terça-feira, 23 de novembro de 2010

Amor e Paz em três vias

Sabe quando a paz e o amor não cabem dentro de nós?
É como se fosse um amplo relatório de acontecimentos bons em três vias, onde cada uma delas refletisse um pouco do que o nosso coração não consegue conter e precisa colocar para fora, a partir de uma pulsação forte e com sangue quente de vida, muita vida.
Quem vive uma situação assim pode se dizer privilegiado e pedir para que isso nunca mude já que nos dias de hoje um pouco de harmonia é sempre bom para alimentar a nossa vida e para nos trazer a felicidade que por muitas vezes deixamos esquecidas nos cantinhos da casa ou nos lugares por onde passamos.
Sorrir todos os dias e estar de bem consigo é algo grandioso e não custa caro termos esses momentos em nossas vidas, já que um sorriso e muita felicidade não possuem preço, mas precisam ser cultivados ao longo dos tempos para que tenham vitalidade e possam perpetuar qualquer pessoa, fazendo com que esta tenha paz sempre e em continuidade.
A melhor maneira de saber como agir diante das dificuldades é procurar nestas páginas de três vias, as respostas e as nossas atitudes que em outros momentos tomamos e com isso emitir mais uma via para o nosso conhecimento e procedimento futuro.
Se há carbono nesse monte de papel é provável que ele nos suje um pouco ou traga o reflexo dessa escrita da vida um pouco borrada. O nosso cuidado é para que isso não aconteça e por isso precisamos usar materiais mais modernos para tornar a nossa vida mais fácil e precisa.
Vamos ter clareza naquilo que fazemos e com isso aumentar as nossas possibilidades de felicidade, paz e amor, nunca esquecendo que o mundo não valoriza quem é incapaz de colocar em prática os seus sentimentos e com eles se tornar uma pessoa melhorada.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sonho de Consumo

Todos nós temos um sonho de consumo, algo que nos enche os olhos e nos faz ficar pensando sempre em tê-lo por perto. Pode ser qualquer coisa e não precisa ser caro, basta fazer parte do nosso imaginário. O nosso dom de consumir o que o mundo nos oferece é bem mais antigo do que as mais variadas opções que temos hoje e não precisamos de propaganda para aguçar o nosso desejo por algo que nos faz feliz, nos completa e nos faz mais felizes.
Para alguns, o sonho de consumo pode ser uma futilidade mas não é. Quando este sonho é acima das nossas possibilidades aí sim ele se torna mais desejado e querido, ao contrário de quando é facilmente adquirido, pois não se torna um sonho de consumo, mas uma compra normal, costumeira.
Outro dia vi num antiquário um conjunto de louças antigas e pedi logo para fotografar, pois estava em bom estado de conservação e datava dos anos 30. Faltavam algumas peças, mas nada que desmerecesse a sua beleza e ostentação. Era um dos meus sonhos de consumo.
Outro sonho de consumo que sempre desejo quando vejo é um lustre que existe numa joalheria do Shopping Recife. Ficaria perfeito na minha sala e acho que não teria espaço para mais ninguém, já que ele é grandão, todo feito de cristais e muito antigo. Uma peça rara. Semana passada passei na loja e ele estava enfeitado para o natal e me perguntei: Por que isso?
Ele é perfeito sem nada. As folhagens podem até remeter ao natal, mas deixam o lustre carregado, feio e sem o brilho que tem naturalmente. Existem pessoas que desejam outras e fazem destas os seus sonhos de consumo, mas digo que este será um sonho de consumo passageiro, pois não poderão ter tal exemplar o tempo todo para admirar num local de grande admiração.
Seja qual for o seu sonho de consumo, não deixe que ele lhe faça mal e saiba quando é saudável para a sua mente e bolso ter esse desejo, pois muitas pessoas se perdem nos desejos e esquecem que mais importante do que ter um sonho é ter uma realidade.

domingo, 21 de novembro de 2010

Consciência Zero

Hoje fiz um passeio na Praia do Paiva e me deparei com duas realidades. Uma delas é que a praia é um paraíso tranquilo de águas limpas e sombra em abundância. A outra é que os visitantes não possuem nenhuma consciência ambiental e nem presevam o que Deus lhes deu de graça e para uso continuado.
A praia é muito deserta e por isso as pessoas precisam levar de casa os seus lanches e bebidas, pois lá não existem vendedores nem tão pouco barraquinhas. Até aí tudo bem, pois praia boa é assim mesmo, sem aquela agonia dos vendedores ambulantes. O ruim da história é que as pessoas vão deixando os restos do que consomem pelos locais por onde passam, sendo comum encontrarmos embaixo dos coqueiros muitos restos de consumação e que, na maioria das vezes, não são tão fáceis de serem deteriorados pelo meio ambiente, como é o caso do vidro, do metal e do plástico. Encontrei até uma lâmpada que poderia facilmente ser pisada por alguém e causar um estrago maior na saúde.
Um local tão bonito merece mais atenção de todos e para que seja sempre ideal para a visitação, precisa estar sempre limpo para o próximo visitante. É muito bom estar lá e a calmaria do local até nos deixa sonolento e aconselho sempre ir acompanhado para poder conversar e passar o tempo.
Tirei lindsas fotos do local, mas não pude deixar de registar a que ilustra a postagem de hoje, pois foi a que mais me chamou a atenção pelo imenso descuido que as pessoas possuem pelo que é seu. E o pior, agem como se nada estivesse errado, pois vi algumas pessoas comendo, bebendo e sujando o local de forma desatenciosa e sem preocupação com as gerações que virão.
É comum as pessoas reclamarem que isto está sujo, que aquilo está fora do lugar, mas elas próprias não enxergam que tudo isso teve motivação delas próprias e só irão ficar realmente perfeitas se assim permitirem.
Valeu o passeio, mas em outra oportunidade irei com alguém para conversar e para contemplar a paisagem. Sozinho foi bom, mas a sensação de solidão foi inevitável.
Não teve música no meu mp3 que desse jeito.

Imagens da Praia do Paiva


sábado, 20 de novembro de 2010

O Patinho Feio

A estória do patinho feio nos dá ensinamentos grandiosos sobre superação e também fala muito sobre discriminação, que é um dos grandes problemas da sociedade de hoje, mesmo após tantos anos de evolução e de conversas sobre o assunto. Parece que não mudou muito e em alguns aspectos temos uma involução, quando deveríamos ter mais consciência sobre os assuntos.
Outro dia me peguei observando umas fotografias antigas e algumas revistas de épocas passadas. Notei que naqueles momentos o mundo vivia uma grande mudança. Era a sede de libertação do que até então era visto como uma prisão aos padrões exigidos por uma sociedade que estava acostumada a discriminar e a impor limites que não se adaptavam a todas as pessoas.
Assim como o pato preto fez a diferença e se tornou um animal belíssimo na idade adulta, sendo diferente e único junto ao seu grupo, assim também muitas pessoas podem mostrar ao mundo esse diferencial sem que passem por situações constrangedoras e por humilhações veladas de pessoas que nem sempre sabem o que querem e usam destes artifícios primatas para controlar as pessoas, que muitas vezes são fracas e não possuem opinião formada do mundo e de si próprias.
Sim, esta é a mola mestra de qualquer situação nas nossas vidas, a Opinião Bem Formada. Se sabemos quem somos e principalmente qual é o nosso propósito neste mundo tão desigual, ficará cada vez mais difícil alguém nos constranger ou nos colocar numa situação difícil. As pessoas seguras de si jamais permitem que um engraçadinho qualquer questione sua cor, seu estilo e modo de agir.
Sentem-se depressivas aquelas que não sabem nem quem são e que, de certo modo, aceitam a opinião pública sobreposta à sua.
Quantos patinhos feitos encontramos diariamente?
Já percebeu que eles muitas vezes nos deixam para trás e nós é que ficamos com aquela sensação de obscurecimento, de fracasso?
Olhar para o mundo com igualdade é a melhor maneira de começar bem qualquer tipo de relação que possamos encontar.
Não é tarde para começar...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Desgaste

Após um semestre bem cansativo, chego ao fim de um período de aulas na faculdade. Quando fiz minha primeira graduação, não trabalhava e tinha meu tempo livre para estudar e me dedicar. Hoje a realidade é outra, pois estou mais velho, trabalhando feito doido e fazendo um curso que requer muita paciência e leitura.
Estou adorando, mas confesso que é desgastande demais conciliar tudo e quando chega o final de semana a vontade que dá é ficar de pernas para o ar contemplando o céu e respirando um pouco de ar puro. É gratificante estar ao lado de novos amigos, de ter novos aprendizados, de obter novas vivências, mas tudo isso tem o seu preço.
Vale o esforço que fazemos, apesar do cansado, pois tudo é importante na nossa vida e o conhecimento não poderia ser diferente, pois a partir dele podemos conquistar novos espaços e saber que estamos no mundo para, a cada dia, aprender mais sobre tudo e, principalmente, sobre nós mesmos.
Nem nos damos conta, mas vivemos uma vida frenética, parecendo que em alguns momentos não teremos tempo nem de dormir, devido ao grande número de atividades e compromissos que assumimos e temos que colocar em prática.
Tudo vai se desgastando com o tempo, mas a nossa mente precisa estar sempre viva, pois se ela não se renovar sempre ficaremos descomprometidos com a nossa felicidade e com o nosso sucesso, que precisa de incentivo para ser realidade.
Vamos deixar que somente o que é ruim seja desgastado e seja novamente incorporado à natureza para que volte melhor e mais renovado, possibilitando melhorias contínuas nas nossas vidas.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Monopólio

Segunda-feira passada quando voltava de Garanhuns e seguia minha viagem para o Recife, me deparei com a visão do inferno, ou quase isso já que nunca fui lá. Me refiro aos serviços prestados à cidade pela empresa Jotude que detém o monopólio dos transportes intermunicipais para a cidade. Esta exclusividade é mais velha que eu e não me lembro de outra empresa que tenha durado nas linhas que por ali circulam. Numa época, a Viação Progresso entrou na concorrência, mas foi retirada por decisão judicial, qua para mim é equivocada, já que monopólio não é uma prática saudável ao comércio, a livre concorrência e a democracia.
Os ônibus que por ali circulam só tem um pouco de qualidade se forem da linha Garanhuns-Recife-Garanhuns, um pouco, que fique bem claro que é um pouco de qualidade. As outras linhas são deterioradas e os ônibus oferecidos a população são desconfortáveis e causam enjôo só de olhar.
Se algum dia você for para o Recife e pegar o ônibus que vai por Palmares, chegará na capial já santo e sem nenhum pecado, pois terá pago todos eles durante a viagem que é demorada, caótica e visita praticamente toda a zona da mata sul.
Uma vez eu e meu irmão viemos de São José da Coroa Grande e em Palmares pegamos este ônibus até Garanhuns. Eu enjoei tanto que nem sei como foi possível chegar com vida em Garanhuns, já que o ônibus parava a cada palmo e para cada cachorro que acenasse com o rabinho. Tinha galinha, porco e até sacos de alimentos nos corredores do ônibus que passou por três feiras num dia de domingo quente e sem ar condicionado para refrescar os viajantes.
É bom viajar de opcional para o Recife. A viagem é rápida e tranquila. Nos demais tipos, como o semi expresso e comum, não aconselho. É pisar na jaca e ficar atolado.
Espero que este monopólio acabe logo e que Garanhuns possa ser melhor servida por outras empresas do ramo, que diariamente passam pela nossa cidade e podem tranquilamente nos oferecer melhores serviços e viagens mais pontuais.
Eita, nem falei da falta de pontualidade, mas deixa pára lá... Já esculhambei demais... Afff...

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...