segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Notícias Marcantes

O Brasil, em 2015, teve muitas notícias marcantes... 
Nem tão marcantes assim, pois a tendência foi falar mais das baixarias das personalidades do que sobre aquilo que realmente interessa ao brasileiro, que precisa de uma vida digna e sem tantas falcatruas governamentais.
O impeachment foi impedido por falta de provas e, principalmente, por não ter base legal, o que é pior. No Brasil quase tudo acontece fora da lei e até nos espantamos quando encontramos tudo muito certinho, pois parece que nem estamos na nossa Pátria.
Enquanto a baixaria de Chimbinha e Joelma ganhava os noticiários, a inflação mascarada comia os nossos bolsos e fazia com que perdêssemos a noção do que era certo ou errado, do que era necessário ou totalmente desnecessário. Era o carimbó tecnobrega da falta de noção, onde valia mais prestar atenção numa briga de casal do que se informar sofre a política nacional e tudo que ela causou devido aos casamentos errados de administradores que só pensam em tirar proveito das situações e fazer alianças cada dia mais lucrativas, para eles, claro.
As bundas e corpos expostos valem mais que os cuidados com a saúde real e enquanto as preocupações são as besteiras da estética sem limites, padecemos dos princípios básicos da saúde pública, sendo até derrotados por um simples mosquito.
A nossa microcefalia é congênita, talvez seja isso a resposta de tantas situações ruins que atualmente nos deparamos e temos que conviver, pois a mente pequena das pessoas faz com que resoluções simples sejam feitas a longo prazo, com mais custos e muitos desvios de verbas.
A crise política que passamos afeta a economia mas sentimos que ainda temos muito fôlego pela frente, pois basta ir ao comércio para notarmos que o movimento não para e faz com que ainda consigamos manter um bom padrão de vida, sem tantos excessos, mas dignamente. O brasileiro precisa só ter cuidado com o endividamento e não achar que está rico porque tem um bom limite no cartão de crédito.
Se o rio de lama que afetou o nosso cuidado com a natureza nos fez refletir sobre as consequências de atitudes mal planejadas, imagine ter que conviver com a violência crescente nas cidades e ter que escutar a seguinte frase: "roubam porque não tem emprego".
Eu queria escutar diferente: "Com a falta de emprego, brasileiros buscam alternativas de ganho financeiro e viram o jogo do desemprego." Seria bem mais bonito para a nossa cara e frutífero para a Nação, já tão cambaleada pela falta de rumo e escândalos sociais.
Se a Copa do Mundo furou os cofres públicos, deixando obras inacabadas até os dias de hoje, agora temos as Olimpíadas para completar ainda mais a situação, embora desta vez o problema seja pontual e mais restrito a um Estado do Brasil, que é o Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro continua lindo...
Marcante mesmo foram os prêmios da música popular brasileira e tudo que hoje ela representa: popozudas e preparadas.
Uhuu só as cachorras!!!

E vamos nos abismando com tantas notícias marcantes...

domingo, 10 de janeiro de 2016

Nublado, mas Proveitoso...

Num dia nublado, porém proveitoso, fiz um passeio em Porto de Galinhas, Recife e Olinda (sim, tudo isso em um dia) e levei alguns amigos para conhecerem um pouco do nosso litoral, da nossa cultura e principais pontos turísticos.
Os registros foram muitos, mas resumo aqui um pouco do que vimos nas horas que passamos juntos. Entre encontros e desencontros tivemos um dia agradável e provamos que é possível ter um bom divertimento mesmo num dia pesado, chuvoso e cheio de situações diferenciadas.
A distância entre as cidades não impediu que pudéssemos, mesmo que de forma rápida, conhecer um pouco de Pernambuco e toda a sua festividade. Valeu para que eles pudessem sentir o gostinho da terra e se animarem para visitas futuras, com mais tempo e mais programação. Mesmo sem muito planejamento, conseguimos chegar a um objetivo comum e todos se divertiram muito.


















sábado, 9 de janeiro de 2016

O Processo do Conscerto do Desejo


O Janeiro de Grandes Espetáculos deste ano teve sua abertura com o espetáculo "O Processo do Conscerto do Desejo", com a brilhante apresentação de Matheus Nachtergaele. Emoções e sentimentos em favor da arte.










sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O País do Carnaval

Este ano o carnaval será no início de fevereiro e o mês de janeiro é totalmente dedicado às festividades prévias do período mais festivo do ano, quando todos os brasileiros e estrangeiros esquecem os seus problemas e caem literalmente na folia, mostrando que a crise não existe quando o assunto é beber até cair, com confetes e serpentinas, claro.
O carnaval nunca foi uma das minhas festas favoritas e falo isso pela extrema falta de limites que ela apresenta, mas gosto de ver as variedades de ritmos e criatividades apresentadas e por isso sempre vou a algumas apresentações e vejo tudo do meu jeito, mais contido, sem cair muito nos embalos de sábado, domingo, segunda e terça à noite. Ufa...
Ainda sobra umas cinzas para a quarta-feira, que é mais inútil, para o trabalho, que um sapato furado em dia de chuva. 
O Brasil nunca deixa de ser o país do carnaval e, nós, brasileiros, aprendemos que a vida deve ser levada como um bloco carnavalesco, com muita anarquia e pouco compromisso, já que um dia a ressaca passa e tudo volta ao normal ou tem as características um pouco alteradas, não é mesmo?
As obras urbanas do Recife, que irão favorecer gerações, estão paradas por falta de verba, mas as estruturas do carnaval são montadas em tempo recorde e fazem com que o dinheiro apareça rapidinho para financiar uma festa que só dura três dias e nos traz muitas "alegrias", além de muita sujeira pelas ruas e doenças pelo resto da vida; em alguns momentos temos a ligeira impressão que o carnaval é uma festa exclusiva do sexo, pois ao invés de distribuírem água para hidratar a população do "samba, suor e cerveja", doam camisinhas para mascarar o sexo desordenado e que é feito sem o mínimo de proteção, já que na hora do "vamos ver" é difícil encontramos alguém com a mente sã e consciente.
O bloco do "Deixa a Rolha Entrar" bate forte e não se veste com a fantasia adequada na hora mais necessária. É um estouro só e tudo fica melado...
A festa é linda e não há igual, mas temos que ter compromisso com tudo, inclusive com os limites que assumimos com a nossa vida pessoal e profissional. Gosto de ver a festa, de fotografar e certamente terei imagens legais para deixar aqui no blog, mas ainda assim prefiro pensar que podemos ter mais responsabilidade e brincar de maneira mais ajustada, sem gerar violência e deixando de lado todo e qualquer ato que nos preocupe futuramente.
Vamos brincar outros carnavais nesse país gigante e que tem uma ampla tradição festiva e ilimitada, como é o caso do Recife que se veste para receber a manifestação popular mais aplaudida e acessível que conhecemos.
O bom do carnaval é isso: Todo mundo brinca, do seu jeito, mas brinca...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A Espera Dolorosa

Outro dia estava numa fila grandiosa, esperando atendimento, e ao meu lado algumas pessoas idosas conversavam sobre tudo, exceto coisas boas. Era incrível como não achavam nada bom e parecia que o tempo de vida que já tinham vivido serviu apenas para trazer coisas ruins e para mostrar ao mundo toda a insatisfação que guardaram por muitos anos. 
Será que nada valeu a pena?
Todos nós passamos por momentos diferenciados nas nossas vidas e neste caminho teremos situações boas e ruins para contar, mas deixar que os péssimos momentos sejam os mais valorizados e lembrados é uma prática que deve ser afastada das nossas atitudes, pois agindo assim não ficaremos preparados para seguir em frente e sempre apoiaremos os nossos passos em coisas ruins e que não nos acrescentaram.
Se é inevitável pensar numa doença que existiu, mas que já teve a cura, melhor é ver a nossa situação atual do que relembrar os momentos ruins que vivemos na época do processo de desgaste e recuperação. O fato ruim existiu, mas agora já se foi e não é sadio trazermos ele a todo o momento para o nosso pensamento.
Pessoas de todas as idades se acostumam a ter pensamentos ruins para construírem as suas histórias de vida e parece que ter só coisas boas para contar não torna a pessoa um ser especial e valorizado. O sofrimento e a dor sempre estão em primeiro lugar e mesmo que isso já tenha passado, as pessoas gostam de sofrer mais um pouco em vão.
Esperar dolorosamente por melhores dias é sofrer duas vezes. Bem melhor é esperar por melhorias e tendo o pensamento elevado para todas as situações, pois somente assim enxergaremos possibilidades e satisfações que ficam obscuras se a nossa mente estiver bloqueada com a lembrança maculada do passado sombrio e que deveríamos lembrar somente por segundos e não por dias inteiros.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Acalma, mas Dói...

A participação na vida de uma criança é essencial para que ela se desenvolva bem e isso termina sendo uma obrigação para que nós, adultos, consigamos dar o exemplo do que é certo ou errado em cada momento da vida, ainda mais quando desejamos que os nossos filhos sejam pessoas educadas e conhecedoras dos seus direitos e deveres.
Tentando deixar a minha sobrinha mais calma e atenciosa, dei de presente para ela uma coleção de livros para colorir e juntamente com ela fui mostrando as técnicas de pintura que conhecia e como ela poderia aproveitar bem o tempo livre para exercitar a criatividade de maneira adequada e sem que tivesse que ficar muito ligada ao que a internet ou televisão oferecem, pois na maioria dos casos o desenvolvimento intelectual é zero e não agrega nenhum valor.
Foi um momento ótimo, pois passamos um dia inteiro pintando, conversando, trocando ideias e aperfeiçoando o carinho já existente, algo que em outras atividades não faríamos tão bem. No final do dia tínhamos muitas histórias para contar e alguns desenhos coloridos para expor e mostrar com orgulho.
Sensacional o que ela fez e ainda mais o que eu pintei, pois nem imaginava que pudesse chegar a tanto. A proposta dos livros de colorir é relaxar e fazer com que as pessoas possam exercitar a mente de forma boa e deixando de lado o estresse do cotidiano que nem sempre possui uma válvula de escape.
Posso dizer que a distração é bem satisfatória e atende bem aos anúncios que são feitos para vender os mais diversos títulos que estão disponíveis no mercado, embora alguns desenhos sejam extremamente difíceis de serem pintados e terminam causando um efeito bem diferente do que imaginamos, já que a dor no pescoço e de cabeça podem ocorrer se não dosarmos a nossa carga de trabalho destinada para esta atividade simples, mas que vai, aos poucos, nos deixando mais exigentes e esperando por desenhos cada vez mais elaborados.
Fiquei com a mão e pescoço muito doloridos após a minha jornada de trabalho como pintor iniciante e isso me fez diminuir um pouco a minha rotina, percebendo que mesmo o que nos relaxa deve ser praticado dentro dos limites aceitáveis, pois o bem pode reverberar para outros males e nos deixar com mazelas que antes não existiam.
É aquela velha história que trata dos excessos...
Tudo tem que ser na dose certa, sem agonias desnecessárias.
E vamos pintando a vida com calma, sem estresse. Essa é a proposta e se for feita adequadamente, só benefícios trará e nos ajudará a entender que tudo deve ser praticado para o nosso bem e mesmo o que parece ser inofensivo pode nos trazer grandes problemas se a adequação aos nossos limites não for bem feita. Deve ser algo que não seja atropelado e nem desesperado para o término, pois algumas ações podem esperar muito tempo e nos ajudar em vários momentos da nossa vida corrida e sem contenção.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Péssimos Costumes

Vendo as notícias em relação a inauguração do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e tudo que ele nos traz de reflexão sobre as mudanças que ocorrerão no nosso planeta devido a poluição e muitos outros costumes ruins que temos diariamente, vi que ainda temos muito que aprender, pois bastava ver a fotografia que foi publicada nos jornais para notar que as pessoas tratam o mundo em que vivem e os espaços públicos de forma desordenada e sem o mínimo de apego e atenção aos mínimos detalhes.
A foto do Museu do Amanhã era o reflexo do hoje e do possível amanhã. Lixo por toda parte.
As pessoas jogam tudo que é embalagem no chão, não descartam nada no lugar certo e isso acontece muitas vezes por pura falta de educação mesmo, pois mesmo quando são encontradas lixeiras, o uso é feito de forma inadequada e sem o menor compromisso com a limpeza e conservação do meio ambiente.
Basta observarmos qualquer espaço público, pequeno, médio ou grande, para percebermos como é gritante a falta de compromisso das pessoas e como tratam tudo como se fosse um grande lixão, onde são depositados todos os tipos de rejeito, sem nenhuma cerimônia.
Até em alguns lares as pessoas atuam assim e terminam criando problemas para os outros. Na casa que eu morava em Garanhuns, tínhamos uma incidência de ratos bem grande no quintal devido ao lixo que a vizinha acumulava, pois preferia juntar um monte de restos e depois queimar. O problema era que até a queima, os ratos apareciam e faziam a festa, circulando inclusive na área da minha casa que estava limpinha e sem lixo acumulado no quintal.
Quando as pessoas notarem que o mundo é um complexo de atividades e todos devem ser unidos para um fim comum, tudo vai melhorar, mas enquanto estiverem realizando tudo que não presta, de forma desordenada e sem o mínimo de compromisso, serão vítimas de si mesmos, recebendo as mazelas que plantaram e que não terão como fugir se tudo continuar como está.
A incidência de doenças só aumenta e, como exemplo, temos o mosquito causador da dengue, que agora é mutante e nos trouxe outros problemas, os quais poderiam ser evitados se cuidados básicos fossem tomados para manter a limpeza e organização nas áreas comuns e que podem influenciar na vida de todos nós.
O que será do amanhã com tantas situações ruins?
O amanhã a todos nós pertence e precisamos pensar nele como uma meta, onde as nossas ações diárias e atuais sejam o reflexo de dias melhores e mais tranquilos.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...