ser mais exato só faltam dois. Há um CD duplo que tem o nome da caixa traz arquivos raros do artista e participações especiais. Muito bom também, mas como não pode ser vendido separadamente, vou esperar para ver se a gravadora lança separadamente num momento posterior.
Faz parte do repertório dele a música de hoje, que foi cantada no álbum mais recente, Beijo Bandido:

A Cor do Desejo

A tua boca anda oca
Da minha língua, da minha língua
A minha língua anda à míngua
Sem tua boca
Sem tua boca
Exatos são os teus olhos que invadem
E me revelam teu coração
Exata é a cor do teu deserto
A dor do teu deserto
Exatos são teus beijos que me acertam
E a ti revelam meu coração
Exata é a cor do teu desejo
A dor do teu desejo

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ZzzZzz Que Horas São?

Perder a hora de acordar é pior coisa, pois o tempo que geralmente gastamos para nos organizar para o trabalho ou outros afazeres fica comprometido e reduzido pela metade e terminamos começando o dia com o pé esquerdo e atropelados. A sensação é de que um minuto vale por muitos e que não somos capazes de realizar tudo em tão pouco tempo.
Terminamos conseguindo... Não sei como, mas conseguimos.
Uma situação fica bem óbvia com isso, que é a capacidade que temos de realizar atividades diversas, mesmo com pouco tempo. Ficamos acostumados com a mansidão do cotidiano e nem percebemos como o tempo voa rapidamente e nos faz ficar sem ação em alguns momentos e achando que somos impotentes para tantas realizações a serem concretizadas na nossa vida.
Assim também é no trabalho, quando temos poucas ou muitas atividades. A impressão é que o tempo parou ou que avançou de vez sem nos deixar realizar nada de forma construtiva e ficamos com um frio na barriga só de ver o que ainda está por vir diante do pouco que realizamos naquele dia.
Pior do que tudo isso é ficar com um cansaço sem fim nos dias que acordamos mais tarde. Deveria ser o contrário...
Como o nosso corpo está acostumado a ter uma quantidade determinada de horas de descanso e se isso é ultrapassado, ficamos com uma morosidade assustadora e que nos coloca numa situação ruim, comprometendo os nossos reflexos mais importantes.
Que horas são mesmo?
Nem sei... Perdi a hora e isso me causou uma grande agonia.
Nada é mais prazeroso do que acordar tranquilo, ouvir alguma música, tomar café com calma e sair para o trabalho. Ficar correndo atordoado e de forma desenfreada é assustador e impossibilita que o nosso corpo acorde de forma efetiva, retirando o inchaço característico de todas as manhãs. Quando acordamos bem, isso não acontece e ficamos com um rosto de criança, pele rosada e olhos brilhantes.
Nada como acordar bem...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Comer até Morrer

Comprei este livro e fiquei impressionado com o que vi, pois as resenhas e imagens das mais variadas comidas espalhadas pelo mundo são uma viagem interessante para quem gosta da gastronomia ou simplesmente admira a arte de comer bem e diferente.
Na verdade o livro não traz comidas muito óbvias e o que encontramos são iguarias exóticas e muitas vezes desconhecidas do grande público que certamente faria bico para provar os pratos sugeridos. 
Eu literalmente viajei nas imagens e isso é mais um detalhe do livro que possui 960 páginas, pois cada nova observação nos traz um alimento novo e uma imagem deslumbrante de tudo que é falado. O foco é perfeito e valorizam muito o que está sendo exposto, pois enriquece os detalhes que ninguém geralmente observa nos alimentos.
Alimentar-se bem é maravilhoso e nos dá sempre uma sensação de felicidade e paz. Basta comer na quantidade certa e o que desejamos que a sensação é essa. Nosso corpo fica relaxado e não há nada que tire da nossa mente a bela sensação de uma refeição bem realizada.
Exageros são comuns, mas neste caso a sensação é outra e compromete o nosso corpo, fazendo com que ele trabalhe demais e nos exponha aos mais variados males, pondo em risco a nossa saúde e comprometendo a nossa vontade de comer mais e mais.
Comer até morrer não vale. Vale comer para não morrer.
Não morrer de desejo, não morrer de vontade...
Quem disser que comer é ruim, ou é doido ou tem problemas intestinais, pois deve ficar inchado e com dificuldades de digerir os alimentos que são consumidos por todos nós diariamente. Pena que esta atitude tão natural do homem, se não for bem moldada, será um prejuízo sem fim para o nosso futuro, pois com a onda de alimentos cada vez menos saudáveis e industrializados, cheios de conservantes, fica muito difícil satisfazer nossa fome sem que uns quilinhos a mais nos acompanhem.
Eu gosto de tudo e quando eu reclamar de uma comida, podem saber que estou doente ou a comida foi mal preparada.
Uma vez o médico me disse que eu podia comer até pedra, mas como isso não é permitido, pois não tenho como mastigar algo tão duro, me contento com os alimentos mais saborosos da nossa culinária e que nos fazem lamber os beiços de tanta satisfação.
Não precisa ser uma iguaria das que vi retratadas no livro, mas algo mais singelo, inigualavelmente gostoso e inesquecível. 
Salve o pacotinho de cuscuz!!!  
Adoro...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bandida

As personagens que os programas ou novelas nos apresentam diariamente nos fazem perceber que o mundo é cheio de criaturas parecidas e cada uma delas tem manias ou atitudes que nos fazem lembrar o que assistimos na TV, seja pela alegria, maldade, beleza, feiúra ou qualquer outra característica que seja marcante.
Há personagens inspirados em pessoas reais, assim como aqueles que são frutos da criação dos atores e atrizes que com suas cargas de criatividade e sabedoria, fazem a composição perfeita do que idealizam como sério, engraçado ou maldoso. Ontem vi esta fotografia destas bonecas das personagens Valéria e Janete, do humorístico Zorra Total e gostei muito do resultado, pois a riqueza de detalhes impressiona e deixa bem viva a lembrança das personagens. O artista plástico Marcus Baby fez um bom trabalho, algo que já é costumeiro na sua vida, pois já tinha realizado trabalhos similares com outros artistas, sempre com muita aproximação do real.
Existem personagens inesquecíveis e que nunca saem da nossa mente e isso não vem somente dos programas que assistimos, mas dos livros e filmes também.
Para citar alguns tipos inesquecíveis, posso citar: A Bruxa da Branca de Neve, O Chapeleiro Maluco, Odete Roitman, Tancinha, Tina Pepper, Áureo, Babalu, Maria Escandalosa, Tonho da Lua, Ruth, Raquel, Tieta, Viúva Porcina, Victor Valentim, Jacques Le Clair, Rabugento, Zé Colmeia, Chaves, A Bruxa do 71...
São infinitas personalidades e características e todas elas contribuem para muitos aspectos na nossa sociedade, pois os produtos que são licenciados, tendo como inspiração estas personagens são muitos e fazem com que as pessoas possam ter um ganho extra com as vendas dos mais variados artigos, que vão de brinquedos a roupas, com uma infinidade de acessórios e bugigangas.
É engraçada esta infinita elevação comercial, pois os produtos podem hoje valer uma fortuna e daqui a pouco tempo caírem no esquecimento por causa dos outros que irão ser lançados. Com as personagens não é diferente, pois a cada novo programa vão surgindo outras criaturas ou as que já existem terminam ficando com caras de enjoadas e deixam de ser prioridade para o público em geral que sempre está ávido por novidades.
Bandido é o consumo disso tudo e a forma como ele nos aprisiona e nos faz ter atitudes ou usar objetos e acessórios que até então não eram característicos do nosso perfil.
Terminamos sendo bonecos também e de certa forma tendo os nossos gostos controlados por uma onda sem fim de mudanças e que compromete o nosso equilíbrio e nos faz perder um pouco a nossa identidade real, já que algumas pessoas demoram para voltar à realidade e encontrar a si mesmas, por acreditarem verdadeiramente que são outras pessoas, devido ao uso excessivo das atitudes, palavras e indumentárias dos seus personagens inspiradores.
Isso às vezes é engraçado, às vezes...
Se perderemos a noção da realidade, a situação se torna ruim e não merece nosso riso.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

É um K, um B, um C


É com esta frase que o Mução termina o seu programa todas as tarde e ela significa dizer que: Acabou-se.
Acabaram as pegadinhas, os quadros de humor e a raiva das pessoas que diariamente ficam transtornadas com os seus telefonemas que contam as mais incríveis e mirabolantes histórias e fazem com que as pessoas se envolvam em conversas sem fim e que sempre geram muitos palavrões na hora mais movimentada do dia.
Não acho o programa saudável, mas é inegável a capacidade do apresentador de contar histórias e de controlar a situação ao seu favor, pois as pessoas falam, falam e continuam firmes na ligação e escutando os mais diversos apelidos.
É bunda de gaveta, Orelha de abano, Bafo de Onça, isso e aquilo...
O que gostaria de salientar de deixar bem claro é que as pessoas são ingênuas demais e se deixam levar por situações que, de cara, já parecem mentirosas, pois fica difícil acreditar nos falatórios que o Mução diz a todas as pessoas, fazendo com que elas participem do programa como coadjuvantes mal pagos e que ficam com a imagem exposta para todos que estão assistindo o programa.
Ele mesmo diz: “Se você ver uma pessoa rindo, ou é doida ou está assistindo o Mução”. É verdade.
As pessoas se deliciam com o programa e sempre esperam para escutar qual será a vitima do dia e qual será o apelido que cairá na gandaia. A voz dele é tão conhecida que as pessoas deveriam já notar que se trata de uma pegadinha, pois não é comum uma pessoa falar como ele fala, com aquele sotaque de desenho animado, e também ligar para a sua casa para falar de assuntos tão fora da realidade.
A ingenuidade ainda existe e faz com que as pessoas sofram as consequências disso...
Noto que são pessoas simples, que não possuem grandes fontes de informações e que são facilmente enganadas. Uma pena, pois terminam se irritando com assuntos que deveriam nem dar cabimento e já num primeiro momento desligar o telefone e evitar toda aquela falação e agonia desenfreada.
No final da história, entra gato e cachorro na conversa e a esculhambação é geral. Todos xingam com o Mução e ele adora...
Adora ser inconveniente, adora ser irritante e adora fazer pessoas caírem nas suas armadilhas.
Agora sou eu que digo: É um K, um B, um C... Kabouce!!!!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Nossos Dragões

A lenda chinesa diz que o dragão simboliza o fogo que queima, mas que permite o nascimento, ou seja, a transformação de algo que foi destruído em nova vida. Outro dia via uma reportagem sobre os vulcões e numa passagem foi mostrada a vida brotando das larvas endurecidas através de uma planta verdinha e insistente.
Assim também somos nós, pois temos o poder de transformar nossas vidas e a cada momento fazer brotar a vida de onde só existia fogo e destruição. O fogo é uma forma milenar de efetuar a renovação de vários ciclos e aqui em Pernambuco podemos notar isso bem nitidamente nas plantações de cana-de-açúcar, que a cada nova colheita são queimadas para darem lugar a novas plantações. O fogo maltrata mas faz nascer vida nova.
O dragão chinês representa isso: A Transformação.
Com a sua força, mostra os períodos de mudança pelos quais passamos e nos faz perceber que precisamos ter forças para enfrentarmos novos desafios e com isso ganhar mais espaço na nossa vida que já é tão cheia de desgastes e que possibilita períodos de mudança e de elevação.
Se não queimássemos de vez em quando não teríamos a sensação de que houve realmente mudança nos nossos destinos, pois somente o fogo é capaz de mostrar a força necessária para que possamos entender o significado da vida e das mudanças que ela nos traz.
Não é em vão que ele é tão temido, pois arde, maltrata...
Por outro lado, ensina e nos faz ter mais cuidado nos nossos caminhos e realizações, fazendo com que cada passo seja moldado e firme, evitando novos deslizes e atropelos. Para cada tipo de fogo existe uma forma de combatê-lo, pois se usássemos sempre a mesma maneira, ficaríamos cheios das marcas que uma atitude incorreta nos traz.
Seja como for a nossa queimadura, esta deve ser tratada e renovada para que nos traga ensinamentos e não decepções. Vamos soltar nossos dragões e permitir que eles queimem o que não nos serve mais e com isso renovar todos os caminhos que iremos passar e que serão os nossos guias para dias melhores e bem mais evoluídos aqui neste mundo.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...