segunda-feira, 17 de maio de 2010

Alegria sem fim

A alegria não tem significado, motivo e nem fim.
Engana-se quem pensa que para ser feliz é preciso ter um impulso para isso, pois ela está dentro de cada um de nós e para irradiá-la basta que tenhamos um pouco de comprometimento conosco para que isso nunca acabe e se perpetue por toda a vida.
Ser feliz é estar acima de todos os problemas e encontrar na mente despreocupada a solução para tudo, mesmo quando todas as direções estão equivocadas e muitas vezes nos levam a lugares e a decisões que não queremos ou não deveríamos tomar naquele instante.
A felicidade para mim não precisa de motivo, mas pode ser aumentada se estivermos rodeados de boas pessoas, de bons acontecimentos e se fizermos a nossa parte contribuindo para que tudo seja ainda mais satisfatório e pleno de realizações. Ter alegria dentro de nós ilumina o nosso espírito e faz com que nossa existência seja realmente necessária.
Quando buscamos minar nossa felicidade é quando estamos infelizes com nós mesmos e quando a vida é muito aquém daquilo que imaginávamos.
Mas será que estamos pondo em prática todas as atitudes que nos levam a ter uma vida ideal e plena de felicidade?
Será que estamos contribuindo para a nossa harmonia de vida e consequente alegria sem fim?
Quando sinto que a tristeza quer me tomar, respito fundo e vou buscar o restinho de alegria que me resta e, com isso, ilumino meus dias e faço de cada um deles um momento sem comparação.
Já buscou sua alegria hoje?

domingo, 16 de maio de 2010

Viva o Baile Particumdum

Adriana Calcanhotto ou Adriana Partimpim, seja lá como for o nome mais adequado, é uma das artistas brasileiras mais criativas e corretas na sua profissão, pois a cada novo trabalho nos mostra seu jeito peculiar de lidar com as belezas da arte, nos mostrando maestria nas composições e adaptações musicais.
Hoje acordei escutando o CD "Adriana Partimpim Dois" e posso garantir que é um grande barato, já que a alegria e diversificação musical reinam. O DVD do primeiro CD é imperdível e merece ser visto por todas as pessoas que apreciam a arte e a beleza de um espetáculo bem projetado e cheio de surpresas.
Espero que este projeto possa vir ao Recife para uma apresentação. Será muito bom poder contar com esta atração sem comparação na nossa agenda cultural.
É um CD destinado para as crianças, mas não há adulto que não se encante.
Escute: Baile Particumdum, Alexandre e Menino, Menina...

Timidez

Quem lembra do Pinduca? Não imaginei ninguém mais adequado para ilustrar o tema de hoje e que é algo muito constante na vida de muitas pessoas e que em muitos momentos impossibilita o crescimento e desenvolvimento, podendo afetar relacionamentos, consumir carreiras e afastar os amores possíveis que a vida nos apresenta.
Eu falo com muita propriedade da timidez, pois por muito tempo da minha vida eu tive medo das pessoas e evitava até ir aos lugares para não me deparar com os encontros e desencontros que a vida nos apresenta. Para mim era uma aflição enfrentar as pessoas e efetivar uma conversa era um momento de grande conflitto interno onde eu tinha que vencer todos os medos que habitavam minha existência.
Quando me dei conta que isso me prejudicava, mudei de atitude e passei a ser uma pessoa mais solta, menos temerosa e mais determinada para vencer a mim mesmo e aos problemas que me impediam de enxergar o óbvio.
Aprendi a me relacionar melhor, a apertar as mãos das pessoas com mais firmeza, a olhar nos olhos, a caminhar de cabeça erguida e, principalmente, a me dar mais valor como gente e pessoa necessitada de mudanças para ter uma vida melhor e mais preparada para os grandes obstáculos que iria enfrentar e que enfrento até hoje.
A timidez não é ruim e pode ser aliada para nos ajudar a refletir sobre o mundo e nossas vidas, mas pode se tornar negativa quando essas reflexões não são incorporadas ao nosso cotidiano ficando somente na memória ou nos planejamentos não concretizados.

sábado, 15 de maio de 2010

Tórax de Superman e coração de poeta

Quem disse que o homem tem que ser durão sempre? Há dentro de cada um de nós uma harmonia perfeita entre a razão e o coração, mas não trabalhamos esta parte de nós de forma adequada para que tudo aconteça de forma mais harmônica e deixamos que os costumes pontifiquem nossas atitudes diante de tudo.
Se desde os primórdios o homem fosse trabalhado para ter atitudes diferentes das que tem hoje, certamente não seria visto muitas vezes como bobinho demais ou durão acima da média. Falta poesia no homem de hoje e todos pensam que são seres indestrutíveis e com força acima do normal, nunca assumindo para os outros as suas fraquezas e inseguranças.
A música "A Bela e a Fera" inspirou a postagem de hoje e ela fala justamente disso: da forma como o homem se sente um "Superman", mas que em alguns momentos assume sua porção poeta e fica mais suave e mais perceptível às pessoas e aos sentimentos que emanam dos relacionamentos e das conquistas.
Ver o mundo de forma diferenciada é importante para aprimorarmos nosso coração, não deixando que ele seja consumido com a frieza das atitudes que geralmente encontramos por aí. A maneira de estarmos harmonicamente ligados ao coração e a razão nos dá uma força interior diferente e nos eleva ao patamar de "Superman de Verdade" e não "Superman de Mentira"

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Estranho todo mundo é, mas...

Todos nós temos nossas esquisitices, mas algumas pessoas exageram nesse detalhe e passarm realmente da conta, sendo vistos pela sociedade com seres fora do planeta ou de uma constelação distante e ainda não descoberta.
Há pessoas que se aborrecem demais, que se enfeitam demais, que choram demais, que reclamam demais...
Eu considero o pior tipo aqueles que retrocedem demais. São pessoas que de tão estranhas ficam impossibilitadas de evoluir e sempre voltam ao ponto principal de onde iniciaram suas atividades, justificando cada omissão ou ato falho.
Não é ruim termos pontos diferenciados e isso pode ser visto como uma forma de destaque diante de tudo que enfrentaremos na vida, mas minar as chances de mudança e evolução nos fazem seres distantes de um padrão mais aceitável e evolutivo diante do mundo e das imensas formas de conhecimento que ele nos proporciona.
Retrógrados são os que não conquistam, que não almejam dias melhores e que nunca pensam em algo positivo para beneficiar sua vida e seus momentos de aperfeiçoamento e de conquistas neste mundo que de normal só tem o nome.
Quem merece a conotação de estranho são os que não permitem que seu diferencial ou deficiência seja tido como um ponto de melhoria e enxergam somente o abismo que ele pode causar sem medir, contudo, as chances de futuro e dimensionamento em tudo que fizer.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Afinidade

Uma das melhores coisas da vida é ter afinidade e poder compartilhar com as pessoas bons momentos, tendo confiança nos sentimentos e compartilhando grandes conquistas e aprendizados. Ela não ocorre por acaso, mas é logo sentida pelos nossos corações, nos causando uma sensação imediata de conectividade não muitas vezes encontrada em outras pessoas.
Nossa afinidade pode ser por pessoas, objetos, comidas ou pelo trabalho diário que temos e que nos torna pessoas com grande felicidade interior. A satisfação da vida é buscar elevar nossas afinidades para prolongar nossa sensação de harmonia a cada dia e com isso perpetuar todos os momentos bons que temos a oportunidade de desfrutar.
Quando estamos perto de alguém que desperta esse sentimento, nossa alma fica calma, tranquila e imensamente satisfeita com todos os momentos e situações que possam ocorrer. É a nossa forma de mostrar ao mundo nossa felicidade através dos gestos e das palavras comedidas que a afinidade tem o dom de nos apresentar.
Afinar os sentimentos, buscando sempre a alegria plena não custa muito e basta que estejamos antenados para verificar quais são as igualdades mais perceptíveis que a vida nos proporcionará a cada dia. Algumas estão bem visíveis, mas outras dependerão da nossa orientação e inquietude diante do mundo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Rancor

Você já deixou que o Rancor consumisse você por completo?
Não há pessoa no mundo que nunca tenha ficado com pelo menos uma pitadinha desse sentimento no seu coração e ele é bem mais comum do que imaginamos.
Acumular mágoas não faz bem para a alma e nem ao coração e se percerbermos até a nossa fisionomia muda, quando estamos tomados pelo rancor, assumindo um ar mais fechado e menos receptivo para as pessoas, causando até um certo medo da aproximação, tornando a cordialidade habitual algo muito distante e pouco praticado.
Existe uma forma que encontrei para viver bem com o Rancor, já que ele por muito tempo fez parte da minha vida e minou muitos sentimentos que eu passei anos para consolidar. Sempre que algo não me faz bem ou me causa uma lembrança desgostosa, procuro transformar o Rancor em uma lembrança distante e quase invisível para que ela não me cause mal.
Esquecer o que nos fazem é impossível e quem tiver esse dom, me ensine.
Eu nunca esqueço aquilo que acontece na minha vida, seja ele bom ou ruim.
Convivo bem com tudo isso para não me prejudicar, mas sempre estará na minha mente a lembrança para que eu não pise novamente nos lugares errados ou tome atitudes que não serão assertivas ou inadequadas aos locais e pessoas.
O Rancor pode ser nosso aliado desta forma e tê-lo somente como uma lembrança é importante para nos fortalecermos a cada dia, mostrando que o nosso coração não é grande o bastante para acumular sentimentos pesados e sem fruto.

Celebration Tour no Brasil

Madonna veio ao Brasil agora em Maio, para encerramento da sua turnê, sendo motivo de muita agitação nacional, pois a artista é bem popular ...