sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Dia Mundial da Fotografia

Hoje é o Dia Mundial da Fotografia e gostaria de falar sobre um tema que sempre deve estar presente na vida dos fotógrafos ou amantes das imagens como eu, que é o Foco naquilo que iremos realizar.
Focalizar é tornar visível o que os nossos olhos enxergam e dessa forma obter o máximo de resultado e beleza em tudo. Cada momento que observamos na nossa vida deve ter o brilho adequado, a saturação no limite e nunca ter distorção da realidade, pois se assim for iremos mostrar ao mundo o que na verdade não existe e que não será fruto de inspiração para outras pessoas.
Se temos vontade de tornar o nosso dia mais calmo e preguiçoso, nada melhor do que fotografá-lo em preto e branco e com isso mostrar o claro e escuro da vida, sem que tenhamos que cansar nossa visão com o que não nos encanta naquele momento, onde só desejamos o descanso e a mansidão.
Já se a alegria e vitalidade impera nas nossas vidas, nada melhor do que ter imagens cheias de cor e com toda a luz e contrastes que forem necessários para nos mostrar o que a vida tem de mais detalhado e bonito.
O movimento pode ser visto em nossa vida se obtemos fotos dinâmicas e radiantes, onde é mostrada toda a eletricidade dos movimentos e de nós mesmos que não fazemos o mundo parar nunca e sempre estamos em harmonia com todas as oportunidades surgidas e que nos ajudam a melhorar nossas obtenções e realidades.
Fotografar para mim é uma forma de inventar um mundo só meu, de perceber o que somente os meus olhos enxergam e com isso mostrar toda a inquietude que as piscadas ligeiras não deixam de captar. A cada registro tenho impressões do mundo, das pessoas, da natureza e do que está estático e que precisa de uma lente precisa para ter vida e com isso ficar imortalizada em documentos impressos ou digitais.
Nossa vida precisa ser registrada sempre, seja na felicidade, tristeza, momentos de agonia e calmaria. Tudo vira imagem e tudo merece ser observado por nós que não paramos de evoluir e de modificar nossa própria imagem com o passar dos anos.
Se evoluirmos dessa forma, imagine o que nos cerca...
Parabéns a todos os fotógrafos, sejam eles profissionais ou amadores. Não importa; o que vale é a intenção e precisão nas imagens que nos parecem diariamente e que não podem ficar sozinhas no mundo.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Society

A mudança de comportamento em sociedade é algo muito comum nos dias atuais e notadamente encontramos pessoas que estão em constante adaptação aos novos costumes para que possam ter uma convivência mais plena e igualitária com os demais membros de um grupo.
A sociedade nada mais é do que a união de vários grupos e cada um deles, com suas características singulares, influencia os demais quando começam a interagir, efetuando uma troca de pessoas que com o seu jeito particular deixam um pouco de si por onde passam e levam também influências que poderão se benéficas ou prejudiciais para o seu desenvolvimento como pessoa.
Ninguém deixa de aprender nesta vida e as mudanças de comportamento pelas quais passamos são diversas e se formos observar nossa vida pessoal, veremos como fomos influenciados pela escola, pelos amigos, pelos vizinhos e principalmente pela nossa família, que é a responsável pelos nossos primeiros passos em sociedade. Percebam como uma pessoa sem uma boa base familiar cresce sem estrutura e com isso tem mais probabilidade de ser influenciada negativamente em tudo que for realizar.
Se temos uma formação social sadia e bem desenvolvida, seremos adultos mais evoluídos e com mais chances de crescer em tudo aquilo que iremos realizar, pois se não prestarmos atenção a estes detalhes ficaremos cada vez mais soltos no mundo e sem condições de seguir um caminho que nos leve, realmente, aos desenvolvimento e ao aperfeiçoamento pessoal através do nosso comportamental, que é visto por todos de uma forma simples e que nunca é esquecido.
Mudar o comportamento é algo que nunca deixa de existir em todos nós e diariamente influenciamos e somos influenciados pela nossa vida e todas as escolhas que fazemos permitem que tenhamos mais chances de evoluir neste quesito que é essencial para cada um de nós e nos ensina a viver sempre de uma maneira aprofundada e mais elaborada em todos os aspectos, sejam eles profissionais, sociais ou familiares.
A interatividade mudou muito o comportamento das pessoas e fica cada vez mais difícil encontrar alguém que não seja influenciado pelos meios de comunicação, pelos grupos e pelas propagandas que são disponibilizadas diariamente para o grande público.
As mudanças de comportamento são mais comuns do que imaginamos...
A música do Ira, composta há muito tempo, ainda é muito atual:
“Mudanças no meu comportamento
Distância louca de mim mesmo
Vontade de sentir o passado
Presente prá você”

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A Máquina

Nunca houve uma máquina como a Canon PowerShot A95.
Quando comprei esta máquina em 2005 fiquei um pouco insatisfeito com o seu tamanho e peso, apesar dela ser uma das mais modernas da época. Era o momento em que as máquinas digitais estavam se proliferando no mercado e ficando cada vez mais populares. Foi um presente de aniversário que me dei naquele ano. Tinha 5 MP, visor móvel, várias configurações de fotos e qualidade de imagem fora do comum.
Ela durou muito tempo até que uma queda acabou com os seus dias e fez com que eu sempre ficasse a procura de uma que a substituísse.
Foi com ela que iniciei as minhas fotografias e também pude registrar ótimos momentos da minha vida, em viagens que jamais serão esquecidas. Ela tinha o dom de captar imagens vibrantes, coloridas e impecáveis. Era realmente “A Máquina”.
Depois dela tive outra, também da Canon, que foi a PowerShot A470, que com o seu visor grande e alta qualidade de imagem, com 7MP, me auxiliou na captação de muitas imagens, mas terminou vencida pelo uso continuado, quando num belo dia o seu visor se apagou de vez. O conserto era o preço de outra e daí fui em busca de outra, sendo a escolhida o modelo PowerShot S2000IS, que teve grande desempenho e imagens belas com 10MP e zoom de longo alcance. Esta resistiu até a minha viagem para a Chapada Diamantina e a quantidade de fotos que registrei fez com que a bichinha entrasse em curto circuito e fazendo com que eu aposentasse mais uma companheira de viagem.
O que mais me impressionou nestes anos, foi que a cada nova aquisição o preço foi caindo e os recursos aumentando. A primeira, a Canon PowerShot A95, custou R$ 900,00, segunda, a Canon PowerShot A470, custou R$ 260,00 e a terceira, a Canon PowerShot S2000IS, custou R$ 380,00. O preço de uma boa máquina fotográfica hoje é bem menos do que há alguns anos e como se tornou um item muito usado e comum, o preço caiu muito enquanto os recursos cresceram e hoje podemos encontrar máquinas à prova d’água, com definição em 3D, duplo visor, isso e aquilo, frescurinhas e coisas desnecessárias...
Máquinas digitais são ótimas para deletar o que não ficou bom e não precisamos ter surpresas na hora de imprimir as fotografias, pois já sabemos o resultado e se ficaremos ou não de olhos fechados ou vermelhos numa foto. Uma vez viajei para Salvador e foi em 1987, época em que as máquinas fotográficas usavam filmes comuns e tinham limite de 36 poses. Quando revelei as fotos tive péssimas surpresas, pois fechei os olhos na maioria e em algumas delas cortaram minha cabeça, meus braços, fotografaram o muro ao invés de mim...
Eita como era ruim. Só gastava dinheiro à toa.
Mas hoje tudo mudou e só é feio quem quer, só tem buraco na cara quem não tem um programa de edição de imagens, só fica de olhos fechados se for cego de verdade.
A fotografia digital é muito boa e hoje uso minha Kodak C143, vermelhinha, pequenininha, com 12MP, altas possibilidades de imagem e de fácil configuração. O preço foi imbatível: R$ 199,00.
Até então só usava a marca Canon, mas agora estou descobrindo os recursos da Kodak. Percebi que as máquinas Canon possuem um tempo de vida útil curto e depois de um ano em atividade morrem e nos deixam à deriva. Tenho duas em casa e o conserto de cada uma delas é o preço de outra bem melhor e com mais efetividade.
É a lógica do mercado dos bens de consumo que não foram mais feitos para durar e sim para serem substituídos.
A imagem desta postagem mostra a PowerShot A95 e com ela toda a saudade que tenho do seu ótimo desempenho...
Era pesadinha, utilizava 04 pilhas AA e tinha cartão de memória enorme.
Hoje tudo mudou, mas ela continua sendo a minha preferida.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Adele

Foi escutando a música “Tired”,da cantora Adele, que passei a observar melhor a voz da artista, que é rouca e tem uma sonoridade muito boa de ser escutada. Seus dois CD’s, “19”e “21”, mostram um talento ímpar e demonstram que a cantora está chegando para ficar no cenário musical internacional e com isso cativar um público ávido por novidades e por boas interpretações musicais.
Estamos cansados de cantoras sem talento e com melodias fora dos padrões aceitáveis aos nossos ouvidos já tão cansados de tantos lançamentos fonográficos que jamais deveriam ter saído do planejamento. O que é bom às vezes tem dificuldade de ser gravado...
O caso da cantora Adele é diferente e ficamos imaginando como ela não apareceu antes e como ainda é tão desconhecida do grande público, que nem sempre valoriza o que é bom e pensa mais facilmente no que é bizarro ou dançante demais, sem com isso perceber a voz e os arranjos musicais criados com esmero para cada canção por artistas preocupados com a qualidade e não somente pelo “oba oba” e exibicionismo sem limites, quando tentam com isso mascarar a péssima qualidade vocal que possuem.
Quem canta de verdade não precisa disso e a qualidade salta aos olhos de todos que possuem um pouco mais de atenção aos detalhes e ao que realmente interessa em matéria de música e divertimento de primeira qualidade. Temos ótimas cantoras com pouca idade e todas elas com vozes vigorosas e cheias de carisma e muita qualidade.
A música “Tired”poderia ser facilmente usada para refletir nosso descontentamento com o que não presta, pois estamos cansados de ficar enchendo nossa mente com música de péssima qualidade e estragando, assim, os nossos ouvidos que perdem a capacidade auditiva escutando tanta coisa ruim.
Adele, nos salve dessa praga, por favor...

Tired

Hold my hand
While you cut me down
It had only just begun
But now it's over now
And your
In the heat of moments
With your heart
Playing up cold
I'm between the middle
Watching hastiness unfold
In my eyes
Your were smiling
In the spotlight dancing
With the night
The night fell
Off your mind

I'm tired of trying
Your teasing ain't enough
Fed up of biding your time
When I don’t get nothing back
And for and for and for
When I don't get nothing back
Boy, I'm tired

Where'd you go
When you stay behind
I looked up and inside down
And outside only to find
A double taking punching hard
And laughing at my smile
I get closer you
Obviously prefer her

I'm tired of trying
Your teasing ain't enough
Fed up of biding your time
When I don’t get nothing back
And for and for and for
When I don’t get nothing back
Boy, I'm tired of trying
Your teasing ain’t enough
Fed up of biding your time
When I don’t get nothing back
And for and for and for
When I don’t get nothing back
Boy, I'm tired

(I should have known)

Never mind said
Your open arms
I couldn't help
Belive the trick me
Back into them

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Negapositivo

Em cartaz desde o dia 05 de Agosto, no Centro Cultural dos Correios, a exposição Negapositivo mostra um pouco do que podemos enxergar de diferente com as fotografias positivas e negativas e também a utilização dos materiais alternativos que hoje são disponibilizados para que a imagem seja feita, tendo finalidade de beleza ou não.
O que importa é o impacto.
Das exposições que estão em cartaz, esta foi a que mais despertou minha atenção por trazer um tema voltado para a fotografia e por ser este um dos meus passatempos preferidos. Fiquei observando as imagens e vendo como é possível enxergarmos as pessoas de formas diferentes e imaginando se os nossos olhos também pudessem enxergar os outros positivamente e negativamente.
Seria um  caos...
Veríamos muitos defeitos nas pessoas e talvez o seu interior não fosse tão bonito como a parte externa, que é a que estamos acostumados a ter diariamente diante dos nossos olhos. O artista Luiz Inocêncio Lima Filho, mais conhecido como Innó, soube retratar de forma eficiente esses estigmas e usou a bela imagem de Marilyn Monroe em muitos dos seus trabalhos, pois esta bela mulher ficou desconstruída em muitas outras, nem tão belas, mas inspiradoras e reflexivas.
Somos assim também e nem sempre mostramos na nossa imagem exterior o que temos dentro de nós. Nossa abreugrafia é algo não visto, mas que mostra os pequenos detalhes do nosso corpo, nos fazendo diferentes e cheios de detalhes que somente alguém mais próximo conhece.
O Negapositivo que temos é justamente o costume de negar o que olhamos diariamente e fazer sempre com que os nossos olhos observem o que está mais adaptado aos nossos costumes ou que nos tragam mais felicidade e menos tristeza, afinal, ninguém quer ficar a vida toda enxergando somente coisas ruins de si e das outras pessoas.
Ainda bem que não temos este dom e vamos deixar isso para as máquinas antigas, já que as digitais nos trazem as imagens aparentes e deixa o negativo num passado esquecido e que a cada dia fica mais distante de todos nós.
Precisamos enxergar em 3D e com isso verificar os defeitos existentes no mundo de uma forma interativa, a qual nos faça realmente imaginar que fazemos parte de toda a história, sem que fiquemos com uma imagem estática e em alguns momentos difícil de ser interpretada.
Precisamos de visibilidade em tudo...

domingo, 14 de agosto de 2011

Impressões Melancólicas

Lars Von Trier é mesmo um mestre da sétima arte e no seu novo filme esta característica se repete de forma tênue, mas com grande maestria.
Ele sabe como ninguém tratar assuntos de forma impactante e coloca todos os espectadores para refletir sobre os acontecimentos, pois nem todas as estórias possuem um contexto fácil e que seja assimilado num primeiro momento.
No filme Melancolia ele novamente repete a prática de dividir o filme em atos e em cada um deles oferece um direcionamento diferente mas convergentes, fazendo com que tudo seja visto de uma forma brilhante. O fim do mundo e o fim de um casamento culminam numa só realidade e terminam por demonstrar a total renúncia das pessoas à vida, umas com mais resistência, outras com mais fantasia, mas renunciando sempre.
No primeiro ato do filme, o tema é um casamento que termina na mesma noite que começou e isso reflete a total melancolia que a noiva sentia no seu coração quando não sabia ao certo se era aquilo que desejava para si. Então num só momento fez o seu mundo acabar e buscou nesta destruição finalizar o seu relacionamento, como também a sua carreira profissional, ficando numa fase de pura melancolia e depressão, sem forças para prosseguir adiante e ainda sendo pressionada psicologicamente pela irmã medrosa e cheia de dúvidas sobre si mesma e sua vida.
No segundo ato, o fim do mundo é para todos, pois um planeta chamado Melancolia passa pela terra e causa a destruição do mundo, mostrando a real fraqueza e fortaleza das pessoas que nem sempre aceitam esta hipótese de uma forma satisfatória e fazem dos seus dias momentos de grande agonia e depressão, pondo em risco os relacionamentos e antecipando fatos que ainda não ocorreram.
Na verdade o diretor nos mostra que o planeta melancolia está em cada um de nós e suas idas e vindas fazem com que nossa vida possa ter construções e destruições, nos fazendo com isso sermos mais fortes ou quem sabe construirmos abrigos imaginários para nos proteger dos perigos.
A rota da morte que o planeta melancolia dá em nossas vidas é constante e precisamos de muita confiança em nós mesmos para superarmos sempre estas adversidades e com isso ficarmos fortes e indestrutíveis, mesmo quando o mal se aproxima e se torna cada vez mais real.
Será que somos noivas afogadas e sufocadas ou irmãs problemáticas e cheias de neuras?
Ou quem sabe o astrônomo mentiroso e medroso que preferiu tirar a própria vida a ter que contar uma verdade para a sua família?
Onde estamos escondendo a nossa podridão?
Será que acumulando tudo isso, não trazemos a melancolia para nossa vida e fazemos com que o fim do mundo seja mais próximo do que imaginamos?
Será que não deveríamos acreditar na fantasia das crianças para resolvermos melhor os nossos problemas?
Bem, tudo isso o filme já me disse, mas prefiro que vocês assistam e tirem suas próprias conclusões. O que posso adiantar é que o fim do mundo é deixar de comprovar esta obra de arte e que está em cartaz no Cinema da Fundação e com sessões lotadas.

sábado, 13 de agosto de 2011

Obrigado ( Por ter se mandado )

A música é do Cazuza, mas na voz da Cássia Eller é sem definição.
Ninguém canta como ela...

Obrigado (Por Ter Se Mandado)

Obrigado,
Por ter se mandado.
Ter me condenado a tanta liberdade.
Pelas tardes nunca foi tão tarde.
Teus abraços, tuas ameaças...

Obrigado,
Por eu ter te amado,
Com a fidelidade de um bicho amestrado.
Pelas vezes que eu chorei sem vontade,
Pra te impressionar, causar piedade...

Pelos dias de cão, muito obrigado.
Pela frase feita.
Por esculhambar meu coração,
Antiquado e careta.
Me trair, me dar inspiração,
Preu ganhar dinheiro.
Me trair, dar inspiração,
Preu ganhar di-nhei-ro...

Obrigado,
Por ter se mandado.
Ter me acordado pra realidade.
Das pessoas que eu já nem lembrava,
Pareciam todas ter a tua cara...

Obrigado,
Por não ter voltado,
Pra buscar as coisas que se acabaram.
E também por não ter dito obrigado,
Ter levado a ingratidão bem guardada...

Pelos dias de cão, muito obrigado.
Pela frase feita.
Por esculhambar meu coração,
Antiquado e careta.
Me trair, me dar inspiração,
Preu ganhar dinheiro.
Me trair, dar inspiração,
Preu ganhar di-nhei-ro!

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...