quarta-feira, 4 de julho de 2012

As Cores do Mundo


"A terra é azul lá de cima...
O mundo é vermelho na China..."
Nosso mundo é cheio de cores e cada uma delas tem um significado diferenciado, podendo expressar alegria, saúde, satisfação, morte, vida, serenidade, agonia...
A união das cores faz com que o mundo realmente tenha significado, pois imaginem se tudo fosse monocromático e sem muita vida? Seria difícil identificar as reais diferenças que ele possui e também das pessoas, pois se percebermos bem, também mudamos de cor dependendo do nosso estado de espírito e disposição para a vida. É comum usarmos cores mais vibrantes quando estamos alegres ou quando queremos passar uma energia positiva para mundo, assim como nos fechamos nas cores mais escuras para passar um pouco de tristeza, preguiça e insatisfação.
A forma como as cores nos influenciam é gritante e basta ficarmos num ambiente muito pálido ou colorido para sentirmos a diferença. O nosso corpo reage diferentemente e para cada pessoa a reação pode ser divergente e muito significativa, demonstrando alívio ou quem sabe indisposição.
Lembro de uma história que a minha professora contava na época de ginásio que relata isso muito bem, pois ela dizia que quando ia ao médico pediatra, a sala de espera era totalmente verde, num tom escuro e as janelas também eram de vidro verde, só que mais claros. Todos que ficavam na sala de espera ficavam verdes e quando o sol batia nas janelas, ficava ainda pior a sensação. Quando ela estava doente e ia para este ambiente, terminava piorando e ficando ainda mais vulnerável, pois o local só aumentava a sensação de enjôo.
O melhor vem agora: Quando ela entrava na sala do médico o ambiente era totalmente diferente e a claridade das paredes e janelas faziam com que a sensação de bem estar fosse imediata. As pessoas sentiam alívio por estar saindo de um local tão obscuro e entrando em outro mais iluminado. Até esqueciam da doença por alguns instantes.
Assim também é conosco e se percebermos algumas cores já nos demonstram repúdio como é o caso do roxo, preto e alguns tons de azul e verde. Passam um ar de podridão, de dor e de morte que não tem fim.
Ao contrário do rosa que imediatamente é associado ao amor e do amarelo que mostra vida e disposição.
Não vou nem falar do vermelho, que demonstra tantas coisas, sejam voas ou ruins...
Eu gosto de cores, cores em abundância...
Às vezes até exagero nas escolhas, mas sei que isso demonstra um pouco do meu estado de espírito que sempre está em constante mutação e dificilmente passa por momentos de tristeza. Dificilmente uso preto, exceto em sapatos e alguns casacos de frio.
As cores nos informam a demonstração maior de vida que alguém pode ter e isso não deve ser descartado jamais, pois viver na obscuridade é algo que ninguém deseja, muito menos eu...

terça-feira, 3 de julho de 2012

Preocupations

Eu não quero mais preocupations...
Preocupações sem sentido só fazem com que a nossa energia seja esgotada e dessa forma compromete o nosso desempenho nas mais variadas atividades que a vida pode nos solicitar. É melhor destinarmos nosso esforço e disposição para o que realmente vale a pena e não ficar pensando naquilo que nem deveria passar pela nossa mente.
O homem é um grande baú de informações e todas elas contribuem para alguma elevação ou declínio da nossa capacidade de sorrir e de encarar bem a vida, mesmo que esta não esteja totalmente de acordo com os nossos desejos. O que precisamos desenvolver bem é a resiliência necessária para nos adaptarmos a tudo, inclusive ao que não é do nosso agrado. 
Algumas pessoas possuem o dom de só trazer preocupações e com isso inquietar a nossa existência com banalidades tão desnecessárias que fazem mal por serem justamente pequenos grãos de areia que nem deveriam incomodar se estivessem nos nossos olhos, dirá na nossa mente.
A nossa cabecinha de barro, que nem sempre é preenchida com coisas boas, termina ficando oca quando deixamos que algumas coisas estúpidas perfurem o que temos de melhor, que é o nosso cérebro e sua capacidade de pensar elevadamente, encontrando as soluções necessárias para todas as nossas preocupations e perturbations.
O tempo que temos diariamente é suficiente para tudo, menos para o perdermos com coisas desnecessárias, pessoas mal preparadas, atos falhos e situações sem sentido algum e que só nos fazem ficar sem rumo certo naquilo que iremos buscar.
Prefiro resolver assuntos e não me preocupar com eles.
Remoer o que não presta é atitude de quem não tem massa cefálica suficiente para encontrar soluções e termina nadando num mar de dúvidas inférteis que não germinam uma raiz sequer na nossa vida, impossibilitando o surgimento de novos fundamentos que posteriormente poderão dar frutos e folhagens belíssimas e bem irrigadas.
Uma carinha de descaso para as preocupations vai muito bem...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Agradecimento

Venho hoje somente agradecer aos amigos que votaram nas minhas fotos e contribuíram para que três das cinco que concorriam na etapa nacional pudessem ser escolhidas.
Na segunda fase estavam presentes 100 lindas fotografias dos monumentos do Brasil, registradas por fotógrafos que, assim como eu, não perdem um bom momento para captar a inquietude do mundo.
Foi o passo mais longo que dei no Concurso Click Nagem e certamente muito significativo e já me fazendo sentir um gostinho de vitória por estar entre as 50 melhores imagens e utilizando uma máquina como eu mesmo digo: "Simplezinha".
Não uso nada profissional, tudo é registrado com uma Kodak velhinha e com uma Canon que tem um bom foco. Ambas são minhas companheiras e não me largam. 
Máquinas que comprei a preços populares e que se valem dos meus olhos inquietos para registrar o que vejo por aí.
Vamos torcer e esperar que no dia 23 de Julho mais uma dessas fotos possa estar entre as 12 melhores e, assim, fazer parte do calendário da Nagem 2013.

domingo, 1 de julho de 2012

Água e Meleca

A Era do Gelo 4 é uma alegria só, seja pelas aventuras dos nossos amigos desastrados ou pelos imensos ensinamentos que nos dão sobre civilidade, amizade, ganância, laços familiares e também de loucura. É bonito ver uma estória dessa forma, que além de divertir tem algo para nos acrescentar e nos fazer ir para casa com uma sensação boa de ter feito um programa legal.
Vou destacar um fato que achei extremamente engraçado e que vai ser o fio da postagem de hoje para que possamos puxá-lo cada vez mais e sentir o gostinho da felicidade e também da reflexão.
A pergunta mais engraçada para mim foi: "Quando você bebe água com a tromba, tem gosto de meleca?"
Foi feita numa hora que ninguém esperava, mas demonstra a curiosidade infantil para os mais diferentes assuntos, que nem sempre passam pela cabeça dos adultos mais práticos e desatentos. Quantas vezes nos deparamos com perguntas assim no cotidiano e fazemos bico achando que são infames ou burras demais para a nossa inteligência dita como maioral.
Pois digo que nenhuma pergunta é imbecil o bastante para quem a faz. Demonstra a dúvida e a ânsia da informação para alguém que ainda não detém todas as informações para formalizar uma opinião ou para saber exatamente o que a vida lhe proporciona.
Gosto de me perguntar os significados de tudo e muitas vezes termino fazendo algo com mais tempo do que o normal só para ter a certeza de que entendi tudo e sei como realmente o funcionamento acontece e onde estão, também, todas as vírgulas, pontos e exclamações.
Se minhas inquietações possuem interrogações, saibam que ainda preciso aprender; se possuem um ponto é porque já sei de tudo; se possuem exclamações é porque são totalmente desconhecidas e me assustam.
Seja como for, nenhuma pergunta é boba o bastante para ser tratada como meleca e engana-se quem não tem a humildade de perguntar as mais variadas dúvidas, sejam elas mais elaboradas, simples ou com o olhar infantil e sincero de uma criança.
Para que serve a meleca mesmo?
Quem souber, responda.

sábado, 30 de junho de 2012

Só Sei Dançar Com Você...


Você me chamou para dançar aquele dia
Mas eu nunca sei rodar
Cada vez que eu girava parecia
Que a minha perna sucumbia de agonia
Em cada passo que eu dava nessa dança
Ia perdendo a esperança
Você sacou a minha esquizofrenia
E maneirou na condução
Toda vez que eu errava você dizia
Pra eu me soltar porque você me conduzia
Mesmo sem jeito eu fui topando essa parada
E no final achei tranquilo
Só sei dançar com você
Isso é o que o amor faz
Só sei dançar com você
Isso é o que o amor faz

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Um Nó Molhado Com Laço Cor de Rosa‏

Com esta síntese de resistência e delicadeza defino o segundo álbum da cantora Márcia Castro, baiana de timbre vocal poderoso e com muita afinação. No seu primeiro álbum, "`Pecadinhos", ela já demonstrava seu talento e agora com o álbum "De Pés no Chão" se firma como uma nova aposta da MPB, onde sempre há espaço para novos talentos, onde o sexo feminino desponta disparado com ótimas artistas.
Ela estará em Garanhuns durante o Festival de Inverno deste ano e certamente encantará a todos com o seu talento na apresentação que fará no Palco Pop, que é um celeiro de novos nomes do cenário musical brasileiro e também internacional.
As qualidades de Márcia Castro vão muito além da sua bela voz, mas também pela escolha do repertório, arranjos e parcerias musicais que fazem com que o álbum que contém 12 músicas possa se tornar um deleite para os apreciadores do que é bom de se ouvir.Um nó molhado geralmente é difícil de ser desfeito e isso retrata um pouco da força que ela tem na sua voz, pois não ficará sem espaço para mostrar o seu talento, charme e beleza. 
O laço cor de rosa reflete um pouco da sua feminilidade que não deixa de estar presente nos timbres vocais e no carisma para cantar e encantar.
A versão da música "História de Fogo", composta e cantada inicialmente por Otto, ficou espetacular e demorei alguns minutos para tentar associar o criador à criatura, tamanha foi a mudança e personalidade que ela colocou na sua interpretação musical. "De pés no Chão", mostra um pouco da firmeza e feminilidade da mulher e também a forma como as pessoas julgam as outras com perguntas que não acrescentam nada nos relacionamentos e conhecimentos pessoais.Com "29 Beijos" ela consegue nos levar para as mais delirantes sensações emocionais e nos fazer imaginar relacionamentos quentes, duradouros, que arranham e derramam muita, muita volúpia.
Gostei muito deste novo trabalho e fico muito feliz que a minha cidade natal esteja recebendo esta pérola rara do cenário musical. Será, sem dúvida, uma lembrança feliz para todos que estiverem presentes e puderem comprovar toda a sua dedicação e competência musical no palco, que é a sua casa e local de espetáculo.
Seu álbum novo foi patrocinado pelo projeto Natura Musical, que está revelando vários nomes da MPB, além de patrocinar artistas já consagrados em projetos bem elaborados e que facilitam a divulgação nas mais diversas capitais do país, pois geralmente o incentivo engloba não só a gravação do CD, mas também alguns shows patrocinados.
Que venha e nos encante...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Uma BATALHA de Verdade


Circular diariamente pela Estrada da Batalha é realmente uma batalha como o próprio nome diz, pois os mais incríveis transtornos são causados pela falta de compromisso com a população, onde uma obra interminável congestiona o trânsito e faz com que as pessoas cheguem atrasadas ao trabalho e nos mais diversos compromissos que possuem.
É uma batalha para driblar os imensos buracos que são causados pela interrupção da obra em alguns trechos, quando a empreiteira está se preocupando mais com o plantio das gramas no canteiro central, onde não circula nenhum carro, do que com as vias de acesso, onde o trânsito não para.
É uma batalha para os pedestres notarem que não existe mais caminhos para eles e por isso terminam brigando com os carros por um espaço, pois até então não foram descritas e organizadas as faixas devidas de pedestres e nem criados caminhos no imenso canteiro de grama que foi feito no local.
É uma batalha perceber que os sinais já instalados estão em locais inadequados e a empreiteira tem que ficar destinando pessoas para fazer um serviço que o semáforo deveria realizar automaticamente, pois a inversão de situações só causa agonia. Onde tem sinal não tem gente e onde tem gente não tem sinal. É a primeira vez que vejo este tipo de sistemática, pois geralmente os engenheiros responsáveis pelas obras buscam alocar os sinais de trânsito onde existe fluxo de pessoas e não em locais que não possuem esta característica.
Será que é uma evolução da engenharia de tráfico?
Ou seria uma evolução da burrice mesmo?
É uma batalha perceber que para a obra ficar pronta, precisamos somente concluir quatro pequenos trechos e que se estivessem sendo feitos com afinco e determinação, já estariam prontinhos e causando a alegria das pessoas.
É uma batalha também aguentar os alagamentos nos dias de chuva e ter que literalmente nadar nas imediações do aeroporto, que nestas épocas fica parecendo um porto, de navios, claro.
É uma batalha não ter retornos corretos em vários pontos da via e notar que no caso de alguma emergência ou acidente, o acesso mais próximo fica tão longe que impossibilita resolver algum problema mais grave sem que toda a gasolina seja gasta na busca de um retorno.
É uma batalha ter que cortar caminho pelos Monte dos Guararapes e enfrentar, também, o congestionamento da BR 101, que termina sendo mais atrativo do que as obras em Prazeres que ainda estão inacabadas e causando um congestionamento extra, como se o do Aeroporto não fosse suficiente, pois mesmo nos dias de sol, o acesso se torna difícil devido ao Túnel que está sendo construído e que não termina nunca. Houve até um desmoronamento outro dia e tiveram que refazer algumas das suas estruturas.
É uma batalha encontrar um viaduto sem futuro nas imediações da Justiça do Trabalho de Jaboatão, pois sua grandiosidade contrasta com a sua falta de funcionalidade, já que seu fluxo cai novamente onde ainda não foram finalizadas as desapropriações e duas vias, uma na subida e outra na descida, ainda precisam de reparos. É um retorno inglório e cheio de irritação, pois muitos motoristas terminam buscando outros meios alternativos, como passar por cima da grama (aquela tão lindamente plantada e adorada pela construtora) e com isso começar a deixar a obra com cara de velha e deteriorada.
É uma batalha verificar que na saída do Jordão Baixo existe outra via inacabada que só causa um congestionamento imenso, todos os dias, já que o fluxo de carros naquela área é algo grandioso e merecia uma atenção melhor.
É uma batalha ter que aguentar isso por quase três anos.
É uma batalha para todos os pernambucanos essa desordem.
É uma batalha perceber que o Governo do Estado não está preocupado com isso.
É uma batalha, batalha sem fim...
Aliás, o fim estava anunciado para 30 de Junho. Hoje é dia 28 e acredito que em 02 dias muita coisa não possa ser melhorada, já que a chuva atrapalha as obras e o que mais falta são pessoa para trabalhar e impulsionar o que está sem energia. Os canteiros de obras estão cada dia mais vazios e encontrar pessoas realizando alguma atividade produtiva é algo quase inexistente.
Vamos continuar na Batalha?
Será que esta Batalha dos Guararapes não acaba nunca?
Vexame total.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...