quinta-feira, 30 de junho de 2011

Programação do Festival de Inverno de Garanhuns


Falaram mal, fizeram campanha na internet contra o fim do evento (ainda não entendi a motivação dessa campanha, pois ninguém disse que o Festival iria acabar), mas o fato é que a programação saiu hoje, 30 de Junho de 2011, oficialmente divulgada pela Fundarpe, que é o órgão responsável pela grade de eventos.
O que posso dizer é que o evento será perfeito, se depender dos artistas que estarão em Garanhuns, de 14 a 23 de Julho, pois nunca vi tanta gente boa reunida numa só programação, que primou pela novidade, pois tivemos poucos artistas repetidos de eventos passados.
A programação completa pode ser baixada diretamente no site da Fundarpe ou no site do Pernambuco Nação Cultural. São mais de 20 páginas com todos os tipos de artistas, desde os mais tradicionais aos mais elaborados, passando também pelo teatro, dança, cinema, artes plásticas, literatura, exposições, música e manifestações culturais diversas.
Quando vi no rol de artistas a Cantora Bebel Gilberto fiquei assustado, pois o show dela é um cabelo de cobra e somente o Rio, São Paulo e alguma outra capital privilegiada tiveram a oportunidade de conhecê-la mais de perto, pois todo o seu trabalho tem mais visibilidade nos Estados Unidos, onde tem público bem cativo. Será, com certeza, uma grande atração para o evento e colocará o nome do Festival em destaque nacional.
A Banda Patu Fu estará presente também e mostrará o show "Música de Brinquedo", onde todas as canções do CD foram arranjadas por instrumentos musicais infantis. Algo sem limites para a criatividade, que é bem característica do brasileiro.
Marina Lima lança o seu novo cd "Climax", que nem chegou às lojas e tenho certeza que este show de Garanhuns será um dos primeiros da turnê. Ela já é nossa conhecida e já participou de outros dois festivais, com muito louvor, já que o seu público fiel lotou a praça em todas as suas vindas.
Tulipa Ruiz, uma das grandes revelações da MPB estará presente, sim. Foi confirmado o seu show e isso é motivo de grande alegria para os amantes da boa música nacional.
A negritude de Margareth Menezes nem precisa ser falada. Ela é uma entidade ambulante e seu poder de cativar o público e de cantar é algo sem limites. Quem já viu alguma apresentação dela, sabe o que estou falando.
Daúde fará o seu show acompanhada de Nelson Sargento e este era um desejo de muito tempo que tinha guardado em mim, pois acompanho o trabalho da cantora desde os primórdios e esta vinda à Garanhuns será, certamente, muito bem recebida.
Posso citar outros grandes nomes, como: Fáfá de Belém, Adilson Ramos, Otto, Frejat, Nando Reis, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Marcelo Camelo, Jorge Aragão, Beth Carvalho, Bateria da Escola de Samba Unidos da Tijuca, Mundo livre S/A, Nação Zumbi, Luiza Possi, Seu Jorge, Karina Buhr, Roberta Sá, Elba Ramalho, Mônica Feijó, Autoramas, Tribo de Jah, Lurdez da Luz, Spok Frevo Orquestra, Orchestra Santa Massa, Gal Costa, Mariana Aydar e muitos outros.
Denise Stoklos abrirá a programação de teatro, que terá ótimas apresentações de artistas locais e nacionais.
Gostei de tudo e o que mais me chamou a atenção foi que a programação está com a cara do Festival de Inverno de Garanhuns, que tem sempre o intuito de mostrar o que há de melhor na nossa música, seja em que gênero for.
Acesse a programação e comprove: www.nacaocultural.pe.gov.br 
ou http://www.fundarpe.pe.gov.br

PS - O único ponto negativo de tudo que falei é que não poderei estar presente em todos os dias e perderei alguns desses grandiosos shows.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Geração Y

Tenho ouvido falar muito da Geração Y, que são pessoas que possuem um jeito diferente de lidar com as situações profissionais, sempre querendo tudo ao seu tempo, da forma como acham melhor e sem esperar que os acontecimentos sigam o seu rumo. Eu, que trabalho com recursos humanos, noto que a geração Y é na verdade uma geração imprópria para o trabalho, pois a falta de compromisso que possuem com a empresa e com eles mesmos é algo assustador.
Esta geração não se adapta muito bem à rotina, falta com muita frequencia, abandona o emprego e não dá justificativas legais sobre as suas ausências ao trabalho, enfim, são livres demais para exercerem algumas atividades ou até para seguirem regras e procedimentos fixos, pois o que vale é o seu pensamento, nem que este seja o pior possível.
Sabem lidar como ninguém com recursos tecnológicos, mas não possuem a hierarquia e limites na sua cabeça e terminam causando muitos atropelos em tudo que fazem, já que as tarefas ficam sempre com um aspecto inacabado. Ter responsabilidade com nada é o que querem e lidar com assuntos que lhes causem estresse é algo fora de cogitação.
Selecionar e manter estas pessoas trabalhando é algo desafiador e os atritos que são gerados diariamente transformam o ambiente profissional numa imensidão de situações, que nem sempre favorecem o bom desempenho das atividades e dos processos.
Já li muitas reportagens falando desse assunto e em todas elas as características são vistas como diferenciais para o crescimento, uma vez que a inquietude das pessoas da Geração Y termina por gerar nas empresas mudanças mais abruptas do que possam imaginar. Eu acredito que eles podem ajudar muito com as suas características, mas a moderação deve ser praticada também, pois se continuarem agindo de forma tão desordenada, colocarão em situação de grande risco algumas empresas e suas atividades.
O que percebo é que as pessoas perderam muito o compromisso com o trabalho e cada dia mais usam artifícios para terem uma forma de ter uma renda, e só. Querem ganhar dinheiro sem ter responsabilidade, sem assumir riscos e sem seguir regras e procedimentos que fazem parte da convivência normal de qualquer ambiente corporativo.
Não estou defendendo o comodismo e a submissão, mas conviver com pessoas desarticuladas e que atrapalham muito o desenvolver de muitas atividades é algo muito ruim. Apenas algumas pessoas desta geração possuem boas características e podem ser enquadradas como profissionais responsáveis e aptos para exercerem determinados cargos. Se um bom trabalho de seleção não for feito, é o fim.
O caos está instalado.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Mania de Falar Mal

Ultimamente tenho percebido que os blogueiros de Garanhuns tem procurado mais inflamar do que informar e detonam nas suas páginas uma infinidade de notícias que não tem muito fundamento ou estão incompletas, acontecendo na maioria das vezes um julgamento precipitado de algo que ainda nem aconteceu.
É Shopping que não será mais construído, é Festival de Inverno que será uma droga, é isso, é aquilo...
O que percebo é o que todo ser humano tem dentro de si, que é a ansiedade, já que quando as notícias demoram para serem divulgadas, as pessoas terminam por achar a resposta sem que ela tenha sido dada, pois o que interessa é ter um final para algo que ainda não foi explicado muito bem ou que ficou sem muita informação.
Estão falando muito do Shopping Garanhuns por causa dos atrasos que estão acontecendo no início das suas obras e por este detalhe já saiu notícia que os empreendedores desfizeram a sociedade, que a cidade não tem potencial, que a obra não vai ser entregue no prazo anunciado. Eu também não acho que a obra vai ser entregue no prazo, pois muita coisa deve ser edificada até que o terreno se torne um centro de compras, mas daí reverberar para as outras coisas não vejo justificativa, pois nada do que foi dito existe escrito em lugar nenhum, só nos blogs de Garanhuns.
Se o Shopping Garanhuns for construído ou não, certamente saberemos, no tempo certo, pois o empreendimento é passível de tudo, inclusive de acontecer.
Outra notícia que vive nas páginas da internet é a que trata do Festival de Inverno, pois são fofocas infinitas sobre a extinção do festival, sobre as atrações, sobre a sua diminuição de dias...
Não vi a Fundarpe e o Governo do Estado falarem nada disso e todas as informações que chegam são do tipo: "Circula nos corredores da Fundarpe", "Fontes seguras dizem que...". Parece que as pessoas não tem o que fazer e ficam passando o tempo enchendo as páginas virtuais com besteiras e terminam no final de tudo concordando com toda a zona que criaram.
Já teve até movimento na internet contra a Extinção do Festival de Inverno, que eu achei totalmente desnecessário, pois ninguém até agora falou oficialmente que ela seria extinto.
Quem escutou?  Você?  Eu não escutei nada, nadica.
Só li nos blogs de Garanhuns.
Por que ao invés de ficarem falando besteiras e de só inflamarem as informações que não saíram, os jornalistas, os empresários e políticos não tratam de lutar pela sua cidade? O Festival de Inverno é nosso e isso ninguém vai mudar, mas se ficarmos tratando esse assunto com fofoquinhas medíocres ele será realmente extinto, pois as pessoas de Garanhuns vão provar que não merecem ter um evento tão lindo somente para si, uma vez que se mostram incapazes de gerir uma festa tão promissora.
Se o Shopping Garanhuns foi anunciado e já tem local para ser construído, vamos esperar que isso mude e não ficarmos destruindo o que ainda nem foi elevado. Será que isso partiu dos comerciantes exploradores que vendem produtos caríssimos nas suas lojas? Se perceberem, o comércio, de Garanhuns, é um feudo, onde só lucra quem é forte e pode derrubar os outros. Será que a ameaça de um grande investimento como este não está incomodando as pessoas que sabem que isso pode mudar?
Como será que o comércio de Garanhuns reagirá com a possível chegada da Riachuelo, Marisa e Lojas Avenida? Será que ainda continuarão vendendo tudo tão caro?
Quem pode pagar tão caro para ter poucas opções de compra, como se comportará com lojas mais variadas e com preços bem mais acessíveis?
A resposta eu já sei, mas fiquem refletindo por mim...
Fui em Caruaru este final de semana e parei para pensar sobre Garanhuns, pois nos meus tempos de infância, a cidade era bem mais desenvolvida e organizada que Caruaru, que na época só tinha muriçoca e canais à céu aberto. Hoje é uma metrópole, anos luz à Frente de Garanhuns. Isso foi em vão? Claro que não. Foi o esforço das pessoas que acreditavam na cidade que fez com que ela crescesse e se desenvolvesse. Lembro quando o Shopping Caruaru foi inaugurado e muitos faziam bico para o empreendimento. Hoje ele terá uma ampliação que o dobrará de tamanho, passando a ter mais crédito. Caruaru já tem dois Shoppings e nem por isso o comércio de lá fechou as portas.
Lembro do São João de Caruaru quando ele era uma desordem só e hoje tem um mundo de atrações para oferecer.
O Festival de inverno precisa se tornar inesquecível na cabeça das pessoas e não só dos Garanhuenses para ser visto como essencial para o turismo, para a Fundarpe e Governo do Estado. E isso só será conquistado se ao invés de ficarmos falando mal do que é nosso, tomarmos uma atitude diferenciada, buscando ajudar os governantes a pensarem em soluções eficazes e econômicas para viabilizar ainda mais o nosso evento de inverno.
Gosto de falar que sou de Garanhuns, mas algumas situações me deixam triste e me fazem perceber que para a cidade crescer, precisam plantar esta semente também na cabeça dos seus habitantes e pessoas de influência, pois somente assim poderão enxergar que o futuro não depende de fulano ou de cicrano, mas de nós mesmos, unidos, por um só ideal, que é o de exaltar a nossa cidade em todos os sentidos.
Garanhuns é uma cidade linda, bem localizada, com boa estrutura, mas só irá crescer quando as pessoas passarem a acreditar nela como algo potencialmente rentável e promissor.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dona Redondinha

A fotografia acima pode nos remeter a dois assuntos. Um deles é a adoração pelo futebol e o outro é união por um objetivo, que faz com que as pessoas cometam loucuras pelo seu time ou até para ter tempo disponível para uma "pelada" nos finais de semana. Tudo é esquecido, inclusive os amores, que são deixados para trás em favor daquela partida de futebol com os amigos ou na mesa de um bar.
Anelis Assumpção no seu CD dedicou uma música ao tema e com muita propriedade fala o seguinte:
Chamei meu nego pra passear
Ele foi jogar, bola com os amigos
A gente não se viu, o dia passou, a noite caiu
Chamei meu nego pra namorar
Mas ele foi jogar, bola com os amigos
Ai que perdido
Não há razão pro suicídio
Depois da bola eu sei que ele vem pra casa ver um vídeo
Não há razão pro suicídio...
É zero a zero, é um a um

Se formos notar, ela trata o fato como algo natural, pois sabe que mesmo depois da farra o seu namorado voltará para os seus braços e o jogo terá outra conotação; mas nem sempre as pessoas aceitam isso muito bem e basta olhar para um local onde esteja sendo exibido um jogo de futebol, seja ao vivo ou na tela da TV, para notar como os homens ficam hipnotizados com o evento, não parando para pensar em mais nada e com isso comprometendo o seu relacionamento.
O futebol foi só um exemplo, mas podemos ter outros e outros atrativos que nos tiram do nosso rumo e fazem com que a nossa vida fique desencontrada e sem sentido real, já que não sabemos dar valor a tudo que temos de uma forma linear e justa. O que geralmente acontece é que valorizamos tudo por um tempo e depois deixamos no escanteio o que no passado foi importante. Ao contrário do jogo de futebol, que no tem a bola do escanteio pega pelo auxiliar de campo, na vida pessoal nem sempre teremos auxiliares e a bola pode tomar um rumo bem diferente e com isso encontrar outros campos para poder pular de felicidade, sendo novamente vista como importante.
Como é bom quando a bola consegue pular novamente e encontrar um campo bem verdinho para rodar e marcar um golaço.

domingo, 26 de junho de 2011

Paiiiiiiiiiiiiiinho

Os pais sofrem quando saem com as crianças para passeios em parques e eventos, pois as opções de compra são muitas, desde brinquedos inúteis e que terão somente vida até chegarem em casa ou até uma infinidade de alimentos que são consumidos pelos pequenos como se fossem adultos. Não sei onde guardam tanto alimento.
Ao final de um passeio, dois milhões de dólares foram gastos com besteiras...
O pior é que as crianças sabem convencer bem os pais com choros histéricos, gritos, charminhos, bicos e caras feias. Desde cedo são acostumadas a consumirem o que não precisam ou aquilo que não é essencial para a sua vida. Fico me perguntando se aquelas mesmas crianças não possuem em casa brinquedos ao seu dispor ou se estão há semanas passando fome, pois somente isso justifica a necessidade de comprar e comer tanto.
As pilhas de lixo são incríveis e o consumo fere qualquer bolso, já que nestes ambientes tudo fica mais caro, por ser visto como uma compra de ocasião. Vejo a maioria dos pais aceitando isso muito bem e gastando o que possuem para satisfazer as necessidades momentâneas das crianças. O que elas desejam comprar ou comer será importante até que outro algodão doce ou brinquedo diferente seja visto, gerando um círculo vicioso que não tem fim.
Associar passeios às compras desmedidas é fazer com que desde cedo as crianças tenham uma impressão distorcida do que realmente é necessário, sendo, no futuro, adultos consumistas e sem limites para nada.
Mostrar às crianças o que é correto desde cedo não é nada ruim e faz parte da educação de todos eles. A paciência e os bolsos dos pais agradecem.

sábado, 25 de junho de 2011

Açassinano o Portuguêis

Ontem fotografei esta barraca de cachorro quente e o que me chamou a atenção foi a forma como as palavras foram escritas, uma vez que foi usada uma linguagem bem parecida com a que as pessoas utilizam para se comunicarem na internet, o que eu acho muito errado.
Errado porque as pessoas perdem a noção do que é certo ou errado e terminam adotando a escrita errada como se fosse certa e isso gera uma grande confusão na língua portuguesa, que já vive cambaleada com tantas mudanças. A nova ortografia, por exemplo, é uma afronta ao entendimento e compromete muito a sonoridade de palavras que agora possuem a mesma grafia, mas são pronunciadas de forma totalmente diferente.
Cachorro é cachorro, com C e não com K.
Tudo bem que a placa tem o intuito de chamar a atenção por usar uma linguagem mais descontraída, mas o cuidado com a nossa língua é algo que deve existir sempre, pois se assim não fizermos poderemos perder aos poucos a beleza do nosso idioma, que é cheio de formas diferenciadas e tem sotaques e significados para cada região do país.
Cada vez que temos preguiça de acentuar uma palavra ou a escrevemos de forma errada, perdemos tempo com a prática da nossa escrita e do nosso entendimento e com isso ficamos mais distantes do verdadeiro conhecimento da nossa gramática. Usar um verbo adequadamente, no tempo certo, com todas as suas concordâncias e regências impecáveis não é tarefa somente dos escritores, é nossa também.
Vejo pessoas com um certo grau de conhecimento e com destaque na vida profissional escrevendo barbaridades e pensando que estão fazendo o certo. Algumas vezes perdemos mais tempo tentando entender o errado, quando na verdade o certo é bem mais fácil de ser escrito e falado. Erramos em alguns casos por preguiça e por achar bonitinho ficar falando da uma forma que todos possam nos entender, sem sermos vistos com olhos trocados dentro de um grupo de pessoas.
Há mais discriminação para quem fala certo do que para quem fala errado. É chique ser um erro gramatical nos dias de hoje e o compromisso com a boa leitura e informação não possuem a menor importância.
Eu gosto de buscar sempre escrever certo e se não tenho conhecimento de alguma palavra, vou buscar o significado e com isso aprendo a escrever e sei que jamais esquecerei novamente. Quando nos acomodamos, ficamos mais despreparados e sem chances de apreender a nossa língua, deixando de aprender o que realmente nos importa, que é o compromisso com  o nosso vocabulário.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

São João de Caruaru

Hoje passei rapidamente por Caruaru para matar a saudade e também para ver um pouco do São João, que nunca mais tive oportunidade de participar. A última vez que fui na cidade nesta época junina foi em 1998. Fazia tempo...
Bem, tratei de ir no Alto do Moura, que ainda não conhecia e só ouvia falar por ser considerado o maior Centro de Artes Figurativas das Américas. Eu não achei.
Existem, sim, muitos artesãos no local, mas as lojas que vendem produtos oriundos do barro são tímidas demais para a fama que o local tem. É interessante ver o museu do Mestre Vitalino e também a sua história contada para os visitantes, mas eu esperava mais do local, tanto pelas obras, quanto pelo São João. Outro detalhe que não gostei foi a falta de energia dos artesãos, pois não tinham empolgação alguma de mostrar sua arte de forma mais vistosa e em alguns momentos nem se levantavam para receber os visitantes. Atendiam de onde estavam e quase mudos.
Não posso negar que no local há muitas atrações de divertimento, mas a impressão que tive é que ali é um "pega bêbado" pela quantidade de pessoas que vi embriagadas e fazendo algazarra numa festa tão bonita.
Ali deveria ter sido montada uma estrutura que mostrasse mais o forró tradicional e que não permitisse que os carros ligassem o som num volume tão alto. Cheguei em uma hora boa e não tive problemas para me encontrar no local, mas quando estava saindo, as filas de carros eram enormes e mais e mais pessoas estavam chegando para aproveitar a tarde. Para quem gosta de uma festa agoniada e cheia de fumaça de espetinhos, é o local ideal.
Gostei da estrutura do pátio do forró e o palco ficou muito bem direcionado. Não ficou boa a vila do forró, que neste ano ganhou uma versão de madeira ao invés da que anteriormente foi construída, em alvenaria. Ficou estranha, pois a chuva deformou grande parte da madeira e alguns locais ficaram feios. A decoração das ruas ficou linda e as bandeiras e balões receberam bem os visitantes na cidade que cresceu muito e que hoje tem cara de capital.
Capital do Forró e do Agreste ela já é...
O São João em Caruaru é bem visitado e em todos os lugares notei a presença de pessoas vindas de várias partes do Estado e do Brasil para conhecer a festa que é tão amada e conhecida de todos nós, que é o São João.
Valeu o passeio, foi melhor do que ficar em casa no feriado.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...