quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Pequenas Economias

Não conquistamos grandes oportunidades na vida de uma hora para outra, a não ser que a sorte grande apareça nas nossas vidas e transforme tudo num piscar de olhos.
Geralmente temos que trilhar nossos desafios aos poucos e planejar tudo que iremos fazer com muita cautela e determinação, já que, na maioria das vezes, a falta de conquista advém da nossa inaptidão nas horas mais adequadas, ou seja, aquelas que mais precisamos observar os pontos positivos e negativos de cada ação para descobrirmos o que é melhor para o nosso caminho cheio de interferências.
Aos poucos conseguimos tudo, tenho certeza disso.
Quem não consegue é porque não destina os esforços adequados para cada atividade e não faz da sua vida um meio de descobrir entropias e inércias, transformando cada uma delas em situações reais de sucesso e de elevação.
Um ano, dois anos, três anos, quatro anos, cinco anos...
Qual é o tempo necessário para concretizar o seu sonho, a sua perspectiva?
Para cada tipo de situação, dependendo da grandiosidade, o tempo pode variar muito e isso influencia nas nossas escolhas, as quais irão refletir em mais comprometimento com as metas estabelecidas ou até num relaxamento em alguns fatores que não influenciarão no resultado final.
Independentemente de qualquer meta, o esforço e dedicação serão necessários e somente assim poderemos criar um meio propício para aquilo que desejamos e que se faz tão necessário para os nossos dias e realizações pessoais. O que não pode jamais existir é a falta de desejos, de aspirações...
Sem elas, a vida fica sem rumo e não iremos sair do lugar comum nunca.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Gincana Cotidiana

Todos nós passamos por provas de resistência e rapidez diariamente e nem percebemos quando isso acontece, pois já estamos tão integrados à loucura da rotina que deixamos de enxergar essa prática como exaustiva ou até como desafiadora. Passamos a ser competidores diários dos desafios de uma vida agitada e que nem sempre nos traz benefícios satisfatórios para a nossa saúde e mente.
Dormir mal, comer qualquer coisa, ficar sedentário, esquentar a mente com quem não presta ou até deixar de lado o lazer necessário, são algumas práticas que ganhamos facilmente nesta competição de egos e deveres, onde o esquecimento de nós mesmos termina sendo o estopim para grandes explosões de sensações que o nosso corpo nos sinaliza e que não damos muita atenção no tempo devido.
Estamos mais preocupados em ganhar os méritos da agonia do que pensar em evitar este mal nas nossas vidas. A disputa termina sendo cada vez mais insólita e nos fazendo perceber que o nosso modo de vida é bem diferente do que planejamos ou desejamos, mesmo com tantos esforços para que o resultado seja quase nada.
A gincana cotidiana nos mostra, repetidamente, que perdemos mais do que ganhamos e nesse jogo de acertos e aferição de competências, estamos cada vez mais incapazes de obter o sucesso que tanto idealizamos, o qual nem sempre sai do papel e termina dando lugar a outros meios de vida que nos desgastam e nos fazem perder o prumo daquilo que é bom e necessário para cada um de nós.
Quem ganha, quem perde?
Não sabemos e fica cada vez mais difícil acertar.
Quem encontrar a solução para este jogo de azar, favor informar!
Ainda procuro entender as soluções para esta demanda que nos desfavorece e nos mostra que lutar e gritar não são as melhores opções para a vida.
Nossa vitória está nas atitudes bem construídas, nas soluções bem pensadas e, acima de tudo, no nosso conhecimento pessoal.
Quando nos descobrirmos verdadeiramente, seremos campeões de verdade e não haverá impedimento algum.

sábado, 19 de novembro de 2016

Desistência

Lutamos muito para conseguir os nossos objetivos e quando desistimos deles por nada ou muito pouco é uma atitude que gera muitos questionamentos, pois formalizamos a nossa incapacidade de adaptação aos altos e baixos que o mercado nos oferece, fazendo com que o nosso perfil seja visto como agressivo demais para determinadas atividades ou cargos. 
A inquietude de determinados profissionais termina sendo uma malcriação para muitas situações, o que gera muita discórdia por nada e favorece a rotatividade nas empresas que buscam ter seus profissionais mais estáveis e compor um quadro de pessoal que não gere tantos custos operacionais, já que a mudança sucessiva de pessoas não favorece o caixa e nem também a continuidade de muitas atividades.
Temos que analisar realmente se cada atividade nos encanta e se é realmente o que desejamos fazer, pois nada adianta pegar um emprego por impulso e em poucos dias estar reclamando ou fazendo as maiores insubordinações por causa da insatisfação que é pessoal e termina reverberando em locais que não tem a menor culpa da nossa chatice e falta de comprometimento com nós mesmos ou com as atividades que escolhemos para executar.
Algumas pessoas encaram atividades por vocação, necessidade, oportunidade ou por inconformismo mesmo. Quem não se conforma com nada, jamais terá um lugar agradável para realizar as suas atividades e isso não significa dizer que a empresa é ruim ou o trabalho insalubre demais para ser suportado. Gente cabulosa nunca está satisfeita, mesmo que para a maioria não haja nada para reclamar ou pontuar como ruim.
A insatisfação é pessoal e fazem desta característica uma forma péssima de trilhar seus caminhos, sempre desistindo facilmente dos inícios que a vida lhes apresenta, sem nunca dar o tempo necessário para analisarem melhor a situação e dela tirarem os melhores proveitos.
É melhor desistir e reclamar do que encarar a realidade e perceber que a incompetência pessoal para o mundo é bem mais forte que as dificuldades que são apresentadas e que nunca são enfrentadas por terem dentro de si algo bem mais forte que tudo: o medo.
Medo de seguir em frente e capacidade de desistir sempre, mesmo que as oportunidades sejam boas e tudo pareça bem agradável. Cada situação nos oferece uma forma de adaptação e de compreensão dos fatos e nisso temos que nos apegar para podermos evitar as desistências cada vez mais latentes e desnecessárias que cometemos nas nossas vidas.
Desista do pessimismo e siga um caminho melhor diariamente...

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Sobrevivência Musical

A boa música sobrevive quase sem fôlego e termina sendo vista como algo do passado, onde na atualidade só encontramos o que não presta e não tem nenhuma serventia. 
Gosto de música, seja ela qual for...
Não discrimino qualquer gênero, mas acredito na qualidade e nas boas melodias para definir o que é bom ou ruim. Tenho encontrado muitas coisas interessantes no cenário atual e na maioria das vezes até me assusto com a quantidade de pessoas talentosas que surgem e que não possuem nenhum tipo de incentivo para continuarem na carreira, fazendo a sua arte milagrosa, que muitas vezes é patrocinada por eles mesmos, para poderem gravar um novo álbum ou colocar em prática um show com boa qualidade.
Vejo também com olhos bem críticos aqueles que já possuem um passado glorioso e utilizam o tempo presente para destruírem a imagem boa que já construíram, colocando em prática o que não presta e envolvendo o seu talento em polêmicas que não levam a nada e só fazem desgastar a imagem midiática que foi criada ao longo de tantos anos.
A música brasileira é bem diferenciada e em poucos lugares do mundo teremos acesso a tantas variantes sonoras como encontramos aqui. Em cada Estado podemos sentir um sotaque diferenciado na música, onde os sons tradicionais e mais modernos se misturam e fazem da nossa identidade algo que nunca perde a sua essência, embora muitas vezes a falta de criatividade de alguns possa comprometer o cenário atual que presenciamos no mercado fonográfico.
O tempo da música física está passando e em breve ficará bem rara. Agora as plataformas digitais tomam conta de tudo e tiram aquele gostinho de "caixinha de surpresas" que tínhamos quando abríamos um novo CD ou LP. A velocidade da divulgação musical está bem forte hoje e termina mostrando bem menos do que deveria; neste jogo de compartilhamento de dados o público final termina nem sentido que aquilo tudo realmente existe e passa a admirar o que não presta e que conta com a facilidade dos meios eletrônicos para se tornar real, nos mostrando uma variante bem diferente e rejeitada pelos nossos ouvidos. 
Admiro os sobreviventes musicais que batalham por sua música de qualidade e que mesmo sem muitos recursos ou agendas lotadas ainda fazem o melhor para garantir a sua sobrevivência neste mercado tão desafiador e muitas vezes inacessível a quem realmente merece.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Por um Triz

Arriscar-se por nada ou por aquilo que nem sabemos que é perigoso é algo bem comum na vida de cada um de nós, mas temos que ficar mais atentos aos detalhes que nos cercam para entendermos o que é verdadeiro ou falso e como tais sinais podem nos ajudar a tomar a decisão correta, evitando que a nossa situação fique por um fio e totalmente vulnerável.
O poder, a curiosidade, a falta de perícia ou até a inocência nos fazem passar por situações de risco e isso afeta muito a nossa existência, já que num pequeno momento podemos perder tudo que foi conquistado e isso pode ser algo material ou até coisas bem mais sutis como a nossa reputação diante das pessoas que entenderão diferentemente o nosso comportamento.
Construímos tanta coisa, mas nem sempre a base é forte e termina nos mostrando que a perda será grandiosa se não soubermos organizar bem os nossos dias e fazer deles os melhores companheiros que temos para nos auxiliar nas horas mais adequadas.
Se o poder é segurado por um fio de cabelo, cabe a nós descobrir uma forma de transformar esse poder vulnerável em segurança propriamente dita, onde nenhuma das nossas atitudes possa ser contestada, evitando um desgaste prematuro de algo que parecia muito firme e duradouro.
Somente com boas ações e atitudes corretas é que poderemos erguer os nossos castelos de poder nesta vida e tudo que tem muita obscuridade nas ações, ou está apegado ao que não tem muito valor, termina perdendo o prumo na hora mais improvável e nos mostrando que tudo pode ser nada num piscar de olhos.
O poder não significa perpetuação e somente as boas ações poderão nos colocar num patamar elevado de sabedoria que solidificam cada ação nossa e nos fazem entender que nada é muito difícil de ser conquistado, desde que tenhamos um pouco de dedicação ao que é certo e que merece o nosso crédito e atenção.
Deixar de lado as atitudes indesejáveis é algo que precisa mudar nas nossas vidas e isso só nos mostra ótimas conquistas e resultados. 
Basta olhar com atenção que teremos essa certeza!
Não vamos deixar a vida por um triz, pois o risco nem sempre é necessário...

Foto: Jenny Andersen

domingo, 13 de novembro de 2016

Boca no Trombone

Será que vale a pena expor tudo que vivenciamos de forma desordenada e sem o mínimo de critérios? 
Acredito que não.
Temos que entender que determinadas situações são bem pessoais e devem ser tratadas com mais critério por todos nós, especialmente quando envolvem outras pessoas e expõem modos de vida que podem ser questionáveis, mas totalmente compreensíveis dependendo do contexto que alguém vive.
Ninguém age do nada. Sempre há uma ação para uma reação.
Quem não entende esse contexto termina falando besteiras nas horas mais improváveis e cometendo equívocos no momento do julgamento de determinadas ações e fatos. Gostamos muito de julgar e de abrir a boca para realizar falas que não ajudam em nada e só contribuem para a desgraça total das pessoas que terminam sendo envolvidas em casos e fatos que não representam nada, mas podem ser um turbilhão de situações se estiverem ligados às pessoas erradas, as quais possuem entendimentos distorcidos de cada coisa e de cada fato que presenciamos constantemente nas nossas vidas.
Espalhar fatos do nada, falar mal das pessoas, julgar sem ter critérios ou só falar por falar... 
São atos costumeiros que encontramos ao nosso redor e que ficam bem presentes e fáceis de serem encontrados, sem que isso nos dê trabalho ou nos faça pensar muito.
O som do trombone desafinado e que não toca melodia nenhuma é bem mais fácil de ser ouvido do que a harmonia da sonoridade leve e que considera as reais notas musicais da vida, as quais se harmonizam no seu tempo, com as pessoas e momentos certos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Qualé?

Perguntar algo é essencial para elucidar as nossas dúvidas e também para aumentar ainda mais a nossa sabedoria sobre determinados assuntos que possam ser importantes para nós e para o nosso conhecimento de mundo, já que nem tudo fica tão claro num dado momento ou detém as melhores explicações para que tenhamos a certeza do que estamos escutando e compreendendo.
A razão de perguntarmos não significa que temos uma estupidez congênita, mas que somos curiosos a ponto de querer saber mais e de não estarmos conformados com as diversas respostas desencontradas que geralmente recebemos, as quais terminam nos causando ainda mais receio daquilo que estabelecemos como aprendizado real.
Qual é a sua dúvida realmente?
Encontramos ainda aqueles que não possuem dúvida nenhuma, mas perguntam para testar quem responde e para criar um clima meio desajustado de comunicação que não leva a nada e só serve para aumentar o atrito que a comunicação ineficaz nos proporciona.
Qualé a tua mermão?
Sei não, visse, mas quando souberes me fala.
Eu só sei que tenho dúvidas e vou perguntar até não conseguir mais. 
Meu nome é interrogação e desta curiosidade não abro mão. No dia que não tivermos dúvidas, seremos considerados mortos e totalmente desprovidos de aprendizado.
Então vamos perguntando e aprendendo que o melhor há de surgir e nos favorecer, elevando a nossa carga de sabedoria e nunca nos deixando sem a devida complementação ou informação daquilo que precisamos descobrir ou aperfeiçoar.
Qualé a boa de hoje?

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...