quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O Peso do Mundo

Segurar o mundo com as mãos e sentir o peso desta responsabilidade é satisfatório quanto temos propriedade suficiente para dar andamento em todas as atividades a que somos destinados. Se não temos essa característica, ficamos com uma sensação horrível de insuficiência e certos de que não conseguiremos dar conta de tantas coisas que nos são apresentadas.
A mitologia nos apresentou o deus Atlas, que com a sua soberba e total falta de compromisso, foi condenado a levar o mundo nas costas para que sentisse o real valor das obrigações e como é importante ser justo naquilo que fazemos para não termos problemas dos mais variados tipos. Nos tornamos deuses impotentes também quando assumimos responsabilidades além das nossas forças e quando tentamos carregar um mundo que não nos favorece em momento algum, já que desviamos o nosso poder de acertar para situações que poderiam ser evitadas sem nos causar mal e não comprometer o que realmente nos ajuda a evoluir.
Se o mundo pesa, imagine nossas atitudes erradas e pensamentos inadequados?
Farão grande diferença e nos colocarão em situações de risco em vários momentos das nossas vidas, podendo até desajustar o que levamos muito tempo para colocar em ordem. Fazer o que é devido e oportuno às nossas possibilidades nos ajuda a suportar o peso do mundo de uma forma mais inteligente e com isso conseguimos ser deuses vitoriosos e sem problemas maiores para resolver. Saber onde pisar é essencial, pois o mundo apresenta relevos diferenciados, águas doces e salgadas, climas temperados ou polares, sem contar com os terremotos que podem ocorrer algumas vezes para colocar abaixo tudo o que foi edificado.
Equilíbrio é fundamental...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Na medida certa...

Tudo tem sua medida certa e não adianta ficarmos forçando um ajuste quando não é cabível ou se as nossas medidas não favorecem o uso de alguma coisa. Fica até feio para a nossa imagem ter que ser prisioneiro de uma roupa que não nos cabe ou de um sapato que só nos proporciona topadas e quedas inevitáveis.
Adequação é a palavra certa para definirmos nossas atitudes quando precisamos ajustar nossos pensamentos para grandes elevações de vida e também para nos dar momentos de alegria e satisfação com nós mesmos e com todos os que nos rodeiam. Vivemos nos adequando a tudo, seja no trabalho ou na vida particular, mas em alguns momentos tais ajustes nos comprometem e nos causam calos terríveis, nos fazendo sofrer de dor pela escolha mal feita de alguma ação que tomamos sem pensar nas consequências que iriam gerar.
Assim como uma criança tenta se adequar aos pais usando as roupas e sapatos deles, buscamos também essa atitude em vários momentos da nossa vida e nunca estamos satisfeitos com nada, pois sempre estamos procurando um trabalho que nos pague mais, uma namorada que nos compreenda melhor e uma diversão que seja mais atrativa aos nossos desejos.
Seja como for, tudo pode ser melhorado na vida se tivermos paciência de esperar o momento certo para fazer nossas escolhas e se ao invés de encararmos um sapato que nos incomodará na nossa grande caminhada de vida, procurarmos utilizar aquela sandália simples e que nos dará a sensação de liberdade, de perfeição.
Saber usar e fazer o que é adequado para nós é uma grande atitude e nunca nos dará tristeza, já que a sabedoria não está em exigir que tudo se adapte ao nosso jeito, mas em perceber as diferenças e com isso moldar nossas ações para que todos tenham melhores chances de evoluir em conjunto e com muita cautela.

PS - A modelo da fotografia é Giuliana Maria, coisa linda do tio... 

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Parque de Diversões

Passando o Natal em Garanhuns, pude relembrar várias situações da minha infância e com isso alimentar a minha alegria naquela cidade que sempre me traz boas recordações e me proporciona tranquilidade.
O movimento do carrossel acima lembrou os meus tempos de criança e toda a satisfação que tinha quando ia para a Avenida Santo Antônio desfrutar das mais variadas opções de brincadeiras e diversões. Era uma festa grandiosa, que atraía muita gente no final do ano. Hoje tudo é bem diferente e o parque simples e manual, deu espaço aos brinquedos eletrônicos e cheios de tecnologia e som. De certa forma ficaram mais atraentes, mas resumidos.
Lembro da sanfona no carrossel que tinha os cavalinhos de madeira, bem artesanais. Vi uma versão moderna de um brinquedo que gostava muito, que era a "Onda", e gostei muito da atual, que usa muitos recursos tecnológicos e som eletrônico para encantar as pessoas.
Outro fato que está melhor nos dias de hoje é a segurança, pois os brinquedos oferecem mais conforto para os que estão brincando, além de terem um visual bem mais limpo do que os antigos. Era comum sujar a roupa com óleo nos brinquedos antigos e a manutenção não era lá essas coisas; hoje ficamos somente refletindo como nos arriscávamos em busca de um divertimento...
O parque de diversões agora é na Praça Guadalajara e tem 1/4 do tamanho original ou quem sabe até menos... O local estava cheio no último sábado e as minhas sobrinhas puderam se deleitar em alguns deles, inclusive eu que arrisquei uma aventura num brinquedo que nos deixava de cabeça para baixo. Terrível sensação, mas muito interessante.
A vida evolui e nos mostra que tudo pode ser melhorado e feito de uma forma diferenciada para proporcionar uma melhor satisfação a todos aqueles que desejam utilizar um pouco do que o mundo nos oferece.
A imagem do movimento do carrossel me trouxe lembranças boas de um tempo que eu nem pensava em me preocupar. Tinha a obrigação de me divertir e de pensar que a vida era algo simples, descomplicado.
Hoje vejo minhas sobrinhas terem a mesma sensação e sei que a vida é um ciclo e cada um de nós temos o nosso tempo para aproveitar.
Eu aproveitei bem, muito bem...

domingo, 26 de dezembro de 2010

Vida Hidratada

Fotografei esta folhagem cheia de pingos de chuva e a beleza é impressionante, pois mostra a vida brotando da planta que até então estava um pouco apagada por causa da poeira e do calor. Muitas coisas ficam obscurecidas nas nossas vidas e precisamos que algo aconteça para nos mostrar o que até então não estava tão visível aos nossos olhos desatentos.
A natureza nos dá lições diárias, sendo capaz de nos mostrar algo mais daquilo que estamos acostumados a ver, sem nos darmos conta que deixamos no esquecimento alguns detalhes importantes para todos os nossos dias, que são os ensinamentos que valerão para todos os nossos crescimentos.
O simples fato da água molhar as folhas nos remete ao renascimento, à limpeza, ao belo... 
Nada é em vão e a natureza tem seu ciclo bem definido assim como nós homens que vivemos nesse mundo tão cheio de diferenças e de paisagens belas para serem observadas e aproveitadas de forma consciente. A melhor maneira de vivermos em paz é trazendo as oportunidades que a vida nos dá de graça, como a água da chuva, para o nosso convívio e a partir disso fazer algo realmente diferente e satisfatório.
Não adianta ficarmos recebendo dádivas se não podemos observar a melhor forma de aproveitá-las para o nosso bem. Deixar que a água da chuva caia sobre nós e nos tire a poeira por algumas vezes é importante para podermos observar quantas coisas acumulamos em nós sem que tenhamos a atitude de fazer uma limpeza periódica para melhorar a situação e com isso obter melhores chances de mostrar para o mundo e para nós mesmos como somos especiais para Deus e como Ele nos enche de presentes diariamente, bastando somente que estendamos as mãos para receber a chuva que cai de graça e na hora certa.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Resquícios da Ceia Natalina

As Ceias Natalinas dão trabalho para serem realizadas, pois são tantas opções de pratos que fica difícil manter a forma após uma refeição bem efetuada e cheia de calorias. O que é engraçado é que o trabalho anterior se torna em descanso no dia seguinte, já que as sobras da ceia se tornam o almoço do dia de Natal e quem sabe o jantar também.
A criatividade vai bem na hora de inventar novos pratos a partir dos que sobraram e com isso surgem os inevitáveis salpicões e frangos desfiados que todos nós temos conhecimento e degustamos com tanto prazer. Hoje estávamos almoçando aqui em casa e comentando justamente isso, pois havia de tudo um pouco no almoço e foram aproveitados da sobra da Ceia Natalina que foi servida para a família toda ontem.
Cada um inventa um prato e quando notamos a mesa está repleta de iguarias e pratos apetitosos que comprometem os nossos sentidos e nos fazem cativos da gula.
Aqui em casa nunca tivemos muito a tradição da Ceia Natalina e há alguns próximos anos estamos praticando este ato que é divertido e nos dá a oportunidade de reunir grande parte da família num dia só e onde todas as histórias do ano são revistas, aumentadas e comentadas à exaustão.
De qualquer forma, é um momento de grande alegria e a família toda reunida é algo que exercita a nossa afeição pelos parentes e nos possibilita dar um abraço naqueles que mantemos pouco contato durante o ano.
É um momento diversificado, assim como os pratos servidos...

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Meio Expediente

Hoje a maioria das empresas pratica o meio expediente para dar oportunidade às pessoas de organizarem suas comemorações natalinas e com isso ter mais tempo para o descanso e diversão. É uma maneira de antecipar o Natal no coração das pessoas, mas isso causa uma grande agonia para aquelas que buscam realizar em 4 horas o que muitas vezes não realizam em 8.
A ansiedade é tanta para "pegar o beco" que terminam nem trabalhando direito e ficam somente comentando o que irão fazer na ceia e quais serão as festas que participarão. Se no Natal é assim, imagine no Ano Novo...
Outro meio expediente complicado é a quarta-feira de cinzas, pois enquanto no Natal a ansiedade é para sair para se divertir, neste a ansiedade é voltar para casa para descansar e colocar em dia as energias perdidas na folia pagã.
As tradições festivas são muito presentes aqui no Nordeste em em períodos como o São João e Carnaval, a agitação toma conta das pessoas e compromete os ambientes corporativos deixando as empresas muito preocupadas com o resultado, ou melhor, com a ausência de resultado nestes dias tão comprometedores do desempenho e das atividades diárias.
As mulheres só pensam na maquiagem e nos vestidos que irão usar, enquanto os homens fazem contas para verificar quantas caixas de cerveja poderão comprar. Um inferno...
Quem trabalha com equipes tem que se deparar com os pedidos de folga antecipada e também com a falta de vontade das pessoas nas realizações de atividades que nos dias normais são feitas de olhos fechados.
Seja como for, os dias de meio expediente são conflitantes, preguiçosos, cheios de controvérsias...
A minha verdade é que poderíamos unir o útil ao agradável e com isso efetuar os nossos trabalhos corretamente sem que a nossa mente só pense em festa, festa e festa...
Se pelo menos a preocupação fosse o espírito do Natal, mas não é...
A preocupação é ficar livre do trabalho e dos compromissos que temos a obrigação de executar. Aliar divertimento e compromisso não fazem mal a ninguém e só nos colocam numa situação confortante em relação ao nosso chefe e a empresa que nos paga para termos obrigações diárias, independente da festa a que estivemos integrados.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Conselhos e Retratações

Algumas pessoas nos dão conselhos de última hora e algumas vezes tentam fazer retratações de atitudes que tomaram e que não foram muito boas e bem aceitas por nós. Como se isso resolvesse tudo...
A maneira mais adequada de termos ótimos procedimentos na nossa vida é adotarmos uma postura sincera e precisa com as pessoas que nos rodeiam e nunca tentar criar situações que possam causar mal e constranger as pessoas de alguma forma.
Detesto quem tem a língua ferina e usa este péssimo atributo para caluniar, difamar, criar situações e acontecimentos desnecessários. É uma forma degradante de usar um meio de comunicação tão bom, que é a fala, para o mal e com isso deixar as pessoas cheias de ressentimentos e com pesares no coração.
Depois de todo o mal causado, buscam fazer retratações dos seus atos, mas uma vez o mal instalado, fica difícil conter o seu perfume inebriante e enjoativo.
Ficar se retratando não vale nada quando o nosso coração não contém a essência da bondade e quando a nossa língua coça constantemente para falar mal das pessoas, sem termos a noção se esse falatório todo nos causará raiva ou intrigas.
Se é impossível não falar mal dos outros injustamente, procure ficar calado e com isso melhorar o mundo, deixando os ambiente pelos quais circula menos pesados e livres da sua infâmia sem limites.
Retrate-se de você mesmo e deixe os outros em paz, pois a paciência das pessoas não admite tanto falatório por nada.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...