segunda-feira, 16 de junho de 2014

A Rotina da Copa

Quando estamos próximos de um evento tão grande como a Copa do Mundo é que percebemos as grandes mudanças que ocorrem na nossa rotina, pois podemos encontrar muitos acontecimentos e pessoas novas nas ruas, fazendo com que notemos as influências e contribuições que os torcedores de outras partes do mundo nos trazem.
No último sábado, dia de jogo do Japão e Costa do Marfim, aqui no Recife, a cidade ficou muito movimentada e o que mais víamos nas ruas eram japoneses, com estilos diferentes, porém com caras bem parecidas. A seleção ficou hospedada num hotel próximo à minha casa e o movimento foi intenso durante todo o dia, seja de carros, helicópteros, ônibus e muitos curiosos que tinham vontade de ver os jogadores de perto e quem sabe tirar uma foto ou conquistar um autógrafo.
Até os festejos juninos ficaram apagados este ano e a Copa do Mundo, mesmo com todos os protestos e lamentações, tomou conta da cidade e fez com que todos tivessem uma só motivação durante todo o tempo disponível, seja para ir torcer na Arena Pernambuco, ficar em casa ou no bar com os amigos. Não importa, o que vale é a torcida.
Na praia vi muitos japoneses e o que mais era notado era a interação deles com os brasileiros, já que brincavam de futebol na orla da Praia de Boa Viagem como se fossem amigos de infância. É engraçado você sair na rua e ter a ligeira impressão que está em outro País, pois a sensação de ser diferente num local tomado por estrangeiros é bem marcante. Acredito que em outros bairros isso não foi tão percebido, mas aqui em Boa Viagem, onde a maioria dos hotéis está, fica mais fácil a percepção e vivência disso tudo. 
Sábado foi um dia de chuva, mas isso não afastou a alegria das pessoas em ir para a Arena Pernambuco e sentir um pouco da sensação de estar numa Copa do Mundo e saber que ela está sendo disputada tão pertinho das nossas casas, praticamente no nosso quintal.
Eu não sou muito fã do futebol e senti esta emoção, imagine quem é fanático e acompanha todas as Copas do Mundo? Deve ter ficado louco.
Ainda teremos mais outros jogos aqui em Pernambuco e tenho certeza de que as alegrias serão as mesmas, já que brasileiros e futebol combinam muito bem e fazem a diferença numa festa deste porte. A hora é de aproveitar a festa e deixar de lado as críticas que agora não fazem tanto efeito, já que a Copa é uma realidade e enche os olhos de todo o mundo.
Vamos aproveitar a rotina... 

domingo, 15 de junho de 2014

Waiting For The Sun To Shine


Dizem que sempre que choveu parou
Pero un día que se me nubló
Waiting for the sun to shine

O tempo é grão de areia pelo ar
No va perder la vida por quedar
Waiting for the sun to shine

Lonely, tan solo, sozinho
Tan solo, lonely , sozinho
Sunshine

Esperando o sol brilhar (Waiting for the sun to shine)
Esperando el sol brillar (Waiting for the sun to shine)
Waiting for the sun to shine (Waiting for the sun to shine)

O som da rua vem nos revelar
Que nadie canta solo por cantar
Waiting for the sun to shine

Pessoas precisam de espaço e paz
La noche nunca pareció fulgaz
Waiting for the sun to shine

Lonely, tan solo, sozinho
Tan solo, lonely , sozinho
Sunshine

Esperando o sol brilhar (Waiting for the sun to shine)
Esperando el sol brillar (Waiting for the sun to shine)
Waiting for the sun to shine (Waiting for the sun to shine)

Composição: Paulinho Moska

Claro e Escuro

Hoje as imagens do amanhecer mostraram toda a beleza do claro e escuro que a natureza nos proporciona, sem efeito algum...



















sábado, 14 de junho de 2014

Tudo Cinza

O que esperar de um dia de chuva? 
Belas imagens, claro...
A chuva trouxe um clima nostálgico à Praia de Boa Viagem nesta manhã e o que mais teve destaque foram os japoneses que tomaram conta do espaço; caminhando, jogando futebol e se encantando com as nossas paisagens...
Hoje tem Japão e Costa do Marfim na Arena Pernambuco.































Meus Quintais

Escutar Maria Bethânia é para mim uma obrigação, seja pelas belas melodias que ela escolhe para cantar ou pela sua voz forte, afinada e que geralmente me traz boas lembranças. Sempre tive algum momento da minha vida que uma música cantada por ela teve interferência ou serviu de inspiração. Gosto dos ritmos que ela escolhe, da sua forma brejeira de mostrar um trabalho sofisticado e com a cara do Brasil.
No novo CD lançado neste mês, ela consegue ser a mesma e ainda assim inovar, já que as faixas mostram uma cultura tão nossa que fica difícil não se apaixonar desde a primeira audição. A prioridade são os índios e algumas das músicas e sons apresentados foram inspirados nos primeiros habitantes do Brasil, com toda a sua cultura característica e diversidade de tribos.
São treze faixas bem sonoras, com composições de Chico César, Adriana Calcanhotto, Roque Ferreira e Dori Caymmi, onde cada um deixa um pouco das suas características e contribui de forma decisiva para que o álbum cumpra a sua proposta, que é reviver as tradições, com muita liberdade e diversificação de sons.
É com essa mistura de sensações que este novo trabalho surge para o mercado fonográfico e mostra uma artista completa, com quase 50 anos de carreira, preservando suas características e sendo fiel ao seu maior dom, que é cantar. Mais uma vez a cantora lança o seu álbum pela gravadora Biscoito Fino e isso reflete um compromisso com a sua liberdade de escolha, algo que em grandes gravadoras, com mais apelo comercial, ficaria complicado de existir, já que a valorização é do que está nas paradas de sucesso e nem sempre lembram da qualidade do que é apresentado.
Meus Quintais é um álbum cheio e qualidades e mostra um Brasil do nosso jeito, com ritmos bem organizados e em plena harmonia com uma de suas cantoras mais presentes, daquelas que seguem fiéis aos seus desejos e realizam o que há de melhor, sem pensar muito se a rádio irá tocar ou não. Escutamos Maria Bethânia em rádios específicas, mas bem que o Brasil poderia se render um pouco ao que é bom e deixar de lado tanta música de péssima qualidade que surge por aí. 
Temos, porém, muitos exemplos bons da nova geração e disso temos que nos orgulhar. 
Nem tudo está perdido...
Desfrutem do prazer da boa música, no quintal, na sala, no carro... Seja onde for, a música de Maria Bethânia é sempre uma boa pedida.

"Quando eu ouço a voz do rio, me lembro de passarinho
Um é livre, o outro é vadio, cantando pelo caminho.
Quando ouço a voz do vento não há certo, nem engano.."

Alguma Voz, Dori Caymmi, Paulo César Pinheiro

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Pessimismo em Alta

O pessimismo está no ar...
Em todos os noticiários é somente o que escutamos e ficamos até espantados com a imensa carga negativa de situações que passaram a não ter valor algum de uma hora para outra. Agimos como se desconhecêssemos o nosso País, nossa história e, principalmente, a nossa falta de compromisso com tudo isso.
São reclamações de todos os tipos mas nenhuma delas tem boa memória, pois não levam em consideração um passado horrível que o Brasil tinha há algum tempo. Não que hoje esteja bom, mas está bem melhor do que antes.
Desde que me entendo por gente que escuto falar sobre corrupção, desorganização e má administração dos recursos públicos, mas ultimamente tudo isso tem se transformado em uma revolta além dos limites, onde os protestos sem muito sentido se preocupam mais em quebrar do que reivindicar os direitos que alegam ter perdido com o tempo.
O pior é que ninguém vê solução de nada e terminamos só ficando com a destruição na mente e com um monte de críticas pairando no ar, sem encontrarem um local específico para gerarem algum efeito bom e que afaste o pessimismo que termina minando a nossa capacidade de pensar em dias melhores.
O pessimismo não ajuda a ninguém e ficamos sempre com aquela péssima impressão que realizamos um trabalho ruim, quando na verdade este deveria ter sido bem melhor e com efeitos mais duradouros. Criticar o Governo mas não cumprir a nossa parte como cidadãos é algo muito ruim e ficar a vida toda esperando que as soluções apareçam sem que o nosso esforço seja posto em prática é algo bem mais desgastante do que possamos imaginar.
Sem o nosso compromisso com a Nação, ficaremos sempre nos achando como pessoas não capazes e como um País subdesenvolvido e sem possibilidades de realizar algo evoluído e que mereça aplausos do mundo.
Se continuarmos sendo pessimistas com nós mesmos, iremos criar a nossa própria cova e de uma forma péssima nos afundarmos ainda mais na desgraça que somente o pessimismo é capaz de criar.
Vamos nos ajudar, aprender a sermos realmente brasileiros e lutar pela nossa Nação, buscando alternativas e agindo de forma mais adequada para que tudo seja realmente viável e com defeitos tão pequenos que não estragarão o resultado final e nem a nossa capacidade de evolução.
Um sorriso não faz mal a ninguém...
Pensamentos positivos também são ótimos e muito encorajadores.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...