quarta-feira, 23 de maio de 2012

Boneco Sem Manual

Outro dia estava realizando uma prova na faculdade e o professor tomou uma atitude similar a que os concursos fazem, ou seja, colocou no início da prova um rol de instruções que falavam não só dos quesitos, mas também das atitudes dos alunos, como deixar de usar o celular, por exemplo. Em menos de cinco minutos, aconteceu de tudo e surgiram várias perguntas sobre o que já estava dito e bem explicado, fazendo com que o professor ficasse irritado e causando um pouco de transtorno na sala de aula.  
São situações assim que se tornam muito comuns e afetam as relações entre as pessoas e com os recursos disponíveis para o nosso entendimento.
As instruções e avisos estão por toda a parte e podem ser escritas ou visuais, quando usamos figuras para mostrar o impedimento ou atenção a alguns detalhes que devemos ter e por isso necessitam da nossa leitura e apreciação para que não venhamos a ter um constrangimento desnecessário em vários momentos da nossa vida. Todos nós temos dificuldade de ler instruções, porque é bem mais fácil escutá-la do que ter que interpretar uma resposta da nossa mente. A preguiça é a causadora disso e sempre é bem mais fácil ficarmos nos escorando nas pessoas do que buscando a informação para a nossa mente e também para o nosso sucesso, onde ficaremos cada vez mais esclarecidos e sem chances de errar.
Cada vez que acostumamos a nossa mente a pensar e a refletir sobre o que lemos, construímos a segurança necessária para as diversas decisões que iremos tomar e isso só nos ajuda em tudo, seja em que aspecto de vida for. Imagine uma pessoa que só pergunta no ambiente de trabalho, mesmo quando já sabe a resposta ou quando a informação está bem acessível em manuais ou legislação específica. É o caos para quem responde, pois tem a sensação de ser um livro ambulante ou um letreiro luminoso onde todas as informações brilham na testa e mostram as pessoas o que elas precisam saber.
A informação está para todos, mas nem todos ficam disponíveis para ela.
Essa é a verdade e faz parte do nosso cotidiano, pois se não estivermos cientes do que a captação da informação pode nos dar, ficaremos cada vez mais distantes do conhecimento e da sabedoria, pois alguns dados necessitam de alguma leitura e isso é uma prática que só depende da nossa atitude e também da nossa dedicação diária para conseguir bons resultados, sempre.
Não deixem as instruções passarem despercebidas e vamos fazer de tudo para que elas sejam cada dia mais efetivas em tudo que realizamos, pois quanto mais informações e instruções tivermos, seremos pessoas com menos dúvidas e com mais respostas sobre o mundo e também sobre nós mesmos. É chato às vezes ficar lendo um monte de informações que nem sempre explicam tudo o que queremos, de forma objetiva e certeira, mas ignorar esta acessibilidade ao mundo do esclarecimento é algo que não deve ser deixado para trás.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Estacionamentos Suprimidos

Um grande problema nas cidades é a disponibilização de estacionamentos, seja nas ruas ou em estabelecimentos comerciais, pois a quantidade de carros é tão grandiosa que compromete todas as vagas disponíveis e indisponíveis, já que os lugares mais impróprios são utilizados para acomodarem os carros, motos e bicicletas que circulam nas cidades.
Ontem mesmo testei toda a minha capacidade na direção para conseguir retirar o carro de um estacionamento estreito e complicado e que além de tudo tinha movimento constante. Os carros ficam espremidos e sem espaço entre eles, podendo causar arranhões ou colisões que poderiam ser evitadas.
Outro fator que também dificulta muito a circulação de veículos e seus possíveis estacionamentos é a forma como as pessoas são acomodadas, não podendo parar o carro um pouco mais distante ou quem sabe em outra rua menos movimentada. Parece que se o carro não estiver parado na frente da loja não vale a pena ir a algum lugar, sendo impossível dar alguns passos para ingressar nos ambientes.
Eu sempre que vou a algum lugar, procuro saber como é o estacionamento e se não há disponível e a movimentação é grande nas redondezas, procuro um meio alternativo para não me estressar ou me atrasar por ficar procurando um lugar ao sol, quando só temos nuvens negras pairando nas nossas cabeças. Quando vou ao Centro do Recife, prefiro ir de ônibus e agora com o metrô, já que tenho uma estação pertinho da minha casa e isso já facilita muito a minha vida.
Sem carro em lugares movimentados só nos preocupamos com nós mesmos e nem ligamos para os congestionamentos que são formados pelo excesso de carros e de gente. Até no shopping é uma agonia estacionar e olhe que lá tem espaço de sobra e ainda pagamos caro por cada hora que deixamos o veículo guardado.
Dependendo da situação, o caro é bem útil e precisa ser levado quando temos grandes volumes para carregar, mas se nossa intenção não é essa, a posse pode ser desnecessária e menos traumática se tivermos como usar os meios alternativos ou uma leve caminhada se o trajeto não for longo e puder ser feito a pé.
Esse é o caos das grandes cidades e Recife padece deste mal, infelizmente.
A cada dia se torna mais difícil se locomover nas ruas e não encontramos maneiras de ver isso sanado a curto prazo. Os investimentos particulares e públicos devem ser feitos e precisam organizar a nosso trânsito e também as nossas formas de estacionamento, que a cada dia estão mais rarefeitas e sem possibilidade de cura.
E os franelinhas?
Vou deixar para falar dos “Donos das Ruas” em outra oportunidade, pois o assunto é denso demais e causaria um colapso mental no entendimento.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Protestos e Blá, Blá, Blá...

Ontem vi algo incomum no Recife Antigo, pois uma grande multidão de pessoas estava fazendo um protesto a favor da legalização da maconha e também sobre a forma como são tratados os maconheiros, que segundo eles, não são ladrões e nem marginais.
Concordo.
Não é porque alguém fuma maconha que será um bandido ou fará mal à sociedade.
O que eu não vejo fruto é encontrar nas ruas um monte de gente gritando por um assunto tão banal e desnecessário, pois acredito que o Brasil tem muitas outras coisas para se preocupar e as pessoas deveriam ocupar o seu tempo num domingo de sol para relaxar e quem sabe fumar a sua maconha, em casa, descansado e livre de interferências, seja da polícia ou de outras pessoas.
A forma como cada um leva a sua vida é particular e cabe a cada um escolher o que quer fumar, beber ou comer. Se estão bem dessa ou daquela forma, não cabe a ninguém reprimir ou achar que isso é errado. Se a maconha fosse desde cedo utilizada e vista de outra forma, talvez as pessoas não estivessem nas ruas gritando por ela e pedindo igualdade.
Eu acho a maconha igual a um cigarro qualquer, só que os seus efeitos alucinógenos devem ser bem maiores que os que são encontrados num cigarro comum. Eu como nunca fumei nem um e nem outro só posso dizer que o cheiro dos dois é insuportável e incomoda muita gente, seja em que ambiente for. Mesmo que a maconha seja legalizada, acho impossível ser bem aceita pela população, pois o seu cheiro insuportável causa muito enjôo em quem não tem o costume de praticar o seu consumo.
Na passeata tinham pessoas de todas a idades e os fotógrafos dos jornais da cidade estavam de prontidão para registrar aquele momento que qualifico como inoportuno, pois enquanto a multidão passava, pairava no ar um cheiro insuportável de maconha no ar, fazendo com que os visitantes e turistas que ali estavam ficassem até receosos com a situação. O cortejo teve seu ponto principal na Rua da Moeda, reduto de muitas pessoas que gostam da erva. Não que todos que estejam por ali sejam maconheiros, mas o odor é um dos mais comuns que podemos encontrar por lá.
Aliás, detesto a palavra “Maconheiro”, pois dá a impressão de ser um “Maloqueiro”, “Baderneiro”... O nome por si só é marginal e coloca as pessoas que praticam o consumo da erva num local bem diferenciado e discriminado da sociedade. Quem nunca olhou diferente para alguém que consome a maconha que atire a primeira pedra.
Vamos protestar por mais empregos, pelas obras sociais inacabadas, pela falta de educação, pela segurança corrupta, pelos políticos que não fazem nada, pelo dinheiro público empregado inadequadamente...
Isso sim é motivo de protesto.
Acho que todos que estavam na passeata de ontem realmente estavam sob o efeito da maconha, pois somente assim encontro justificativa para tamanha perda de tempo e alienação. Se a morosidade é um dos efeitos da maconha, acho que todos padeceram deste mal no dia de ontem.
Apaguem os cigarros, minha gente, e respirem outras necessidades mais importantes!!!

domingo, 20 de maio de 2012

Tremeu Tudo

Que meus vizinhos me perdoem, mas desde ontem eu só escuto o novo CD da Gaby Amarantos nas alturas e isso é fruto da bela musicalidade e divertimento que ele tem, pois músicas antigas e novas ganharam arranjos eletrônicos e brejeiros e mostram o porquê desta artista estar sendo tão divulgada nas rádios e programas de tv.
Existe um motivo simples: Talento.
O estilo dela não é o meu favorito, mas não posso deixar de considerar a imensa contribuição musical que ela está nos trazendo e como o seu momento nacional demorou a acontecer, pois lá no Pará ela já era conhecida há tempos e suas músicas tocavam muito na região.
Vamos analisar o CD desde o início e veremos as suas qualidades, pois ela trouxe a música "Xirley", que inicialmente foi cantada por Zé Cafofinho e suas Correntes no CD que lançou em 2009. Enquanto este, que é o autor da música, a deixou descompassada e sem muito ritmo, Gaby renovou totalmente a música e fez com que ela ficasse atrativa e abrisse o CD com um "Chá de Calcinha" que não tem tamanho.
Eita caldo bom...
Logo após, veio a "Beba Doida", que é engraçada e mostra as loucuras de uma mulher que passa do ponto na hora da bebida. "Ex Mai Love" é a mais conhecida, sendo até tema da abertura da novela das sete. Um clássico brega, em ritmo alucinante e dançante e que vale bem mais que R$ 1,99.
A lambada é lembrada fielmente na música "Suingue Latino" e isso faz com que qualquer um dance muito e tenha muitas lembranças da época em que este ritmo tomava conta do mundo. O improvável acontece quando Fernanda Takai aparece para cantar "Pimenta com Sal" e com isso fazer uma participação especialíssima na faixa, onde as vozes das cantoras se contrastam, mas se complementam, Enquanto Gaby tem voz forte, Fernanda tem leveza. Realmente a branca e a preta se complementaram.
A música "Vem me Amar" veio direto do repertório do Alípio Martins que teve sua música renovada e obtendo um resultado espetacular. Sempre escutava esta música numa zona de prostituição lá em Garanhuns e era a pedida mais constante das putas que cantavam para os homens que passavam nas ruas. Era criança e lembro disso, pois a Rua da Madeira ficava perto da Boa vista, bairro onde morava.
A rua ainda existe, mas as putas estão soltas no mundo e mais adaptada à sociedade.
Zezé di Camargo teve sua música "Coração está em Pedaços" adaptada para a versão tecnobrega e ficou o máximo. Demorei um pouco para lembrar que era dele e acho que agora está bem melhor e menos dramática.
Até Thalma de Freitas e Iará Rennó, compositoras da MPB mais clássica emprestaram uma música ao trabalho e a faixa "Chuva" é uma das mais lindas e poéticas e fala de um  amor que deseja a chuva para ter nos braços a pessoa amada.
Gaby fez tremer tudo e o seu álbum já está nas lojas; bem produzido, bem arranjado, com preço extremamente popular e com encarte bonito e bem diferenciado.
A capa pode parecer uma afronta para alguns, mas para mim representa a forma que a cantora encontrou para metralhar a hipocrisia musical que o Brasil ainda tem e mostrar para todos nós que a música popular não tem nada a ver com baixaria. Ele representa a alegria que todos nós devemos ter e suas canções estão aí para nos mostrar isso.
Recomendo a audição e a diversão...

sábado, 19 de maio de 2012

Chuva


Ar quente vai subir
Ar frio vai descer
Vapor que vem do mar
Geleiras vão derreter

O vento vai soprarTudo pode acontecerAs nuvens vão se condensarE, depois, vão dissolver
Porque quando o sol aquece a TerraMuita água se liberaE a gravidade da atmosferaFaz pressão que nem panela
Quando faz chover bem muito
Você vem para o meu mundo
E eu te conto como acontece a chuva
E eu te conto como acontece a chuva


Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem


Chuva, chuva
Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem
Chuva, chuva
O ciclo d'água é uma dança eterna!


Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem
Chuva, chuva


Chuva molha, molha, cai
Chuva chove, chove, sai
Chuva molha, molha, vem
Chuva, chuva.

Música: Thalma de Freitas e Iara Rennó
Fotografia: Daniel Costa 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vício Desnecessário

Alguns vícios que acumulamos na vida são totalmente desnecessários ao nosso desenvolvimento e também para a nossa saúde, pois nos deixam com sérios problemas de relacionamento, comprometendo o nossos meios de vida e também o dos outros. Um dos piores é o uso do celular, seja em que situação for.
Nem todos percebem que o uso destes aparelhos no cinema, trânsito, sala de aula, restaurantes e outros ambientes devem ter um pouco do nosso bom senso, pois se assim não for terminaremos causando muitos malefícios, acidentes, reclamações e constrangimentos.
Imagine você perceber que o trânsito está lento porque alguém diminuiu a velocidade ou parou o caro em local inapropriado para atender a uma ligação? Ou quem sabe escutar um bate boca de namorados num restaurante através do celular? Ou ainda te que prestar atenção de forma redobrada ao filme quando alguém que está próximo a você insiste em conversar no celular?
São situações como estas que colocam a educação em jogo e precisam ser bem formalizadas na cabeça das pessoas para que estes não entendam de forma errada o que é direito ou o que é abuso. Todos podem usar seu celular da forma que desejarem ou falar da forma como bem entenderem, mas esse entendimento precisa estar vivo nas situações para que seja percebida a hora de regredir e dar direito ao próximo que também tem direito a uma escolha ou forma de continuar sua vida sem interferências e tendo, com isso, perturbações e desgastes.
Antes, quando o celular não era tão popular, ou quando nem existia, as pessoas realizavam suas atividades normalmente e não tinham essa neurose em vários momentos das suas vidas e, de certa forma, eram mais saudáveis e menos dependentes. Esta semana estava numa fila para comprar um produto e em menos de cinco minutos uma mulher que estava na minha frente ligou 3 vezes para o marido para perguntar a mesma coisa, ou seja, se levava ou não os biscoitos que estavam na cesta de compras. Se esta criatura não tivesse celular, iria voltar para casa e não comprar o produto?
Certamente não. Ela iria pensar um pouco e evitar ficar perguntando besteiras às pessoas. Ou ela tinha bônus para usar ou estava com tédio de ficar na fila e usou este tempo para falar besteira com o marido. Ou quem sabe estava com saudade dele...
Tudo é possível nesta vida, inclusive termos um pouco mais de sensatez em tudo que realizamos e com isso observar até quando estamos sendo normais ou inconvenientes, colocando em dúvida a nossa imagem perante as pessoas.
No ambiente de trabalho isso é bem comum e muitas pessoas passam mais tempo no celular do que trabalhando efetivamente e dando fruto às empresas que precisam da sua atenção e dedicação. Alguns deveriam vir em outra encarnação com ume telefone acoplado às orelhas e assim facilitar a natureza humana que sofre com tantas interferências aos meios de vida e sobrevivência que são tão fáceis de serem usufruídos, mas as pessoas terminam dificultando tudo e causando essa entropia terrível.
E vamos nos falando...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

CAIXA Cultural Recife

Nesta semana o Recife ganhou mais um espaço destinado a arte e cultura, que foi o CAIXA Cultural, que ficará sediado no Marco Zero, num prédio belo e totalmente reformado para abrigar exposições, palestras e pequenos shows, já que conta com um cine teatro de 180 lugares. Desde a sua reforma, o espaço já mostrava indícios de grandiosidade, pois todos os detalhes da restauração do edifício construído no início do século XX já mostravam que ele faria a diferença.
No início do mês, quando fui à Fortaleza, pude comprovar as obras do CAIXA Cultural da capital cearense, que terá suas atividades implantadas ainda este ano e ficará ao lado do Centro Cultural Dragão do Mar. Um belo edifício e o destaque fica para a dimensão, pois ao contrário do nosso contará com amplo estacionamento para os visitantes.
O CAIXA Cultural do Recife possui três andares para várias apresentações, mas ainda não tem agenda definida até o final de ano e conta apenas com uma exposição para visitação ao público, do artista plástico Siron Franco. Este belo monumento a arte ficará praticamente ao lado do Santander Cultural, que tem uma história já consolidada na cidade e passou por várias mudanças de nome, as quais foram geradas pelas incorporações bancárias que ocorreram, quando este inicialmente foi fundado com o nome de Bandepe Cultural, passando a ser Real Cultural e agora Santander Cultural. Ainda bem que as sucessivas vendas e negociações entre empresas não afetaram o andamento do espaço, que continua firme, com programações variadas e cada dia mais lindo e conservado.
Fico imensamente satisfeito quando vejo estas mudanças ocorrerem no Bairro do Recife, pois aos poucos a paisagem desgastada dos casarões antigos da área vai ganhando novo rumo e perdendo o tom apagado e ganhando cores vivas para abrigar diversos segmentos, sejam eles artísticos ou comerciais.
Em breve teremos a inauguração de outros casarões que estão sendo finamente restaurados, como o que abrigará o Espaço Cultural Chanteclair e o Museu do Frevo. O Recife Antigo está cada vez mais atual e cheio de novidades, mantendo mesmo assim suas características originais e trazendo para a área a vida que faltava há alguns anos. Os galpões antigos do Porto do Recife estão em reforma e abrigarão museus, cinemas, teatros, lojas, restaurantes e uma infinidade de opções para os visitantes da cidade que não para de crescer e se tornar referência no cenário nacional.
CAIXA Cultural é mais um dentre vários e será também de grande contribuição para que possamos usufruir de grandes valores da nossa cultura, em um espaço refinado, bem localizado e no ponto original da cidade, o Marco Zero.
Que venham mais realizações e que a cidade fique cada dia mais interessante e cheia de belezas. Pernambuco merece e o Brasil também.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...